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Produção de motocicletas cai 2,5% no acumulado do ano

A produção de motocicletas teve um recuo de 2,5% de janeiro a maio deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. Foram produzidas 373.491 motocicletas este ano, e nos primeiros cinco meses de 2016, foram fabricadas 382.970 unidades. Os dados são da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).

Em maio deste ano, foram produzidas 77.730 unidades, uma alta de 20,7% na comparação com o mês de abril (64.380 unidades). Em relação a maio do ano passado, o mês registra uma queda de 15,8%.

Detalhamento

Segundo os dados, as vendas para as concessionárias chegaram a 67.859 motocicletas, alta de 10,6% sobre o mês anterior. Na comparação com maio do ano passado houve queda de 22,2%. No acumulado do ano, foram vendidas 345.021 unidades, o que significa redução de 8% ante o mesmo período de 2016.

As exportações caíram 37,2%, com 3.519 unidades vendidas para o mercado externo em maio, ante as 5.606 unidades exportadas no mesmo mês do ano passado. Com relação a abril, quando foram enviadas 3.804 motocicletas a outros países, a queda foi de 7,5%. No acumulado de janeiro a maio, foram exportadas 24.767 motocicletas, volume 5,5% maior que o registrado em igual período de 2016 (23.477 unidades).

Os emplacamentos aumentaram 3,8%, com 79.533 unidades em maio ante 76.644 unidades no mesmo período do ano passado. Com relação a abril (64.961) houve crescimento de 22,4%. Segundo os dados, a média de vendas por dia útil em maio foi de 3.615 motos, volume 0,2% maior na comparação com a média de abril (3.609 unidades). No acumulado de janeiro a maio, as vendas totalizaram 355.464 unidades, uma queda de 10,3% ante o mesmo período de 2016.

Imagem Fiems

Produção industrial cai em oito dos 14 locais pesquisados pelo IBGE

Em março, a produção industrial registrou queda em oito dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na comparação com fevereiro, conforme pesquisa divulgada nesta terça-feira (09/05). De acordo com o IBGE, a queda mais acentuada foi registrada em Santa Catarina (-4%), interrompendo quatro meses consecutivos de taxas positivas no estado, que chegou a registrar expansão de 7%.

As outras taxas negativas foram registradas no Ceará (-3,1%), Paraná (-2,9%), Minas Gerais (-2,8%), Pará (-2,7%), São Paulo (-1,7%), Rio Grande do Sul (-1,2%) e Espírito Santo (-0,7%). Já a taxa de Pernambuco ficou em 0%, repetindo o patamar registrado em fevereiro.

O melhor desempenho da indústria foi registrado no Amazonas, com crescimento de 5,7% na produção. O resultado eliminou o recuo de 2,5% observado no mês anterior. As demais taxas positivas para março foram assinaladas na Bahia (2%), Rio de Janeiro (0,7%), Goiás (0,5%) e Região Nordeste (0,1%).

Considerando todas as regiões, a produção da indústria brasileira caiu 1,8% em março em comparação com fevereiro. No entanto, frente a março de 2016, a atividade fabril teve expansão de 1,1%, após cair 0,8% em fevereiro e avançar 1,4% em janeiro. Foi o pior resultado mensal desde agosto de 2016, quando o setor registrou queda de 3,3%, e o março mais fraco desde o início da série histórica, em 2002, da pesquisa feita pelo IBGE.

Comparação

Na comparação com março do ano passado, o setor industrial registrou expansão em oito dos 15 locais pesquisados pelo IBGE. O instituto destacou que em 2017 o mês teve um dia útil a mais que em 2016.

Nesta base de comparação, Goiás e Rio Grande do Sul registraram os maiores avanços – respectivamente 8% e 7,4%. Segundo o IBGE, o crescimento no estado do Centro Oeste foi puxado pelo setor de produtos alimentícios (carnes de bovinos frescas ou refrigeradas, leite esterilizado/UHT/Longa Vida e em pó, tortas, bagaços, farelos e outros resíduos da extração do óleo de soja e óleo de soja refinado e em bruto). Já no estado sulista a alta foi garantida pelos setores de bebidas (vinhos de uvas) e máquinas e equipamentos (tratores agrícolas e máquinas para colheita).

