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Empresários e lideranças comunitárias discutem reformas em debate na Fiems

Empresários e lideranças comunitárias reuniram-se com o presidente da Fiems, Sérgio Longen, nesta segunda-feira (15/05), no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande (MS), para conhecer a fundo e debater as mudanças propostas pelas reformas trabalhista, política, tributária e previdenciária, bem como a Lei da Terceirização. O evento, que faz parte da programação do Mês da Indústria e tem o patrocínio do Sebrae/MS, contou com a presença do jornalista e comentarista político Heraldo Pereira, da Rede Globo.

Segundo Sérgio Longen, o evento foi promovido com o objetivo de debater os principais assuntos que tramitam no Congresso Nacional e, sobretudo, levar à bancada federal o posicionamento das instituições presentes. “Divergências de opinião são válidas, desde que haja conhecimento. Por isso, assumimos o compromisso de levantar o debate, de convidar diversos segmentos representativos da sociedade, para que possamos avaliar o que são as reformas de fato, o que elas propõem”, disse.

Na oportunidade, o presidente da Fiems destacou os principais pontos de cada reforma, com ênfase às mudanças propostas e aos reflexos diretos no setor produtivo. “Falando da reforma Trabalhista, faço questão de destacar o seguinte dado: o Brasil tem 3% da população mundial e concentra 98% das ações trabalhistas do planeta. Essa informação foi divulgada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Luís Roberto Barroso, durante evento em Londres, e ilustra a insegurança jurídica que permeia as relações trabalhistas atualmente”, pontuou.

Já em relação à reforma da Previdência, Longen citou outro dado alarmante, também levantado pelo ministro Barroso. “Os 32 milhões de aposentados brasileiros da iniciativa privada custam o mesmo que um milhão de aposentados do poder público. Isso significa que a maioria pobre dá dinheiro à minoria endinheirada. Além disso, considerando o crescimento da população e da expectativa de vida, muito em breve teremos mais aposentados do que contribuintes. O rombo será inevitável”, analisou.

Sobre a reforma política, o presidente da Fiems defendeu o fim de eleições a cada dois anos, situação que onera consideravelmente os cofres públicos. Em relação à reforma Tributária, ele defendeu a discussão acerca dos incentivos fiscais, que colocam Estados como o Mato Grosso do Sul em pé de igualdade com grandes centros industriais. “Por outro lado, vejo com preocupação a possibilidade da criação de novos tributos. É preciso ficar atento a este aspecto”, falou.

O jornalista Heraldo Pereira classificou como fundamental o debate neste momento de reformas tão importantes para a sociedade como um todo. “Há alguns anos atrás, era impossível ver reunidos, numa mesma sala, representantes de patrões e empregados discutindo algo de extrema relevância, como é o caso das reformas. Isso, por si só, já representa um avanço significativo”, declarou.

Heraldo também afirmou que o Governo Federal tem uma base muito comprometida no Congresso e que é preciso um trabalho de convencimento junto aos parlamentares para que eles tenham segurança nas votações.

Empresários

O empresário do segmento gráfico, Julião Flaves Gaúna, destacou a união entre representantes dos setores laboral e patronal pelo equilíbrio de condições de produção e de trabalho. “Sabemos que os resultados não serão imediatos. Mas é preciso persistir, pelo simples fato de saber que, do jeito que está, não temos mais condições de avançar”, falou.

Para o empresário do segmento cerâmico, Luiz Cláudio Sabedotti Fornari, a atitude da Fiems de estimular o debate é louvável. “Sem medo ou preocupação de passar uma falsa impressão elitista, a entidade se prontificou a contribuir de maneira séria e responsável com as principais discussões que envolvem, hoje, a sociedade brasileira”, ponderou.

O presidente da Associação de Moradores do setor IV do Bairro Aero Rancho, Íris Pires Louveira, declarou que parte da sociedade está contra as reformas porque não entende exatamente como elas funcionam. “Vamos passar adiante o que foi dito aqui, porque é muito interessante que o Brasil vá para frente. Sou a favor das reformas, acho que nosso País está enterrado. Foi dito aqui hoje, por exemplo, que 32 milhões de pessoas pagam para uma pessoa receber o benefício, então, injustiças como essa têm que ser corrigidas”, afirmou.

