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Trimestre fechado em maio teve queda de 0,6% no consumo das famílias, mas PIB cresceu. Marcelo Camargo/Agência Brasil

PIB tem aumento de 0,49% no trimestre encerrado em maio

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, teve um crescimento de 0,49% no trimestre encerrado em maio na comparação com o trimestre fechado em fevereiro. No entanto, em relação ao trimestre encerrado em maio de 2016, o PIB não teve variação.

Os dados foram divulgados hoje (18), no Rio de Janeiro, pelo Monitor do PIB, da Fundação Getulio Vargas (FGV). Analisando-se apenas maio, houve queda de 0,9% na comparação com abril e alta de 0,7% em relação a maio do ano passado.

Comparação com 2016

O trimestre fechado em maio acusou queda de 0,6% no consumo das famílias, quando comparado ao mesmo período do ano passado. Nesse mesmo tipo de comparação, os investimentos tiveram queda de 3,6%.

As exportações registraram crescimento de 1,8%. O mesmo aconteceu com as importações, com alta de 2,3%.

 

*Agência Brasil

Imagem reprodução Fiems

FGV aponta alta de 1,19% do PIB, primeira taxa positiva após 8 trimestres

O monitor do PIB-FGV apontou alta de 1,19% na atividade econômica do país no primeiro trimestre deste ano, segundo dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira (17/05). Esta é a primeira taxa positiva após oito trimestres consecutivos negativos. Ainda na análise da série ajustada sazonalmente, a taxa de março foi positiva em 0,04%, em comparação a fevereiro.

A taxa trimestral móvel do PIB no primeiro trimestre, comparada com o mesmo período do ano anterior, apresentou queda de 0,2%. Nesta comparação, o PIB tem apresentado recuperação desde janeiro de 2016 quando esta taxa apresentou um recuo de 6%. No setor industrial, a única variação negativa apresentada, nesta comparação, é a da atividade de construção (-7,7%), enquanto que no setor de serviços apenas comércio apresenta variação positiva (0,5%).

Consumo das famílias

O consumo das famílias recuou 2,1% no primeiro trimestre na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Após seu pior resultado em janeiro de 2016 (-7,1%), esse componente vem progressivamente se recuperando.

Por categoria de uso, o componente de serviços é o que mais tem contribuído para a taxa negativa do consumo das famílias (em média -1,4 p.p. desde janeiro de 2016). Os demais componentes do consumo das famílias apresentaram progressiva diminuição de sua contribuição negativa, principalmente a partir do final de 2016.

Investimentos

A formação bruta de capital fixo, que mede o quanto as empresas aumentaram os seus bens de capital, ou seja, aqueles que servem para produzir outros bens, teve contração de 4,2% no primeiro trimestre em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior.

Apesar da melhora apresentada na variação da série, devido ao bom desempenho apresentado pelo componente de ‘máquinas e equipamentos’ (+2,8%), o componente de construção tem intensificado sua contribuição negativa para a taxa trimestral interanual da FBCF (-4,5 p.p. para o primeiro trimestre).

Exportação

Após discreta variação positiva na taxa trimestral interanual móvel apresentada em janeiro (+0,5%), a exportação voltou a apresentar recuo nesta comparação com queda de 2,7% no primeiro trimestre, em comparação ao mesmo trimestre em 2016.

O destaque dessa mudança de sinal são os bens intermediários que ampliaram a contribuição negativa em 6,3 p.p de janeiro para março, na taxa trimestral interanual móvel.

Importação

A importação cresceu 10,1% no primeiro trimestre, na comparação com igual período do ano anterior. Este componente apresenta tendência consistente de crescimento. Apesar dessa tendência positiva, o elemento de ‘bens de capital’, mesmo com melhora na variação, ainda se encontra em patamar negativo com queda de 9,2% registrada no primeiro trimestre. O destaque ficou com os

Fonte: Fiems

Imagem Fiems

‘Prévia’ do PIB sobe 1,12% no 1º trimestre e indica fim da recessão

A economia brasileira voltou a crescer no primeiro trimestre deste ano e saiu da pior recessão de sua história, segundo um indicador do nível de atividade divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (15).

O chamado Índice de Atividade Econômica da autoridade monetária, o IBC-Br, registrou crescimento de 1,12% de janeiro a março deste ano, na comparação com o trimestre anterior.

O IBC-BR é um indicador criado para tentar antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB). Os números oficiais do PIB do primeiro trimestre deste ano, porém, serão divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) somente no dia 1º de junho.