Rio de Janeiro (6,1%), Santa Catarina (5,9%), Paraná (4,9%), Espírito Santo (2,4%) e Minas Gerais (2,4%) também registraram taxas positivas mais elevadas do que a média da indústria (1,1%), enquanto São Paulo (0,9%) completou o conjunto de locais com expansão na produção nesse mês.

Já o Amazonas apontou o recuo mais acentuado em março de 2017 (-7,3%). O resultado foi pressionado, principalmente, pelo comportamento negativo vindo dos setores de bebidas (preparações em pó para elaboração de bebidas) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel, naftas para petroquímica e gasolina automotiva).

Os demais resultados negativos foram observados na Bahia (-4,3%), Ceará (-3,8%), Pará (-2,6%), Região Nordeste (-2,5%), Pernambuco (-0,8%) e Mato Grosso (-0,3%).

Recuo em 12 meses

Já o desempenho industrial considerando a taxa acumulado nos últimos 12 meses mostra que ficou mantido o recuo em 14 dos 15 locais pesquisados. Porém, 13 deles apontaram maior dinamismo frente aos índices de fevereiro.

Segundo o IBGE, os principais ganhos de ritmo entre fevereiro e março de 2017 foram registrados por Pernambuco (de -3,4% para -1,4%), Espírito Santo (de -14,9% para -13,0%), Rio Grande do Sul (de -3,5% para -1,9%), Rio de Janeiro (de -2,1% para -0,7%), Goiás (de -3,4% para -2,1%), São Paulo (de -3,5% para -2,3%) e Santa Catarina (de -1,3% para -0,1%), enquanto Pará (de 7,6% para 6,9%) e Mato Grosso (de -2,7% para -3,3%) mostraram as perdas entre os dois períodos.

*Fonte: Fiems

Imagem Fiems

Produção da indústria sobe 1,1% em março ante 2016, mas cai 1,8% em relação a fevereiro

A produção da indústria brasileira caiu 1,8% em março em comparação com fevereiro. No entanto, frente a março de 2016, a atividade fabril teve expansão de 1,1%, após cair 0,8% em fevereiro e avançar 1,4% em janeiro. Os números foram divulgados nesta quarta-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nos três primeiros meses, o setor industrial acumula alta de 0,6%. No trimestre, é a primeira alta desde 2014. No entanto, no acumulado dos últimos 12 meses, houve recuo de 3,8% em março, prosseguindo, segundo o IBGE, com a redução no ritmo de queda iniciada em junho de 2016 (-9,7%).

 

Segmentos da indústria

 

Em relação a fevereiro, houve recuo da atividade industrial em todas as quatro grandes categorias econômicas e 15 dos 24 ramos pesquisados. As principais influências negativas foram registradas por veículos automotores, reboques e carrocerias (-7,5%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-23,8%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-3,3%).

Entre as grandes categorias econômicas, a de bens de consumo duráveis recuou 8,5%, eliminando o avanço de 8% registrado em fevereiro. Foi o recuo mais intenso desde junho de 2015 (-13,2%). O de bens intermediários caiu 2,5%, interrompendo quatro meses consecutivos de expansão na produção, período em que acumulou ganho de 3,4%.

O de bens de capital também caiu 2,5%, após avançar 5,9% em fevereiro. E o de bens de consumo semi e não-duráveis registrou retração de 1,8%, assinalando o segundo mês seguido de redução na produção e acumulando em dois meses perda de 3,2%. Na comparação com março de 2016, houve resultados positivos em três das quatro grandes categorias econômicas e 16 dos 26 ramos pesquisados. Entre os ramos, veículos automotores, reboques e carrocerias (10,9%) e indústrias extrativas (7,0%) exerceram as maiores influências positivas.