Da mesma maneira, a presidente da Associação de Moradores do Bairro Caiçara, Maria Barbosa Barros, considera a reunião uma oportunidade de levar conhecimento adiante. “É importante aprender para que possamos repassar para as pessoas mais simples do bairro e, assim, ajudar para que outros moradores entendam também. O que vimos aqui com certeza será passado para frente”, disse.

Rinaldo Salomão, presidente do STIAA/CG (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins de Campo Grande e Região), acrescentou que, mesmo com algumas avaliações divergentes, empregados e empregadores têm o mesmo objetivo: voltar a ver a economia crescer. “Como defensor da democracia, sou defensor do debate, do diálogo. Por isso estou aqui hoje, e parabenizo a iniciativa da Fiems”, finalizou.

*Fonte: Fiems

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Exército apresenta oportunidade de negócios a empresários de MS

Por intermédio da Fiems, empresários de Mato Grosso do Sul receberam do comandante de logística do Exército, general de Exército Guilherme Cals Theophilo de Oliveira, orientações sobre como fornecer produtos às tropas que atuam em missões de paz da ONU (Organização das Nações Unidas) no exterior. Durante mais de duas horas de reunião realizada nesta quarta-feira (03/05), no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande (MS), o militar explicou que, atualmente, 1.303 militares atuam nas operações fora do País, o que demanda a compra de todo de suprimento, especialmente gêneros alimentícios e têxteis.

“Trata-se de uma grande oportunidade para, além de fomentar a economia local, o empresário fechar negócio com uma instituição de credibilidade como o Exército”, avaliou o presidente da Fiems, Sérgio Longen. “Entendemos que o empresário de Mato Grosso do Sul tem, sim, condições de avançar neste nicho de forma a atender a essa demanda do Exército brasileiro. A ideia da Fiems é construir um grupo de apoio aos empresários que demonstrem interesse nesta oportunidade, dando todo o suporte e orientação necessária”, emendou Longen.

O comandante de logística do Exército afirmou que está percorrendo diversos Estados apresentando a empresários essa demanda por suprimentos. “Acreditamos que grande parte dos empresários desconhece que o Exército é um comprador em potencial de produtos e serviços. Precisamos de gêneros alimentícios secos e frigorificados, ração animal e produtos veterinários, fardamento, equipamento individual, que vai de barracas a colchões a capacetes e coletes”, exemplificou o general Theophilo durante a apresentação para os empresários. “A mesma empresa, de Santa Catarina, por mais de dez anos fornece as fardas, não é possível que não haja outra que fabrique roupas”, emendou.

Segundo o comandante, está em curso a logística para retirada das tropas brasileiras do Haiti, prevista para outubro, e, para maio de 2018, uma nova missão deve ser enviada para o Líbano ou à República Central Africana. “Só aí serão mais de 1.300 homens, que consomem todo tipo de produto”, destacou. “Hoje, só 17, das 8.777 empresas habilitadas para vender para a ONU são brasileiras”, exemplificou, ainda.

Representando o Governo do Estado na reunião, o titular da Semagro (Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familia), Jaime Verruck, considerou que apresentar possibilidades de novos negócios para o empresário sul-mato-grossense é fundamental no momento de crise. “O empresário está de olho na economia local, mas, se não há mercado interno, os olhares se voltam para o externo. O Governo se coloca à disposição para capacitar e orientar o empresariado no que for preciso”, declarou.

Empresários

O gerente da Fazenda Dom Rodrigo, Osmar Marques, esteve na reunião interessado em fornecer hortifrútis para o Exército. “Trabalhamos com todo tipo de folhas e legumes, tanto orgânicos, quanto hidropônicos, e distribuímos para mercados locais, mas estamos atentos a esta possibilidade de expandir e vender para o Exército”, comemorou o funcionário da fazenda que fica em Campo Grande.

Da Congrelaje, o engenheiro de produção Fábio Henrique de Souza avaliou que a reunião abriu portas para uma série de negócios. “Temos expertise nas áreas de obras, então, viemos conhecer as demandas do Exército para analisar a viabilidade de qualquer operação, além de estreitar os laços e abrir portas com o Exército”, disse.

Diretor da Jandaia Reflorestamento e Agropecuária, Adiel Panassiol destacou a credibilidade do Exército enquanto instituição. “Nossa empresa atua com projetos de reflorestamento e fabricação de madeira nobre, então mantemos contato constante com novas oportunidades de negócios, principalmente quando se trata do Exército, uma das poucas instituições que ainda têm credibilidade”, finalizou.