O país entrou na chamada “recessão técnica”, que se caracteriza por dois trimestres seguidos de contração do Produto Interno Bruto (PIB), no segundo trimestre de 2015 – quando houve um tombo de 1,9% na atividade econômica.

Se confirmado o resultado positivo no primeiro trimestre deste ano pelo IBGE na divulgação oficial, o Brasil terá interrompido uma série de oito trimestres consecutivos de recuo do nível de atividade.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2015, o PIB teve uma retração de 3,8% e, no ano passado, a economia registrou um encolhimento de 3,6%. Para 2017, a previsão dos bancos é de uma alta de cerca de 0,5% no PIB.

Como a retração nos anos de 2015 e 2016 superou a dos anos 30, essa é a pior crise já registrada na economia brasileira. O IBGE e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) dispõem de dados sobre o PIB desde 1901.

O que diz a equipe econômica

Na semana passada, em cerimônia que marcou um ano da gestão do presidente Michel Temer, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, antecipou que o Brasil já registrou crescimento econômico no primeiro trimestre deste ano, mas acrescentou que o país ainda vive os efeitos da recessão.

“A recessão que encontramos foi maior que a depressão de 1930 e 31. O tempo do verbo é no passado. A recessão que ‘vivemos’. O Brasil já voltou a crescer, mas estamos ainda vivendo os efeitos da recessão. O desemprego está elevadíssimo, deve crescer ainda um pouco, pois tem reação um pouco mais lenta a retomada, mas começa a cair no segundo semestre”, declarou o ministro Meirelles na ocasião.

Os dados ainda não mostram uma recuperação consistente. O comércio varejista, por exemplo, registrou a maior queda para o mês de março em 14 anos e, no primeiro trimestre, apresentou um recuo de 3%. A produção industrial, por sua vez, caiu 1,8% em março em comparação com fevereiro – março mais fraco desde o início da série histórica, em 2002 – embora tenha subido 0,6% no primeiro trimestre.

Para tentar reaquecer a economia, o governo Michel Temer tem anunciado medidas como a liberação de saques das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O Banco Central também vem reduzindo a taxa Selic, o que deve se traduzir em queda dos juros dos empréstimos bancários.

Mês de março e doze meses

Apesar da recuperação no primeiro trimestre, os dados do BC mostram que, somente em março, o nível de atividade registrou retração de 0,44% na comparação com fevereiro. Neste caso, a comparação foi feita após ajuste sazonal.

Foi a primeira queda do indicador neste ano e o maior recuo mensal desde agosto de 2016 – quando foi registrado um tombo de 0,66% no nível de atividade calculado pelo BC. Sem ajuste, houve uma alta de 9,28% no IBC-Br em março deste ano.

Já no acumulado em 12 meses até março, ainda segundo a autoridade monetária, a prévia do PIB (indicador dessazonalizado) do Banco Central registrou contração de 2,78% (sem ajuste, a queda é de 2,63%).

IBC-Br x PIB

Embora o cálculo seja um pouco diferente, o IBC-Br foi criado para tentar ser um “antecedente” do PIB. O índice do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos.

Os resultados do IBC-Br, porém, nem sempre mostraram proximidade com os dados oficiais do PIB, divulgados pelo IBGE. O Banco Central já informou anteriormente que o IBC-Br não seria uma medida do PIB, mesmo que tenha sido criado para tentar antecipar o resultado, mas apenas “um indicador útil” para o BC e para o setor privado.

Recentemente, o BC atualizou a metodologia de cálculo, incorporando novos indicadores, com destaque para a utilização da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) em substituição à Pesquisa Mensal de Emprego (PME), além de outras mudanças.

Definição dos juros

O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros (Selic) do país. Com o menor crescimento da economia, por exemplo, teoricamente haveria menos pressão inflacionária. Atualmente, os juros básicos estão em 11,25% ao ano.

Pelo sistema que vigora no Brasil, o BC precisa ajustar os juros para atingir as metas preestabelecidas de inflação. Quanto maiores as taxas, menos pessoas e empresas ficam dispostas a consumir, o que tende a fazer com que os preços baixem ou fiquem estáveis.

Para 2017, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Desse modo, o IPCA, considerado a inflação oficial do país e medida pelo IBGE, pode ficar entre 3% e 6%, sem que a meta seja formalmente descumprida.

Neste ano, o mercado financeiro, e também a autoridade monetária, acreditam que a inflação oficial ficará abaixo da meta central de 4,5% – algo que não acontece desde 2009. O Banco Central tem dito que mira no centro da meta de inflação de 4,5% nos anos de 2017 e de 2018.

