Posts

Indústrias têm o maior percentual de pedidos de falência (39%). Depois, aparecem o setor de serviços (35%) e o comércio (26%) .    Arquivo/Agência Brasil

Pedidos de falência têm queda de 9,9% entre janeiro e março

Os pedidos de falência caíram 9,9% em todo o país no acumulado dos três primeiros meses do ano, na comparação com o mesmo período de 2016. A informação foi dada ontem (5), em São Paulo, pela Boa Vista – Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC). Em março, houve queda de 5,2% na comparação com o ano anterior.

Segundo a pesquisa, as falências decretadas no trimestre subiram 7,6%. Na comparação com março de 2016, houve alta de 6,9%. Os pedidos de recuperação judicial apresentaram queda de 15,2% em três meses e alta de 14,6% em relação a março do ano passado. As recuperações judiciais aumentaram 10,2%, alta de 22,2% em relação a março de 2016.

As pequenas empresas foram as mais afetadas porque responderam por 88% dos pedidos de falência e por 92% das falências decretadas no trimestre. Nos pedidos de recuperação judicial e nas recuperações judiciais deferidas, as pequenas empresas representaram 93% do total de casos.

Indústria e serviços lideram

Entre os setores da economia, no trimestre, a indústria teve o maior percentual de pedidos de falência (39%), seguida do setor de serviços (35%) e do comércio (26%). Em relação ao mesmo período do ano anterior, o setor industrial caiu 15%, o comércio, 15,6%, e o setor de serviços, caiu 21%.

A avaliação dos pesquisadores é que, passado o período de intensa retração da atividade econômica,  com redução do consumo, restrição e encarecimento do crédito, as empresas passam a esboçar sinais mais sólidos de recuperação.

 

*Fonte: Agência Brasil

Imagem: Fiems

Especialista reforça necessidade de internacionalização das empresas

A internacionalização das empresas foi o tema do curso “Exportação Passo a Passo” realizado para empresários e profissionais de diversos segmentos nesta quinta-feira (16/03) pelo CIN (Centro Internacional de Negócios) da Fiems. De acordo com a gerente do CIN, Fernanda Barbeta, o evento foi pensado para sensibilizar os participantes a respeito da importância da estratégia na decisão de início dos processos de exportação.

“Conseguimos, com essa capacitação, atrair representantes dos mais diversos segmentos da indústria, do comércio e de serviços. De empresas que comercializam sementes agrícolas a escritório de advocacia, todos puderam conhecer estratégias de atuação no mercado externo, além de procedimentos para evitar erros comuns”, pontuou Fernanda Barbeta.

Quem conduziu a capacitação foi o especialista em Gestão Estratégica e Competitividade Internacional e mestre em Relações Internacionais, Sherban Leonardo Cretoiu. Para ele, a internacionalização dos negócios é mais do que desejável, é algo necessário. “O mercado global é aqui, está a nossa volta. Competir num país como o Brasil, que está aberto, nos impõe desafios e oportunidades amplas e múltiplas que não podem ser desconsideradas”.

O empresário Douglas Santinni tem uma indústria de torrefação de café no município de Ivinhema (MS) e foi um dos participantes da capacitação. Inaugurada em dezembro de 2016, a fábrica do café “Aroma Premium” foi pensada para atender um nicho específico de mercado voltado para consumidores de cafés especiais. “Temos capacidade de produzir 4 mil quilos de café por dia e uma vontade muito grande de exportar. Para isso, precisamos nos preparar e entender como funciona o mercado externo”, detalhou.

Outro participante da capacitação, o CEO da empresa N Way – Exportadora e Importadora de Materiais Odontológicos, Alex Barrios, relatou que já conta com consultoria do CIN e reconhece a relevância de participar de ações como essa. “Somos uma empresa recente e estamos focados no processo de importação. Então toda e qualquer oportunidade de aprender estratégias de negócios são bem-vindas”, afirmou.

Empresas que já possuem um relacionamento consolidado com o mercado externo também podem se beneficiar com as capacitações do CIN. É o caso da Pess e Cia, que comercializa sementes de pastagens e exporta para a Bolívia. Duas representantes da empresa, Karine Peixoto e Daniele Rezende, participaram da capacitação. “Assumi a coordenadoria financeira da Pess e Cia há quatro meses e esse curso me ajudará a melhorar o meu desempenho na função. Além disso, existe a intenção de expandir os negócios internacionais, tendência que vai ao encontro dessa capacitação”, declarou Karine.