A categoria de bens de consumo duráveis cresceu 8,5%, e a de bens de capital, 4,5%, assinalando os avanços mais acentuados. O segmento de bens intermediários avançou 0,5%. Por outro lado, o setor produtor de bens de consumo semi e não-duráveis teve redução de 0,5%. O segmento de bens de consumo duráveis teve o 5º resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação, mas menos intenso do que o registrado no mês anterior (20,1%), impulsionado pelos avanços na fabricação de automóveis (13,2%) e de eletrodomésticos da “linha marrom”.

 

*Fonte: Fiems

Imagem Fiems

Produção industrial do Estado segue em recuperação

A produção das indústrias sul-mato-grossense avançou no segundo mês deste ano com o índice de evolução da produção industrial marcando 48,5 pontos, um crescimento de 4,3 pontos em relação a janeiro, de acordo com a Sondagem Industrial realizada pelo Radar Industrial da Fiems junto às empresas estaduais. O resultado indica que o número de empresas com produção estável ou crescente aumentou na passagem de um mês para o outro.

Segundo o presidente da Fiems, Sérgio Longen, os números apontados pela Sondagem Industrial demonstram que o Brasil precisa continuar avançando. “Tivemos na semana passada um grande progresso na questão das relações de trabalho, que é a regulamentação da terceirização. Porém, precisamos continuar nesse caminho, inclusive, com as aprovações da minireforma trabalhista, que está em discussão no Congresso, e da Reforma da Previdência, que entendemos ser necessária”, pontuou.

Ele acrescenta que é impossível avançar em um país que ainda tenha, em pleno século XXI, uma CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) da época do ex-presidente Getúlio Vargas – 1º de maio de 1943. “É necessário reformar a casa para se ter qualidade de vida. Entendo que é uma reforma difícil, dolorida, mas que precisa ser discutida, da mesma forma como foi com a terceirização, que foi amplamente debatida com a sociedade e validada pelo Congresso Nacional”, comparou.

Sérgio Longen destaca que os empresários do setor industrial esperam progredir também em questões que são importantes para a indústria, como a convalidação dos incentivos fiscais, que está prometida para os próximos 60 dias. “Esse é o Brasil que precisamos para continuar, em um curto prazo, contratando trabalhadores”, assegurou.

Avaliação técnica

Na avaliação do coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, o levantamento da Sondagem Industrial mostra que em fevereiro 69,3% dos estabelecimentos se enquadravam na condição de produção estável ou crescente, contra 58,9% no mês anterior. “Contudo, o indicador permanece abaixo dos 50 pontos, sinalizando que para a maioria das empresas industriais de Mato Grosso do Sul a produção segue sem apresentar uma trajetória consistente de crescimento”, justificou.

Ele explica que, mesmo com diminuição, a capacidade ociosa segue elevada. “Para 46,6% dos respondentes a utilização da capacidade instalada esteve abaixo do usual para o mês de fevereiro. Desempenho que se refletiu no índice, com o resultado permanecendo muito abaixo do patamar considerado adequado para o período. Por fim, a ociosidade média da capacidade instalada em fevereiro ficou em 32%, contra 35% no mês de janeiro”, informou.

Expectativa

Os empresários industriais de Mato Grosso do Sul acreditam que a demanda por seus produtos deve aumentar nos próximos seis meses, enquanto em relação ao número de empregados e exportações, para o mesmo período, a expectativa é de estabilidade. Em março, 37,5% das empresas responderam que esperam aumento na demanda por seus produtos nos próximos seis meses, no último levantamento, eram 29,1% nessa condição, enquanto 15,3% apontaram queda, contra 21,5% na pesquisa anterior, sendo que as empresas que acreditam que o nível de demanda se manterá estável responderam por 47,2% do total contra 49,4% no mês anterior.