*Fonte: Fiems

A previsão para a retomada econômica do instituto leva em conta a recuperação da indústria e da agropecuária que tem previsão de supersafras de soja e grãos em geral, diz diretor do Ipea. EBC

Ipea projeta crescimento de 0,7% do PIB em 2017

Projeção do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgada hoje (30) indica que o primeiro trimestre deste ano registrará variação positiva do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, de 0,3%, na série com ajuste sazonal, rompendo uma sequência de dados negativos desde o último trimestre de 2014.

Para o ano de 2017, o Grupo de Conjuntura do Ipea projeta um aumento de 0,7% do PIB. O instituto estima crescimento econômico de 3,4% em 2018, com inflação em 4,5%.

Segundo o diretor da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, José Ronaldo de Castro Souza Jr., a previsão para a retomada econômica do instituto leva em conta a recuperação da indústria e da agropecuária que tem previsão de supersafras de soja e grãos em geral.

Segundo o Ipea, estas estimativas consideram um cenário em que não haverá grandes mudanças no ambiente externo, que a situação política doméstica se estabilizará e que o Brasil continuará avançando na estruturação de um arcabouço legal que dê suporte a um novo regime fiscal, condição essencial para a viabilidade da retomada do crescimento.

O diretor explicou que as projeções do Ipea estão condicionadas à aprovação das reformas, principalmente a previdenciária, que devem viabilizar a melhora das contas públicas, a reversão na trajetória de alta da dívida pública federal, que subiu para R$ 3,134 trilhões em fevereiro, e a melhora do ambiente de negócios.

“A gente fez a análise baseada num cenário com reformas. A aprovação ou não de reformas terá grande impacto tanto nas projeções deste ano quanto do ano que vem”, disse Souza Jr. “Se as reformas não forem aprovadas, o cenário fica muito incerto. É essencial que hoje a gente tenha algum nível de certeza sobre a capacidade do governo de reverter a trajetória de dívida pública, que continua em expansão”.

Mais cedo, o Banco Central (BC) reduziu a projeção para o crescimento da economia este ano. A estimativa para a expansão do PIB foi ajustada de 0,8%, estimativa de dezembro, para 0,5%, de acordo com o Relatório de Inflação divulgado hoje.

Inflação

Segundo projeções do Ipea, o processo de desinflação em curso continuará ao longo deste ano e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar o ano em 3,9%, bem abaixo do centro da meta de inflação para o ano (4,5%). Em 2018, à medida que a atividade econômica acelere, a inflação poderá voltar a subir levemente para níveis próximos do centro da meta.

“Estamos em trajetória de queda da inflação e isto dá conforto para as mudanças de política monetária que o Banco Central está implantando. Já há claramente uma redução de expectativa de inflação”, disse o diretor do Ipea.

O BC espera que a inflação fique em 4% este ano. A informação foi divulgada hoje, em Brasília, pelo BC. A estimativa é feita com base em projeções do mercado financeiro para as taxas de juros e de câmbio. Se a projeção se confirmar, ficará abaixo do centro da meta de 4,5%, com limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2018, a projeção do BC é 4,5%, no centro da meta.

Selic

O cenário traçado pelo Grupo de Conjuntura do Ipea é redução de juros, o que pode permitir ao Banco Central reduzir a taxa Selic para 8,75% ao ano no final de 2017 e mantê-la nestes mesmo patamar durante 2018.

Em fevereiro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC anunciou o quarto corte seguido na taxa. Por unanimidade, ele reduziu a Selic em 0,75 ponto percentual, de 13% ao ano para 12,25% ao ano. Esse foi o segundo corte seguido de 0,75 ponto percentual. A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 11 e 12 de abril.

 

*Fonte: Agência Brasil

O Produto Interno Bruto da América Latina e do Caribe deve expandir 1,3% este ano e 2,1% em 2018.  Marcello Casal Jr/Agência Brasil

ONU prevê queda de 3,2% do PIB brasileiro em 2016 e alta de 0,6% este ano

Depois de dois anos consecutivos de contração econômica, a Organização das Nações Unidas (ONU) estima que a América Latina e o Caribe vão retomar o crescimento este ano, mas destaca que a recuperação será moderada devido a dificuldades tanto externas quanto internas dos países. As informações constam do relatório Situação Econômica Mundial e Perspectivas 2017, divulgado hoje (17) em Nova York.

O estudo prevê que o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos pelo país) da América Latina e do Caribe deve expandir 1,3% este ano e 2,1% em 2018, depois de uma retração estimada de 1% no ano passado. O relatório projeta queda de 3,2% do PIB do Brasil em 2016 e alta de 0,6% este ano e de 1,6% em 2018.