*Fonte: Fiems

Imagem: Agência Brasil

BNDES lança aplicativo para micro, pequenas e médias empresas

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) criou um aplicativo móvel para o segmento de micro, pequenos e médios empresários. O app BNDES MPME será lançado oficialmente na Feira do Empreendedor 2017, que começa dia 18 em São Paulo, mas já está disponível para download para smartphones e tablets nos sistemas Android e iOS.

Segundo o chefe do Departamento de Relacionamento Institucional do banco, Carlos Alberto Vianna Costa, “o aplicativo navega internamente nos sistemas operacionais da instituição e permite às MPMEs que já são clientes do BNDES pesquisarem o status de suas demandas de crédito junto ao banco.”

A ferramenta, segundo o coordenador do Departamento de Sistemas da Área de Tecnologia da Informação do BNDES, Rodrigo Gama, vai desburocratizar o acesso a essas informações. “[O aplicativo] permite que você, com um simples toque na tela do seu celular, atualize ou veja o andamento de todas as operações que escolheu, colocou entre seus favoritos. Essa é a principal coisa que o aplicativo traz de novo.”

O app também atende aos bancos repassadores de recursos do BNDES e aos fornecedores de máquinas e equipamentos.

Ampliação  

A expectativa é que o novo aplicativo contribua para ampliar a participação do segmento de micro e pequenas nos desembolsos do BNDES. Além dessa ferramenta, o banco tem investido em outras ações com esse objetivo, entre elas a criação de um portal de acesso exclusivo às linhas de crédito do banco, que deve ser lançado em junho.

“Por meio desse portal, a gente pode oferecer as linhas aos agentes financeiros, permitir o fomento ao ambiente de negócios e ampliar o acesso desse público às linhas do BNDES”, disse Vianna Costa.

A participação das micro, pequenas e médias empresas nos desembolsos do BNDES no ano passado atingiu R$ 27,2 bilhões, cerca de 30% do total liberado pelo banco.

*Fonte: Agência Brasil

Imagem Agência Brasil

Empresas em crise precisam de novas condições para crescer e gerar emprego

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) defende o aperfeiçoamento do Programa de Regularização Tributária (PRT), que parcela as dívidas das empresas com o Fisco. As bases do programa, que estão na Medida Provisória 766/2017, em tramitação no Congresso, representam um avanço diante das condições atuais, mas são insuficientes para garantir o pagamento efetivo dos impostos atrasados e melhorar a arrecadação do governo.

Por isso, a indústria apoia as emendas parlamentares que visam a melhoria das condições do programa. Pelo menos 150 das cerca de 370 emendas apresentadas por parlamentares ao texto do governo, que incluem o aumento do número de parcelas e a redução de multas, juros e encargos, têm esse objetivo e facilitam a adesão das empresas ao programa. Na avaliação da CNI, o grande número de emendas apresentado por parlamentares de mais de 17 partidos e 20 estados demonstra a preocupação suprapartidária com a crise vivida pelas empresas e o país.

A CNI destaca que condições mais favoráveis para o parcelamento das dívidas são necessárias porque a crise econômica, que já perdura por três anos, debilitou as finanças das empresas brasileiras. Em 2016, por exemplo, o faturamento da indústria de transformação teve uma queda de 12,1% frente a 2015. Foi o terceiro ano consecutivo de queda nas vendas do setor, como mostra a pesquisa Indicadores Industriais, da CNI.

Além disso, os juros altos e as dificuldades de acesso ao crédito pioraram a situação das empresas. “Com a recessão, muitas empresas estão endividadas e não conseguiram pagar os impostos devidos”, afirma o economista da CNI Mário Sérgio Carraro Telles. Ele explica que a inadimplência com o Fisco tem um custo elevado que vai além das multas e dos juros: a empresa fica com o cadastro negativo, não pode obter financiamento em bancos públicos e fica impedida de participar de licitações. “Por isso, a regularização das dívidas tributárias é fundamental para a recuperação financeira das empresas e a retomada da atividade econômica”, destaca Telles.