Serviço – Para mais informações, o empresário pode acessar a Cartilha do Fornecedor, elaborada pelo Exército e disponibilizada no link www.colog.eb.mil.br/arquivos/Cartilha_Original.pdf

*Fonte: Fiems

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capacitação sobre mecanismos de financiamentos voltados à exportação

Em parceria com o Sebrae, o CIN (Centro Internacional de Negócios) da Fiems promove, no próximo dia 11 de maio, das 7h30 às 17h30, na sala de treinamento do IEL, em Campo Grande (MS), a capacitação “Mecanismos de Financiamentos às Exportações”, com o instrutor Eduvaldo Gorini, cientista econômico especialista em Comércio Exterior. As empresas interessadas em participar ainda podem se inscrever clicando neste link.

Segundo a gerente do CIN da Fiems, Fernanda Barbeta, a capacitação proporcionará informações aprofundadas sobre as principais linhas de financiamento à exportação, como BNDES-EXIM, ACC/ACE, PROEX, PROGER Exportação e mecanismos de garantias. “As linhas de financiamento são uma importante ferramenta para facilitar a atuação das empresas nacionais no mercado internacional, garantindo melhores condições de competitividade aos produtos a serem exportados”, detalhou.

Ela acrescenta que o CIN da Fiems considera primordial que o empresário, antes da decisão pela exportação, tenha maior conhecimento sobre o tema para lhe auxiliar na tomada de decisões. Por isso, de acordo com Fernanda Barbeta, o instrutor Eduvaldo Gorini vai direcionar a capacitação nesse sentido, valendo-se do conhecimento adquirido como graduado em Ciências Econômicas pela Faculdade de Administração e Economia (FAE), especialização em Comércio Exterior pela Universidade Católica de Brasília e em Controladoria e Gestão Empresarial pela PUC Minas.

Serviço – Os interessados podem obter mais informações pelo telefone (67) 3389-9251 ou pelo e-mail internacional@fiems.com.br

*Fonte: Fiems

Imagem: Agência Brasil

Quantidade de carne exportada cai em abril, mas valor das exportações sobe

A quantidade de carne exportada pelo Brasil caiu 13,3% em abril, na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou nesta terça-feira (2) o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Entretanto, se considerado o valor das exportações, que é o resultado da quantidade embarcada e também do preço dos produtos, houve alta de 0,2% nas vendas de carne brasileira ao exterior em abril, na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Abril foi o primeiro mês completo após a deflagração, pela Polícia Federal, da Operação Carne Fraca, em 17 de março. Após a operação, que denunciou corrupção de fiscais agropecuários e indícios de venda de carne estraga ou vencida, alguns países restringiram as compras de carne brasileira.

Boa parte dos países que restringiram importações já retomou as compras de carne brasileira. Alguns deles, porém, ainda mantém as barreiras.

Segundo o MDIC, a quantidade exportada de carne bovina, suína, de frango, além de enchidos de carne, tripas e miudezas, atingiu 476 mil toneladas em abril, com uma média de 26,44 mil toneladas por dia útil.

No mesmo mês do ano passado, o volume foi bem maior: 611 mil toneladas. Mas abril de 2016 teve dois dias úteis a mais. A média diária, por sua vez, somou 30,55 mil toneladas em abril do ano passado.

A comparação pela média por dias úteis é considerada mais apropriada por especialistas, pois elimina a diferença por conta de menos ou mais dias úteis entre os períodos.

De acordo com o secretário de Comércio Exterior do MDIC, Abrão Neto, a queda no volume de carne vendida ao exterior em abril pode ter relação com a Operação Carne Fraca.

“Todos acompanharam a extensão dessa operação e como afetou as exportações. Mas houve uma ação pronta do governo brasileiro ao restabelecimento dos mercados. Ao longo do tempo, se espera um retorno aos mercados. Mas não é exclusivamente da operação. Há restrições de pagamento [em alguns países]”, declarou ele.

Preço sobe

Apesar da queda na quantidade exportada das carnes, o preço dos produtos registrou crescimento no mês passado, contra abril de 2016. Nesta comparação, os preços avançaram 15,7%.

Ao considerar o valor das exportações, que é resultado da quantidade embarcada e também do preço dos produtos, houve um aumento de 0,2% na comparação entre abril e o mesmo mês do ano passado.

