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Consumidores de três estados terão redução nas tarifas de luz

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje (4) a redução das tarifas de energia de três distribuidoras. As novas tarifas valem a partir de sábado (8).

Os consumidores residenciais atendidos pela Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL Paulista) terão redução de 9,62% nas tarifas. Já para as indústrias a redução será de 12,2%. A concessionária atende 4,2 milhões de unidades consumidoras localizadas em 234 municípios do interior do estado de São Paulo. Entre os principais municípios estão Campinas, Ribeirão Preto, Bauru e São José do Rio Preto.

Para os clientes da concessionária Energisa Mato Grosso (EMT), a redução das tarifas será de 1,85% para os consumidores residenciais e de 2,35% para as indústrias. A empresa atende 1,3 milhão de unidades consumidoras localizadas em 141 municípios do Mato Grosso.

Também haverá redução no preço da energia para os 993 mil consumidores atendidos pela concessionária Energisa Mato Grosso do Sul (EMS). A queda nas tarifas será de 1,69% para os consumidores residenciais e de 2,68% para os consumidores industriais. A EMS fornece energia para 73 municípios de Mato Grosso do Sul.

Para calcular os reajustes anuais das distribuidoras, que são estabelecidos no contrato de concessão, a Aneel considera a variação de custos associados à prestação do serviço. O cálculo leva em conta a compra e a transmissão de energia elétrica, além dos encargos setoriais.

*Fonte: Agência Brasil

Imagem: Agência Brasil

Em novembro, contas de luz terão acréscimo de R$ 1,5 a cada 100 kWh consumidos

A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz no mês de novembro será a amarela, com custo de R$ 1,5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A medida se deve às condições hidrológicas menos favoráveis, o que determinou o acionamento de usinas termelétricas, mais caras.

 

Desde abril deste ano, a bandeira tarifária estava verde, ou seja, não havia custo extra para os consumidores. No ano passado, todos os meses tiveram bandeira vermelha, primeiramente com cobrança adicional de R$ 4,5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos e, depois, com a bandeira vermelha patamar 1, que significa acréscimo de R$ 3 a cada 100 kWh.

O sistema de bandeiras tarifárias foi adotado em janeiro de 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, mai cara do que a energia de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia elétrica em função das condições de geração de eletricidade. Por exemplo, quando chove menos, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país.

Cobrança

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a bandeira tarifária não é um custo extra na conta de luz, mas uma forma diferente de cobrar um valor que já era incluído na conta de energia, por meio do reajuste tarifário anual das distribuidoras. A agência considera que a bandeira torna a conta de luz mais transparente e o consumidor tem a melhor informação para usar a energia elétrica de forma mais consciente.

 

* Agência Brasil