As principais propostas defendidas pela CNI para o aperfeiçoamento do Programa de Regularização Tributária são:

•Permitir o pagamento da dívida em 240 prestações mensais e sucessivas, calculadas a partir de um percentual sobre a receita bruta do mês anterior, ou sobre a receita bruta mensal média de 2016, o que for maior. Esse percentual deve ser variável, de acordo com o porte da empresa.  O PRT permite o pagamento em, no máximo, 120 prestações mensais, com parcelas menores, porém crescentes, nos três primeiros anos e o saldo remanescente dividido em percentuais iguais em 84 prestações mensais.

•Estipular redução de multa, juros e encargos legais. A proposta é adotar os percentuais de redução estabelecidos na Lei 11.941/2009 (Refis da Crise).  O PRT não prevê redução de multas, juros e encargos.

•Ampliar a possibilidade de uso dos créditos tributários no abatimento das dívidas que serão parceladas no PRT. O programa não permite, por exemplo, o uso de créditos de prejuízo fiscal na quitação das dívidas que estão no âmbito da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

•Retirar a exigência de apresentação de carta de fiança ou seguro garantia judicial para parcelamentos de débitos com valor superior a R$ 15 milhões no âmbito da PGFN. O custo elevado para obtenção dos dois instrumentos exigidos pode inviabilizar a adesão das empresas ao PRT.

•Permitir a inclusão no parcelamento do PRT de todas as dívidas com a União, inclusive aquelas administradas por órgãos da administração direta e indireta, fundações e autarquias, como Ibama e Anvisa.

*Fonte: Fiems

Imagem Agência Brasil

Criação de empresas no Brasil desacelera no fim de 2016

A criação de empresas no país apresentou desaceleração no fim de 2016. Em novembro do ano passado, foram abertos 152.943 empreendimentos, 4,4% a menos que em outubro. Os dados foram divulgados ontem (31) pela Serasa Experian.

Apesar da queda no fim do ano, no acumulado de 2016, de janeiro a novembro, a quantidade de empresas criadas (1.855.901) é 0,2% superior que a registrada no mesmo período de 2015, e a maior desde 2010 considerando o mesmo período.

“Apesar de o período entre janeiro e novembro de 2016 apresentar um número recorde de empresas criadas no país, já é possível observar tendência de desaceleração na criação de novos negócios”, disse a Serasa em nota. A tendência de desaceleração, segundo a entidade, começou em setembro.

De acordo com o levantamento, o aumento do número de empresas criadas em 2016 foi determinado pelo chamado empreendedorismo de necessidade. “Com a destruição de vagas no mercado formal de trabalho, pessoas que perderam seus empregos estão abrindo novas empresas visando a geração de alguma renda, por conta das dificuldades econômicas atuais.”

Setores

A maioria das empresas criadas entre janeiro e novembro de 2016 é do setor de serviços (62,6% do total). Em seguida, aparecem as empresas comerciais (28,8% do total) e o setor industrial (8,3% do total).

A Região Sudeste lidera o ranking de criação de empresas, com 963.782 empreendimentos, 51,9% do total de negócios abertos entre janeiro e novembro de 2016. A Região Sul vem em seguida, com 16,8% de participação e 312.109 novas empresas. O Nordeste ocupa a terceira posição, com 16,7% (309.631 empresas) e o Centro-Oeste registrou a abertura de 160.796 empresas (8,7%) e a Região Norte, 88.526 ou 4,8% do total.

*Fonte: Agência Brasil

Imagem Agência Brasil

Procura das empresas por crédito cai 11,4%, diz Serasa

A procura das empresas por crédito caiu 11,4% em novembro deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em relação a outubro último, a queda foi de 0,5%. No acumulado do ano, de janeiro a novembro, a queda é de 2,3% ante o mesmo período de 2015. Os dados são da empresa Serasa Experian.

Economistas citam que o aprofundamento da recessão e as taxas de juros ainda bastante elevadas pesam negativamente sobre a busca das empresas por crédito.

Porte

A queda da demanda empresarial por crédito em novembro deste ano nas micro e pequenas empresas teve redução de 11,5% frente a novembro de 2015; nas médias empresas, houve queda de 10,7%; e nas grandes empresas, o recuo foi de 10,6%.

No acumulado de janeiro a novembro de 2016, a queda da demanda por crédito nas médias e grandes empresas foi de 12,2% e de 10,3% respectivamente, em relação ao mesmo período de 2015. As micro e pequenas empresas tiveram redução de 1,7% na mesma comparação.