A ONU espera que a recuperação da região seja sustentada por uma maior demanda externa, pelo aumento nos preços das commodities (produtos primários com cotação internacional) e por uma política monetária menos restritiva na América do Sul em um contexto de inflação mais baixa.

América do Sul

As Nações Unidas estimam que o PIB da América do Sul recuou 2,3% em 2016 devido às fortes recessões na Argentina, no Brasil, Equador e na Venezuela. O crescimento no Chile e na Colômbia também desacelerou desde 2015. Entre os poucos países com crescimento na sub-região estão a Bolívia e o Peru, que enfrentaram a desaceleração regional com um vigoroso aumento do consumo privado e governamental.

Segundo projeção da ONU, a América do Sul terá uma leve recuperação econômica nos próximos dois anos. O crescimento estimado é de 0,9% em 2017 e de 2% em 2018. Espera-se que a Argentina e o Brasil, as duas maiores economias da região, saiam do período recessivo. O documento ressalta, no entanto, que a retomada no Brasil pode ser mais demorada, pois o crescente desemprego, o ajuste fiscal em curso e o maior endividamento continuam afetando a demanda doméstica.

Riscos

Na América Latina e no Caribe, os principais fatores de risco para a retomada econômica são uma desaceleração da China, importante consumidora de commodities, a possível adoção de medidas protecionistas por parte do governo norte-americano de Donald Trump, que toma posse na sexta-feira (20), e novas turbulências nos mercados financeiros.

O relatório mostra que as perspectivas de crescimento em médio prazo para muitas economias latino-americanas e caribenhas estão caindo por causa de persistentes fragilidades estruturais, incluindo uma alta dependência de matérias-primas e um baixo crescimento da produtividade.

A ONU alerta que um longo período de baixo crescimento na região pode comprometer os avanços sociais conquistados na década passada e atrapalhar o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os 17 ODS, expressos em 169 metas, representam o eixo central da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, que entrou em vigor no dia 1º de janeiro de 2016. Assim, o documento sugere uma reorientação das políti

 

*Fonte: Agência Brasil

Imagem: Agência Brasil

Projeção para inflação cai para 6,69%; piora estimativa para o PIB

O mercado financeiro, consultado pelo Banco Central (BC), reduziu a projeção de inflação para este ano pela quarta vez seguida. A estimativa de inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 6,72% para 6,69%.

Para 2017, a taxa foi mantida em 4,9% há três semanas. As estimativas fazem parte de pesquisa Boletim Focus feita pelo BC ao mercado financeiro sobre os principais indicadores econômicos. As projeções ultrapassam o centro da meta que é de 4,5%. O teto da meta é 6,5% este ano, e 6% em 2017. O boletim é divulgado às segundas-feiras, em Brasília.

Recessão

A projeção de instituições financeiras para a queda da economia (Produto Interno Bruto – PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país) este ano, piorou ao passar de 3,49% para 3,43%. Para 2017, a expectativa de crescimento foi alterada de 0,98% para 0,80%, na sétima redução consecutiva.

A projeção para a taxa básica de juros, a Selic, para o final de 2017 caiu de 10,75% para 10,50% ao ano. Na última semana, a Selic foi reduzida em 0,25 ponto percentual para 13,75% ao ano.

A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia.

Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom reduz o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação.

 

*Fonte: Agência Brasil

Imagem: Agência Brasil

IBGE: PIB cai 0,8 % no terceiro trimestre e tem a sétima queda seguida

O Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, fechou o terceiro trimestre do ano com queda de 0,8% em relação ao trimestre anterior. Com isso, o país registra o sétimo trimestre seguido de retração da economia. Já no resultado acumulado do ano até setembro, o PIB apresentou recuo de 4% em relação a igual período de 2015, maior queda para este período desde o início da série em 1996.

Em valores correntes, o PIB alcançou R$ 1,580 trilhão. Os dados das Contas Nacionais Trimestrais foram divulgados hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na análise dos subsetores da economia, a agricultura teve retração de 1,4% no período, a indústria caiu 1,3% e o setor de serviços registrou queda de 0,6%.

Os dados do IBGE mostram ainda que o consumo das famílias caiu 0,6% e o do governo, 0,3%. Já a Formação Bruta de Capital Fixo, que são os investimentos, recuou 3,1%.

No setor externo, as exportações de bens e serviços caíram 2,8% e as importações recuaram 3,1%.

 

*Fonte: Agência Brasil