Com relação ao número de empregados, em março, 11,3% das empresas responderam que esperam aumentar esse quesito nos próximos seis meses, no último levantamento, eram 9% nessa condição. Enquanto 16,9% apontaram que esse número deve cair, contra 21,8% na pesquisa anterior. Já as empresas que acreditam que o quadro de funcionários se manterá estável responderam por 71,8% do total, contra 69,2% no mês anterior.

Já as exportações, em março, 20% das empresas respondentes esperam aumento das vendas ao exterior de seus produtos nos próximos seis meses, no último levantamento, eram 9,1% nessa condição. Enquanto 20,0% apontaram queda, contra 22,7% na pesquisa anterior, sendo que as empresas que acreditam que suas exportações se manterão estáveis responderam por 60% do total, contra 68,2% no mês anterior.

Em relação ao índice de intenção de investimento do empresário industrial, a Sondagem Industrial aponta que ele aumentou na passagem de fevereiro para março, com o indicador saindo de 42,5 para 47,9 pontos. “O índice varia de zero a 100 pontos, quanto maior o índice, maior é a intenção de investir”, informou Ezequiel Resende.

ICEI

Em março, o Índice de Confiança do Empresário Industrial de Mato Grosso do Sul (ICEI/MS) alcançou 56,1 pontos, indicando crescimento de 2,7% sobre o mês de fevereiro. “É importante ressaltar que todos os componentes do indicador de expectativas permanecem acima da linha divisória dos 50 pontos, ou seja, para os próximos seis meses o empresário industrial segue acreditando que ocorrerão melhoras na economia brasileira, sul-mato-grossense e, principalmente, no desempenho da própria empresa”, detalhou o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems.

Ainda no mês de março, 37,5% dos respondentes consideraram que as condições atuais da economia brasileira pioraram, no caso da economia estadual, a piora foi apontada por 42,2% dos participantes e, com relação à própria empresa, as condições atuais estão piores para 32,0% dos empresários. Além disso, para 44,4% dos empresários não houve alteração nas condições atuais da economia brasileira, sendo que em relação à economia sul-mato-grossense esse percentual foi de 49,3% e, a respeito da própria empresa, o número chegou a 54,2%.

Por fim, para 18,1% dos empresários as condições atuais da economia brasileira melhoraram, enquanto em relação à economia estadual esse percentual chegou a 8,5% e, no caso da própria empresa, o resultado foi de 13,9%. “Em março, 21,6% dos respondentes disseram que estão pessimistas em relação à economia brasileira. Em relação à economia estadual, o resultado alcançou 19,2% e, quanto ao desempenho da própria empresa, o pessimismo foi apontado por 14,9% dos empresários”, detalhou Ezequiel Resende.

Os que acreditam que a economia brasileira deve permanecer na mesma situação ficou em 37,8%, sendo que em relação à economia do Estado esse percentual alcançou 37,0% e, a respeito da própria empresa, o número chegou a 32,4%. Por fim, 40,6% dos empresários se mostraram confiantes e acreditam que o desempenho da economia brasileira vai melhorar. Já em relação à economia estadual, esse percentual chegou a 43,9% e, no caso da própria empresa, 52,8% dos respondentes confiam em uma melhora do desempenho apresentado.

*Fonte: Fiems

Segundo a CNI, as perspectivas quanto aos próximos meses sugerem otimismo. Os empresários esperam melhora na demanda, nas exportações e na compra de matérias-primas. Agência Brasil/EBC

Sondagem industrial indica melhora da produção em fevereiro, diz CNI

A sondagem industrial de fevereiro, divulgada hoje (21) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), revela que o setor ainda passa por dificuldades – tanto a produção industrial como o emprego continuam a apresentar queda. A utilização da capacidade instalada permaneceu inalterada em 63%.

Por outro lado, segundo a entidade, as perspectivas quanto aos próximos meses sugerem otimismo. Os empresários esperam melhora na demanda, nas exportações e na compra de matérias-primas. O índice de intenções de investimento para os próximos meses, por sua vez, registrou pequeno recuo na comparação mensal, mas apresentou crescimento significativo na comparação com o mesmo mês de 2016.