Em abril deste ano, que teve 18 dias úteis, as exportações de carne somaram US$ 1,07 bilhão, contra US$ 1,19 bilhão no mesmo mês do ano passado, que contou com 20 dias úteis, informou o MDIC.

Pela média diária, o valor das exportações ficou em US$ 59,67 milhões em abril deste ano, contra US$ 59,55 milhões no mesmo mês de 2016.

Balança comercial total

Em todo mês de abril, as exportações brasileiras superaram as importações em US$ 6,96 bilhões. Assim como no caso das carnes, o preço dos produtos subiu, de uma forma geral, contribuindo para um aumento do saldo comercial.

Na parcial deste ano, por exemplo, a quantidade de produtos exportados recuou 0,3%, mas o preço dos produtos brasileiros ficou 22,1% maior. De acordo com o MDIC, a queda da quantidade total exportada está relacionada, principalmente, com menores vendas externas de milho.

*Fonte: Fiems

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Produção da indústria sobe 1,1% em março ante 2016, mas cai 1,8% em relação a fevereiro

A produção da indústria brasileira caiu 1,8% em março em comparação com fevereiro. No entanto, frente a março de 2016, a atividade fabril teve expansão de 1,1%, após cair 0,8% em fevereiro e avançar 1,4% em janeiro. Os números foram divulgados nesta quarta-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nos três primeiros meses, o setor industrial acumula alta de 0,6%. No trimestre, é a primeira alta desde 2014. No entanto, no acumulado dos últimos 12 meses, houve recuo de 3,8% em março, prosseguindo, segundo o IBGE, com a redução no ritmo de queda iniciada em junho de 2016 (-9,7%).

 

Segmentos da indústria

 

Em relação a fevereiro, houve recuo da atividade industrial em todas as quatro grandes categorias econômicas e 15 dos 24 ramos pesquisados. As principais influências negativas foram registradas por veículos automotores, reboques e carrocerias (-7,5%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-23,8%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-3,3%).

Entre as grandes categorias econômicas, a de bens de consumo duráveis recuou 8,5%, eliminando o avanço de 8% registrado em fevereiro. Foi o recuo mais intenso desde junho de 2015 (-13,2%). O de bens intermediários caiu 2,5%, interrompendo quatro meses consecutivos de expansão na produção, período em que acumulou ganho de 3,4%.

O de bens de capital também caiu 2,5%, após avançar 5,9% em fevereiro. E o de bens de consumo semi e não-duráveis registrou retração de 1,8%, assinalando o segundo mês seguido de redução na produção e acumulando em dois meses perda de 3,2%. Na comparação com março de 2016, houve resultados positivos em três das quatro grandes categorias econômicas e 16 dos 26 ramos pesquisados. Entre os ramos, veículos automotores, reboques e carrocerias (10,9%) e indústrias extrativas (7,0%) exerceram as maiores influências positivas.

A categoria de bens de consumo duráveis cresceu 8,5%, e a de bens de capital, 4,5%, assinalando os avanços mais acentuados. O segmento de bens intermediários avançou 0,5%. Por outro lado, o setor produtor de bens de consumo semi e não-duráveis teve redução de 0,5%. O segmento de bens de consumo duráveis teve o 5º resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação, mas menos intenso do que o registrado no mês anterior (20,1%), impulsionado pelos avanços na fabricação de automóveis (13,2%) e de eletrodomésticos da “linha marrom”.

 

*Fonte: Fiems

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Especialista detalha formação de preço de exportação em curso

Empresários e gestores de diversos segmentos da indústria sul-mato-grossense participaram, nesta terça-feira (18/04), na sede do IEL em Campo Grande (MS), da capacitação “Formação do Preço de Exportação e Análise da Competitividade em Mercados Externos”, promovida pelo CIN (Centro Internacional de Negócios) da Fiems em parceria com o Sebrae Nacional.

O consultor de logística e comércio internacional Guilherme Bergmann Borges Vieira, que é administrador pós-doutor em Engenharia de Produção com ênfase em Gestão de Operações e Logística e foi o instrutor da capacitação, destacou que a necessidade da criação de um curso sobre formação de preço foi identificada inicialmente entre alunos de cursos de graduação.