Setor

Em novembro deste ano, as empresas do setor de serviços reduziram sua demanda por crédito em 12,6% frente a novembro de 2015. Também as empresas dos setores industrial e comercial acusaram retrações de 10,6% e 10,7%, respectivamente.

Os três setores econômicos registraram queda em suas demandas por crédito também no acumulado deste ano, na comparação com o mesmo período de 2015: indústria (-5,6%), comércio (-3,8%) e serviços (-0,1%).

Região

No acumulado do ano de 2016, a procura empresarial por crédito recuou em quatro regiões do país: Norte (-5,8%); Centro-Oeste (-2,4%); Nordeste (-2,5%) e Sudeste (-1.2%). Houve alta apenas na região Sul (1%) frente ao mesmo período de 2015.

 

*Fonte: Agência Brasil

Imagem: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Pessoas físicas e empresas poderão parcelar dívidas com a Receita

O programa de regularização de dívidas tributárias anunciado hoje (15) pelo governo valerá para pessoas físicas e empresas, mas abrangerá apenas dívidas com a Receita Federal e com a Previdência Social vencidas até 30 de novembro de 2016. Débitos inscritos na dívida ativa não estão incluídos no parcelamento.

Quem questiona na Justiça alguma dívida com a Previdência ou a Receita terá de desistir do processo para aderir ao refinanciamento. As empresas terão um benefício adicional e poderão abater créditos tributários (recursos que têm direito a receber do Fisco) e prejuízos de anos anteriores do saldo remanescente das dívidas. Nesse caso, as perdas precisarão ter sido apuradas até 31 de dezembro de 2015 e declaradas até 30 de junho deste ano.

Grandes empresas

Para as grandes empresas, que declaram pelo lucro real, haverá duas opções. Pagamento de 20% da dívida à vista e quitação do restante do débito com créditos tributários ou prejuízos fiscais. O saldo remanescente será parcelado em até 60 meses.

A empresa também poderá parcelar a entrada de 20% em 24 meses, com valores crescentes, de 9,6% do total da dívida no primeiro ano (cada parcela: 0,8% da dívida) e 14,4% no segundo ano (cada parcela: 1,2% da dívida). O saldo remanescente poderá ser quitado em até 60 meses a partir do 25º mês.

Pessoas físicas

Para as demais empresas e as pessoas físicas, as opções serão o pagamento de 20% do débito à vista e o parcelamento do restante em até 96 meses (cada parcela: 0,83% da dívida). Outra possibilidade é dar uma entrada de 21,6% parcelada em 36 vezes com valores crescentes: 6% no primeiro ano (cada parcela: 0,5% da dívida), 7,2% no segundo ano (cada parcela: 0,6% da dívida) e 8,4% no terceiro ano (cada parcela: 0,7% da dívida). O restante da dívida, nessa modalidade de renegociação, será parcelado em 84 parcelas lineares. Cada parcela equivalerá a 0,93% da dívida.

 

*Fonte: Agência Brasil

 

 

Imagem: Agência Brasil

Lei amplia a micro e pequenas empresas prazo de quitação de dívidas tributárias

Micro e pequenas empresas terão mais tempo para quitar suas dívidas com o governo. Agora o prazo para quitação de débitos tributários passa de 60 para 120 meses. A medida está prevista em lei sancionada pelo presidente Michel Temer, mas, para começar a valer, ainda precisa ser regulamentada.

 

De acordo com estimativa do Sebrae, cerca de mil micro e pequenas empresas estão inadimplentes com a Receita Federal.

 

Temer comemorou a aprovação da medida e disse que se trata de um ato gerador de empregos. E afirmou que a aprovação só foi possível graças ao que chamou de harmonia entre os poderes.

 

Além do aumento do prazo para a renegociação, a lei também altera o Simples Nacional. Pela regra anterior, para ser incluída no programa, a microempresa tinha que ter faturamento anual de até R$ 360 mil. A partir de agora, o limite sobe para R$ 900 mil. No caso da empresa de pequeno porte, o teto salta de R$ 3,6 milhões por ano para R$ 4,8 milhões.

 

A lei também permite que pequenos produtores de bebidas, como cervejas, vinhos e cachaças, possam aderir ao Simples Nacional.