Em fevereiro, o índice de evolução da produção atingiu 44,4 pontos – praticamente o mesmo observado em janeiro (crescimento de 0,2 ponto). Na comparação com fevereiro de 2016, o crescimento foi 2,2 pontos. “A queda observada na produção em fevereiro de 2017 foi menos intensa e disseminada que no mesmo mês do ano anterior”, avaliou a CNI.

Ainda de acordo com boletim divulgado pelo órgão, o índice de evolução do número de empregados registrou 45,9 pontos em fevereiro – 3,1 pontos superior ao registrado no mesmo mês de 2016. Ainda que abaixo da linha divisória dos 50 pontos, o índice apresentou o maior valor para o mês de fevereiro desde 2015.

A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) se manteve inalterada na passagem de janeiro para fevereiro, com 63% de utilização. O índice encontra-se neste patamar desde dezembro de 2016. A UCI efetiva/usual continua a apontar baixa atividade industrial. Em fevereiro, alcançou 37,7 pontos, praticamente inalterado na comparação com janeiro.

O nível de estoques mostrou queda e manteve-se próximo do planejado pelas empresas em fevereiro. O índice ficou em 49,4 pontos, enquanto o valor do estoque efetivo/ planejado ficou em 50,1 pontos. A pesquisa foi feita com 2.437 empresas de todo o país, sendo 984 pequenas, 885 médias e 568 grandes, entre os dias 2 e 14 de março.

 

*Fonte: CNI

Imagem: Fiems

Indústrias sucroenergéticas vão debater alternativas para enfrentar ameaças à produção

A Biosul (Associação dos Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul) promove, nesta segunda-feira (20/03), às 19h30, no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande (MS), a 5ª rodada dos “Encontros Setoriais da Indústria – Compromisso com o Desenvolvimento”. O evento encerra uma série de encontros realizados pelos principais sindicatos das indústrias do Estado com o objetivo de debater as melhores estratégias e alternativas para enfrentar as ameaças ao setor no Estado em meio à crise econômica.

Durante esses eventos, os empresários tiveram a oportunidade de debater a geração de empregos e o aumento da produção, mantendo a competitividade das suas indústrias, além de discutir temas de interesse de cada segmento, tais como os caminhos para enfrentar os novos desafios, empregos e produção como base da economia, a crise e as ameaças para a indústria e produção e emprego e competitividade em risco.

A primeira rodada dos “Encontros Setoriais da Indústria – Compromisso com o Desenvolvimento” foi realizada no dia 13 de fevereiro, a segunda no dia 20 de fevereiro, a terceira no dia 6 de março, a quarta no dia 13 de março, e a quinta e última será nesta segunda-feira (20/03), sempre no período noturno, a partir das 19h30, no Edifício Casa da Indústria. Os eventos são organizados pelo Sindivest/MS, Sindigraf/MS, Sindical/MS, Sinduscon/MS, Sindicer/MS, Siams, Simemae/MS, Sindepan/MS, Sindmad/MS, Sicadems, Silems, Sindiplast/MS, Sindiecol e Biosul e para participar basta comparecer ao local na hora e na data marcada.

Segmento sucroenergético

Para o presidente da Biosul, Roberto Hollanda Filho, os encontros setoriais cumprem o importante papel de demonstrar a união dos diversos segmentos industriais por meio da Fiems. “No caso específico do segmento sucroenergético, é o momento de contar um pouco da nossa história e das nossas perspectivas, apesar de todas as dificuldades que estamos enfrentando”, analisou.

Roberto Hollanda destaca ainda a relevância da parceria com os sindicatos laborais. “Empresários e trabalhadores precisam se unir para impedir novos cortes que acabam por prejudicar a sociedade como um todo. Nossa voz será ampliada e nossa força será demonstrada durante o evento da próxima segunda-feira”, reforçou.