“Depois percebemos que os questionamentos extrapolavam os muros da universidade. Hoje, sabemos que algumas das principais dúvidas são referentes à transformação do preço cobrado no mercado interno para o mercado externo e como saber se esse valor é competitivo no mercado de destino”, pontuou Guilherme Vieira.

Escolha do tema

Segundo a gerente do CIN da Fiems, Fernanda Barbeta, o tema foi definido após identificar a demanda junto a empresários em capacitações anteriores. “Percebemos que muitas empresas têm a intenção de exportar seus produtos, mas desconhecem o processo de formação de preços. O ato de compor preços para o mercado externo precisa considerar uma série de fatores específicos, como os custos com a logística de transporte, por exemplo”, detalhou.

Ela acrescenta que, além disso, o curso simulou os custos internados dos produtos em diferentes mercados de destino, avaliando sua competitividade nesses mercados. “Ao longo da formação, as empresas participantes tiveram a oportunidade de conhecer mais sobre os incentivos fiscais existentes e a forma como esses benefícios devem ser considerados na formação dos preços de exportação”, afirmou.

Além disso, o curso vai simular os custos internados dos produtos em diferentes mercados de destino, avaliando sua competitividade nesses mercados”, detalhou Fernanda Barbeta, acrescentando que o objetivo foi dar suporte aos empresários de Mato Grosso do Sul para a internacionalização de seus negócios. “Saber formar o preço de seu produto para exportação é essencial para garantir sucesso nas negociações”, concluiu.

Realidades distintas

Entre os participantes da capacitação, várias realidades distintas. Paulo Gonçalves Filho é consultor na Cold Line Brasil, empresa de refrigeração comercial com sede em Campo Grande, e contou que já exporta para o Paraguai e para a Bolívia. “Iniciamos o processo de exportação recentemente, há cerca de um ano. Por isso decidimos participar da capacitação, com o objetivo de estabelecer preços mais competitivos e fomentar novos mercados no Mercosul”, informou.

Já Walter Ferreira Cruz, gerente-geral da indústria panificadora Saborzitos, contou que a empresa começou a avaliar a viabilidade de exportar produtos há pouco tempo. “É a primeira capacitação voltada para o comércio exterior que participamos. Estamos de olho no mercado de países vizinhos, mas, antes de nos aventurarmos, vamos participar de mais alguns cursos para entender melhor o processo”, avisou.

Guilherme Delamare participou da capacitação representando a trader Corex, que trabalha com importação e exportação de carne bovina. “Mesmo já estando inseridos no contexto da comercialização internacional, decidimos participar do curso com o objetivo principal de entender mais profundamente a questão tributária”, relatou.

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Idade mínima da aposentadoria deve subir a cada dois anos a partir de 2020

As idades mínimas da nova aposentadoria, previstas para partir dos 50 anos (mulher) e 55 anos (homem), começarão a subir em 2020, segundo mudanças acordadas entre o governo e o relator da Previdência, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA).

Para quem é vinculado ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e vai se aposentar por tempo de contribuição, o piso etário chegará a 65 anos em 2038, de acordo com a versão do relatório fechada nos últimos dias.

Nesse modelo, a ideia é criar uma trava para evitar que o trabalhador fique perseguindo a idade mínima sem conseguir se aposentar, já que ela subirá, a cada 2 anos, 1 ano para homens e 1 ano e 6 meses para mulheres.

O primeiro critério a ser observado é o pedágio de 30% sobre o tempo de contribuição que falta para a aposentadoria. Hoje a regra exige 30 anos de contribuição para mulheres e 35 para homens.

Depois, o trabalhador deve calcular quando completará o requisito do pedágio e observar a idade mínima exigida para aquele ano.

Uma mulher que termina de cumprir o pedágio em 2022, por exemplo, poderá se aposentar com 53 anos -mesmo que ela só complete essa idade anos depois.

Todas as mudanças dependem de aprovação do Congresso. Na terça (18), o relator apresentará o parecer à comissão especial da Câmara. A ideia é votá-lo na semana que vem e fazer a votação em primeiro turno no plenário da Câmara na primeira quinze de maio.

Para evitar mudanças no Senado, o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), foi escalado por Temer para tentar blindar a ofensiva do líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), sobre a base aliada.

A ideia é que, aprovado o texto na Câmara em maio, o presidente promova em junho um jantar com a base aliada em no Senado para fazer um apelo pela manutenção da proposta aprovada.