 

O produtor de cachaça, Carlos Alberto dos Santos, comemorou a mudança. Ele produz cerca de 100 mil garrafas por ano e vende cada uma por R$ 15. Mas reclama que a burocracia para pagar tributos interfere no lucro. Com a mudança, Carlos acredita que vai ganhar mais.

 

O Supersimples foi criado em 2006 para facilitar a vida dos empreendedores. Proporciona menos burocracia na hora do recolhimento de impostos.

 

*Fonte: Agência Brasil

Novo presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. Foto: reprodução

Presidente do Sebrae fala sobre abertura de empresas no Brasil

Uma pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria e pelo Ibope mostra que quase 80% dos entrevistados consideram o Brasil muito burocrático. Simplificar os procedimentos para criar – e fechar – uma empresa é um dos maiores desafios do novo presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

O presidente falou sobre a dificuldade das pessoas em abrir e fechar empresas e mostrou as principais reclamações dos empresários.

O presidente do Sebrae ao falar sobre as dificuldades das pessoas em abrir e fechar empresas e das principais reclamações dos empresários, ressaltou que hoje na legislação, foi criado o Cadastro Nacional Único, que acaba com inscrição municipal, estadual, e todas as outras inscrições. O que vale é um numero único pra empresa, que é o CNPJ compartilhado com estados, municípios e outros órgãos. Assim, todos vão ter um cadastro único.

Disse que, com a criação da “Rede Simples”, haverá um sistema que facilita a abertura e o fechamento de uma empresa, tudo a partir apenas do CNPJ. O sistema já funciona em Brasília e a partir de agora o Sebrae vai levar o processo para todo país. Mas, ainda será necessário ir até um órgão público para preencher um cadastro para abrir a empresa.

Porém, quem já tem a chamada assinatura digital, vai conseguir fazer tudo de casa, pelo computador. Com uma novidade: dependendo do caso, o licenciamento é automático. Se for de baixo risco, o licenciamento sai na hora. E aí vem a grande novidade: o sistema promete confiar na palavra do cidadão, que só será fiscalizado depois.

E se ele mentir, vai terá a licença cancelada, além de ser processado criminalmente por falta do cumprimento da palavra. Com o novo sistema, o presidente do Sebrae diz que o tempo de abertura de uma empresa vai ser de cinco dias, no máximo.

 

Fonte: Com informações do G1

inovar ok

O pequeno deve inovar para crescer

Às vezes fica a impressão de que inovação é uma palavra que só cabe em empresas super disruptivas, aquelas de alto impacto, modernas. Um grande mito. Inovar, na verdade, é criar soluções que gerem impactos positivos, seja para uma organização, uma comunidade ou o planeta. E isso pode ser feito em qualquer lugar, a qualquer hora.

Os pequenos empreendedores não só podem, como devem inovar. Isso, inclusive, é uma condição para que cresçam. Aperfeiçoar processos, melhorar o atendimento, lançar uma promoção criativa, criar um modelo de vendas mais eficiente. Essas são só algumas das maneiras através das quais é possível inovar em pequenos negócios.

Tudo deve partir do desenvolvimento de uma mentalidade inovadora, tanto no empreendedor quanto na equipe. Da sua parte, busque ampliar seus horizontes, adquirindo conhecimentos fora de sua área de atuação. Às vezes, os melhores insights vêm de onde menos se espera.

A equipe

Ao mesmo tempo, procure fomentar em sua equipe uma postura inovadora diante das situações. Abra espaço para que as pessoas opinem, ajudem a criar processos e troquem ideias entre si, com o objetivo de encontrar soluções juntas. Talvez o melhor caminho para o financeiro esteja na cabeça de alguém do marketing. Quem sabe?

O público

Outro fator importante é se manter sempre em sintonia com seu público. Isso ajuda a avaliar o que você está fazendo e, principalmente, entender as necessidades das pessoas que frequentam seu negócio. Assim, você poderá inovar para atender essas demandas reprimidas.

O mercado

Por fim, mas não menos importante, é fundamental manter-se extremamente atento ao mercado, com seus concorrentes sempre no radar e um olhar vigilante para os entrantes. Novos negócios costumam trazer consigo grandes ideias que podem ser replicadas com muito mais sucesso por você, que já tem experiência e público formado.

 

* Com informações do Administradores