*Fonte: Fiems

Imagem: Fiems

Sindicatos das indústrias debatem estratégias para enfrentar ameaças à produção

O Simemae/MS (Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Mato Grosso do Sul), o Sindiplast/MS (Sindicato das Indústrias Plásticas e Petroquímicas do Estado) e o Sindmad/MS (Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Móveis em Geral) promovem, nesta segunda-feira (06/03), às 19h30, no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande (MS), a 3ª rodada dos “Encontros Setoriais da Indústria – Compromisso com o Desenvolvimento”.

O evento faz parte de uma série de encontros realizados pelos principais sindicatos das indústrias do Estado com o objetivo de debater as melhores estratégias e alternativas para enfrentar as ameaças ao setor no Estado em meio à crise econômica. Durante esses eventos, os empresários terão a oportunidade de debater a geração de empregos e o aumento da produção, mantendo a competitividade das suas indústrias, além de discutir temas de interesse de cada segmento, tais como os caminhos para enfrentar os novos desafios, empregos e produção como base da economia, a crise e as ameaças para a indústria e produção e emprego e competitividade em risco.

Ao todo, serão realizadas cinco rodadas dos “Encontros Setoriais da Indústria – Compromisso com o Desenvolvimento”, sendo que a primeira foi no dia 13 de fevereiro, a segunda no dia 20 de fevereiro, a terceira será nesta segunda-feira (06/03), a quarta no dia 9 de março e a quinta e última no dia 13 de março, sempre no período noturno, a partir das 19h30, no Edifício Casa da Indústria. Os eventos são organizados pelo Sindivest/MS, Sindigraf/MS, Sindical/MS, Sinduscon/MS, Sindicer/MS, Siams, Simemae/MS, Sindepan/MS, Sindmad/MS, Sicadems, Silems, Sindiplast/MS, Sindiecol e Biosul e para participar basta comparecer ao local na hora e na data marcada.

Líderes empresariais

O presidente do Simemae/MS, Irineu Milanesi, ressalta que a união dos empresários é fundamental neste momento de dificuldades para o setor industrial. “Há pelo menos dois anos enfrentamos sérias dificuldades econômicas. A maior empresa do segmento metalmecânico do Estado enxugou o quadro de 1,5 mil para 300 funcionários. É preciso envidar esforços para que as demissões cessem, para que as empresas voltem a ser competitivas”, declarou.

O presidente do Sindiplast/MS, Zigomar Burille, reforça que a indústria ainda sente os efeitos de uma das piores crises econômicas da história do País, e que a revisão de incentivos fiscais geraria uma “bola de neve” sem precedentes. “O desemprego causado pela crise derrubou a demanda das indústrias. Se perdermos os incentivos, produziremos menos e mais pessoas perderão o emprego, travando a roda da economia de vez”, alertou.

Segundo o presidente do Sindmad/MS, Juarez Falcão, os segmentos metalmecânico, plástico e moveleiro somam, juntos, 1,5 mil empresas em Mato Grosso do Sul. “Esse encontro é para que a nossa voz seja ouvida. Pagamos um absurdo em impostos, a diferença de alíquota para os outros Estados é impressionante, tudo isso derruba a competitividade das empresas locais e dificulta o crescimento da economia”, afirmou.

Serviço – Os Encontros Setoriais da Indústria serão realizados sempre às 19h30 no Edifício Casa da Indústria, localizado na Avenida Afonso Pena, 1.206, Bairro Amambaí, em Campo Grande (MS)

*Fonte: Fiems

Imagem: Fiems

Sindicatos das indústrias vão debater estratégias para enfrentar ameaças à produção

Com a realização dos “Encontros Setoriais da Indústria – Compromisso com o Desenvolvimento”, os principais sindicatos das indústrias de Mato Grosso do Sul vão debater, ao longo das próximas semanas, as melhores estratégias e alternativas para enfrentar as ameaças ao setor no Estado em meio à crise econômica.