Servidor

Outra mudança prevista, segundo a Folha apurou, afeta os servidores públicos federais que ingressaram antes de 2003. Eles têm direito a paridade e integralidade -ou seja, se aposentam com um valor igual ao último salário e recebem o mesmo reajuste de quem está na ativa.

A ideia é incluir no relatório que quem quiser manter esse direito deverá cumprir a nova regra de aposentadoria e ir direto para a idade mínima de 65 anos, sem transição.

O texto do governo permitia a esses servidores a integralidade e a paridade.

A proposta inicial enviada pelo presidente Michel Temer previa transição, com pedágio de 50%, para homens a partir de 50 anos e mulheres a partir de 45. O modelo foi considerado duro pelos parlamentares e será alterado.

Já o tempo de contribuição para o benefício integral foi reduzido de 49 para 40 anos.

Para isso, porém, diminui-se o valor de partida: quem tiver 65 anos e 25 anos de contribuição terá direito a 70% da média salarial, e não 76%, como previa o texto original.

O percentual de 70% subirá 1,5 ponto percentual de 25 a 30 anos de contribuição; 2 pontos dos 30 aos 35 anos; e 2,5 pontos dos 35 aos 40.

Outra mudança que reduz o valor do benefício é que esse novo percentual deve incidir sobre a média de todas as contribuições do trabalhador, em vez de ser calculado em cima das 80% maiores contribuições, como é hoje.

As regras que serão previstas no relatório vão variar porque hoje há muitas situações distintas. Para policiais, por exemplo, que hoje não têm idade mínima, a ideia é chegar aos 60 anos em 2038. Para categorias que hoje têm idade mínima, a idade subirá um ano a cada dois anos.

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Fiems passa a disponibilizar cadastro industrial de mais de 8,9 mil empresas

Com atualização mensal, o Radar Industrial da Fiems passa a disponibilizar, por e-mail, o Cadastro Industrial, um guia que lista milhares de empresas em Mato Grosso do Sul e pode ser uma rica ferramenta de busca para novos negócios. Além disso, o Cadastro contribuirá para promover a integração entre as indústrias do Estado, seus fornecedores e possíveis clientes.

Por meio desse guia, os interessados terão acesso a informações como CNPJ, razão social, município onde está instalada a indústria, porte, segmento industrial, CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) principal e secundário, endereço com CEP, telefone, contato e e-mail. Ao todo, o Cadastro Industrial da Fiems traz informações de 8.974 estabelecimentos, sendo 1.242 de pequeno, médio e grande porte.

“Todos os 1.242 estabelecimentos de pequeno porte em diante foram checados e 968 tiveram seus dados cadastrais revalidados”, detalhou o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, acrescentando que os 7.732 estabelecimentos industrias de porte micro não passaram pela verificação cadastral em decorrência da priorização feita para os estabelecimentos de pequeno, médio e grande porte, pois integram o conjunto mais representativo da atividade industrial do Estado.

Os segmentos industriais contemplados no Cadastro são: indústria da construção, indústria de alimentos e bebidas, indústria metalmecânica, indústria de produtos minerais não metálicos, indústria têxtil, do vestuário e artefatos de tecido, indústria da borracha, couros e indústrias diversas, indústria química, do etanol, produtos farmacêuticos e veterinários, serviços industriais de utilidade pública, indústria da madeira e do imobiliário, indústria extrativa, indústria do papel, papelão, editorial e gráfica e indústria do material elétrico e de comunicações.

Ezequiel Resende informa que os interessados no guia têm de pagar R$ 200,00 na forma de boleto com vencimento para sete dias. No caso de Pessoa Jurídica, os documentos necessários para cadastro de cliente são Cartão CNPJ, enquanto para Pessoa Física são necessários cópia do CPF e RG. “Para solicitar o cadastro ligue para (67) 3389-9136 ou 3389-9146, sendo que, após a confirmação do pagamento, o arquivo do Cadastro Industrial, no formato de Excel, é enviado por e-mail”, reforçou.

Serviço – Para solicitar o Cadastro Industrial da Fiems basta ligar para os telefones (67) 3389-9136 ou 3389-9146

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Capacitação sobre preços de exportação ocorre na terça-feira

O CIN (Centro Internacional de Negócios) da Fiems, em parceria com o Sebrae, promove, nesta terça-feira (18/04), das 7h30 às 17h30, na sede do IEL em Campo Grande (MS), a capacitação “Formação de Preço de Exportação”. O instrutor é o consultor de logística e comércio internacional Guilherme Bergmann Borges Vieira e as empresas interessadas em participar ainda podem se inscrever clicando no link http://mundosphinx.com.br/app/cni_v2/index.php?acesso=cap_formac-preco-export.