Durante esses eventos, os empresários terão a oportunidade de debater a geração de empregos e o aumento da produção, mantendo a competitividade das suas indústrias, além de discutir temas de interesse de cada segmento, tais como os caminhos para enfrentar os novos desafios, empregos e produção como base da economia, a crise e as ameaças para a indústria e produção e emprego e competitividade em risco.

Ao todo, serão realizados quatro “Encontros Setoriais da Indústria – Compromisso com o Desenvolvimento” nas seguintes datas: 13 e 20 de fevereiro e 6 e 13 de março, sempre no período noturno, a partir das 19h30, e no auditório do Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande (MS). Os eventos são organizados pelo Sindivest/MS, Sindigraf/MS, Sindical/MS, Sinduscon/MS, Sindicer/MS, Siams, Simemae/MS, Sindepan/MS, Sindimad/MS, Sicadems, Silems, Sindiplast/MS, Sindiecol e Biosul.

O “1º Encontro Setorial da Indústria – Compromisso com o Desenvolvimento” será promovido nesta segunda-feira (13/02) pelos sindicatos das indústrias do vestuário e têxtil, gráfica e de calçados. Para participar dos eventos, não é necessário que os empresários se inscrevam previamente, bastando comparecer ao local na hora e na data marcada.

Presença

Segundo o presidente do Sindigraf/MS (Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado de Mato Grosso do Sul), Julião Alves Gaúna, o “1º Encontro Setorial da Indústria” servirá para discutir as demandas do empresário. “Todos os empresários das indústrias gráficas estão convidados para discutir conosco as demandas e formas de desenvolver a atividade em 2017”, declarou.

Já o presidente do Sindivest/MS (Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Vestuário, Tecelagem e Fiação de Mato Grosso do Sul), José Francisco Veloso Ribeiro, ressalta que a união dos empresários é fundamental neste momento de dificuldades para o setor industrial. “Faz parte da nossa linha de atuação manter as empresas fortes e unidas para mantê-las competitivas. Por isso, o empresário deve vir discutir conosco formas de repensar o setor, que é estratégico na geração de empregos”, emendou.

O presidente do Sindical/MS (Sindicato das Indústrias de Calçados de Mato Grosso do Sul), João Batista de Camargo Filho, afirma que a pauta de discussão do “1º Encontro Setorial da Indústria” é imprescindível no atual cenário econômico. “Conversar com o empresário neste momento de crise é muito importante diante das dificuldades que temos enfrentado, enquanto muito estão demitindo e mudando para outros Estados”, reforçou.

No dia 20 de fevereiro, será a vez do “2º Encontro Setorial da Indústria”, que será promovido pelos sindicatos das indústrias cerâmicas, da construção civil e extrativa mineral, enquanto no dia 6 de março será realizado o “3º Encontro Setorial da Indústria”, organizado pelos sindicatos das indústrias metalmecânicas, plástica e moveleira. O “4º Encontro Setorial da Indústria” está agendado para o próximo dia 13 de março e será realizado pelos sindicatos das indústrias de alimentos e bebidas, frigorífica, panificação e laticínia.

Serviço – Os Encontros Setoriais da Indústria serão realizad

*Fonte: Fiems

Plataforma de petróleoDivulgação/Petrobras

Produção de petróleo e gás natural registra recorde em dezembro, diz ANP

O país fechou 2016 com um novo recorde na produção de petróleo e gás natural nos campos nacionais. Dados divulgados hoje (2) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que em dezembro a produção de petróleo totalizou 2,73 milhões de barris por dia, superando o recorde anterior, de 2,67 milhões de barris/dia produzidos em setembro.

Já a produção de gás natural chegou a 111,8 milhões de metros cúbicos/dia em dezembro, superando o recorde anterior, de 111,1 milhões de metros cúbicos/dia, registrada em novembro.

Na comparação com dezembro de 2015, a produção de petróleo subiu 7,8%. E a de gás natural foi 11,3% maior.

No total, a produção de petróleo equivalente (petróleo e gás natural) nos campos nacionais fechou dezembro de 2016 em aproximadamente 3,43 milhões de barris de óleo equivalente por dia.

Mais uma vez, o Campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, com extração média de 710 mil barris/dia de petróleo e 30,8 milhões de barris diários de gás natural.

Segundo informações da ANP, a produção de petróleo do Campo de Lula em dezembro do ano passado foi a maior já registrada por um campo no Brasil. O recorde anterior era do mesmo campo, que em novembro do ano passado produziu 663,2 mil barris/dia.

Pré-sal

Os 68 poços produtores na região do pré-sal da Bacia de Santos já respondem atualmente por quase a metade da produção nacional de petróleo e gás natural: 46%.

Em dezembro, a produção dos poços do pré-sal chegou a 1,57 milhão de barris de óleo equivalente (petróleo e gás natural), um crescimento de 8,4% na comparação com novembro: foram 1,26 milhão de barris de petróleo e 49 milhões de metros cúbicos de gás natural.

Campos produtores

De acordo com a ANP, 94,9% de todo o petróleo extraído nos campos nacionais e 78,9% do gás natural foram produzidos em campos marítimos. No total, o país tem 8.573 poços: 755 marítimos e 7.818 terrestres.

Os campos operados pela Petrobras produziram 94,3% do petróleo e do gás natural. Estreito, na Bacia Potiguar, teve o maior número de poços produtores: 1.103. Já Marlim, na Bacia de Campos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores: 63.

A FPSO Petrobras 58, plataforma do tipo semissubmergível que explora, produz, armazena e escoa petróleo e gás natural, foi a Unidade Estacionária de Produção com maior produção do país, com 189,6 mil barris de óleo equivalente. A plataforma atua nos campos de Jubarte, Baleia Azul, Baleia Anã e Baleia Franca.

Queima de gás

Embora a queima de gás natural tenha crescido 13,5% de novembro para dezembro do ano passado, o país manteve o nível de 96,1% de aproveitamento de todo o gás produzido nos campos nacionais.

 

*Fonte: Agência Brasil

Imagem: Agência Brasil

CNI: produção e emprego caem em 2016, mas reagem em relação a 2015

A produção e o emprego na indústria brasileira encerraram 2016 em queda, mas a situação é mais favorável que a verificada em dezembro de 2015. A informação está na pesquisa Sondagem Industrial, divulgada hoje (20) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com a pesquisa, o indicador de produção alcançou 40,7 pontos no último mês do ano passado, ante 47 pontos em novembro. Embora esteja abaixo da linha divisória dos 50 pontos, o que indica queda na produção, o índice supera os 35,5 pontos registrados em dezembro de 2015.

Segundo a CNI, a queda na produção é usual em dezembro devido ao fim das encomendas para o Natal. De acordo com a entidade, o índice de dezembro de 2016 é o melhor em quatro anos.

Já o indicador que mostra a evolução do número de empregados ficou em 44,7 pontos no mês passado, enquanto em novembro estava em 45,8 pontos. Também abaixo dos 50 pontos, o índice melhorou em relação ao resultado de dezembro de 2015, quando o emprego estava em 41,5 pontos.

Para a entidade que representa a indústria, os dados da sondagem de dezembro mostram que “o cenário atual ainda é greve”. Na avaliação da CNI, contudo, “o pior pode ter passado”.

Estoques

Os estoques da indústria terminaram o ano abaixo do desejado, o que indica que pode haver aumento na produção para recompô-los. Segundo a CNI, trata-se de um dado positivo.

O indicador que mede o estoque efetivo em relação ao planejado ficou em 46,5 pontos em dezembro de 2016. Houve queda em relação a novembro, quando o índice era 48,3 pontos, e estabilidade em relação a dezembro de 2015, quando foram registrados 46,6 pontos.

*Fonte: Agência Brasil