Segundo a gerente do CIN da Fiems, Fernanda Barbeta, essa capacitação abordará os principais fatores a serem considerados na formação do preço de exportação, bem como suas variações de acordo com o Incoterms escolhido. “Ao longo dessa formação, as empresas participantes terão a oportunidade de conhecer mais sobre os incentivos fiscais existentes e a forma como esses benefícios devem ser considerados na formação dos preços de exportação. Além disso, o curso vai simular os custos internados dos produtos em diferentes mercados de destino, avaliando sua competitividade nesses mercados”, detalhou.

Fernanda Barbeta acrescenta que o objetivo é dar suporte aos empresários de Mato Grosso do Sul para a internacionalização de seus negócios. “Saber formar o preço de seu produto para exportação é essencial para garantir sucesso nas negociações”, afirmou, completando que Guilherme Bergmann Borges Vieira é pós-doutor e graduado em 1993 pela Universidade do Rio Sinos em Administração – Habilitação em Comércio Exterior.

Atualmente, o palestrante é professor adjunto da Universidade de Caxias do Sul e consultor de logística e comércio internacional, tendo experiência nas áreas de Administração e Engenharia de Produção com ênfase em Gestão de Operações e Logística. “Ele publicou 45 artigos em periódicos nacionais e internacionais, 42 trabalhos completos publicados em anais de congressos, 21 capítulos de livros e seis livros publicados ou organizados. Tem ministrado cursos de capacitação pela Aduaneiras e por diversas Federações de Indústrias de todo o País desde o ano de 2001”, detalhou.

Serviço – Os interessados podem obter mais informações pelo telefone (67) 3389-9251 ou pelo e-mail internacional@fiems.com.br 

-*Fonte: Fiems

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Fiems passa a disponibilizar cadastro industrial de mais de 8,9 mil empresas

Com atualização mensal, o Radar Industrial da Fiems passa a disponibilizar, por e-mail, o Cadastro Industrial, um guia que lista milhares de empresas em Mato Grosso do Sul e pode ser uma rica ferramenta de busca para novos negócios. Além disso, o Cadastro contribuirá para promover a integração entre as indústrias do Estado, seus fornecedores e possíveis clientes.

Por meio desse guia, os interessados terão acesso a informações como CNPJ, razão social, município onde está instalada a indústria, porte, segmento industrial, CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) principal e secundário, endereço com CEP, telefone, contato e e-mail. Ao todo, o Cadastro Industrial da Fiems traz informações de 8.974 estabelecimentos, sendo 1.242 de pequeno, médio e grande porte.

“Todos os 1.242 estabelecimentos de pequeno porte em diante foram checados e 968 tiveram seus dados cadastrais revalidados”, detalhou o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, acrescentando que os 7.732 estabelecimentos industrias de porte micro não passaram pela verificação cadastral em decorrência da priorização feita para os estabelecimentos de pequeno, médio e grande porte, pois integram o conjunto mais representativo da atividade industrial do Estado.

Os segmentos industriais contemplados no Cadastro são: indústria da construção, indústria de alimentos e bebidas, indústria metalmecânica, indústria de produtos minerais não metálicos, indústria têxtil, do vestuário e artefatos de tecido, indústria da borracha, couros e indústrias diversas, indústria química, do etanol, produtos farmacêuticos e veterinários, serviços industriais de utilidade pública, indústria da madeira e do imobiliário, indústria extrativa, indústria do papel, papelão, editorial e gráfica e indústria do material elétrico e de comunicações.

Ezequiel Resende informa que os interessados no guia têm de pagar R$ 200,00 na forma de boleto com vencimento para sete dias. No caso de Pessoa Jurídica, os documentos necessários para cadastro de cliente são Cartão CNPJ, enquanto para Pessoa Física são necessários cópia do CPF e RG. “Para solicitar o cadastro ligue para (67) 3389-9136 ou 3389-9146, sendo que, após a confirmação do pagamento, o arquivo do Cadastro Industrial, no formato de Excel, é enviado por e-mail”, reforçou.

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