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Agência Brasil

Emprego no setor eletroeletrônico tem recuperação em julho

Em julho, 284 empregos foram abertos no setor eletroeletrônico informou ontem (17) a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged). Isso, segundo a Abinee, demonstra recuperação do setor após quedas em maio (-373 vagas) e em junho (-888) .

Desde julho do ano passado, 2.107 vagas foram abertas no setor. No entanto, 4.826 postos de trabalho fecharam nesse período. “Isto mostra que ainda estamos em processo de recuperação e temos um caminho longo para percorrer”, disse Humberto Barbato, presidente da entidade.

A indústria elétrica e eletrônica emprega, atualmente, cerca de 234,8 mil pessoas de forma direta.

 

*Agência Brasil

EBC

Produção industrial cresce e emprego cai em maio, diz CNI

 

A produção industrial cresceu em maio, alcançando 53,8 pontos, divulgou hoje (26) a Confederação Nacional da Indústria (CNI), na pesquisa Sondagem Industrial. No entanto, o emprego industrial segue em queda, tendo alcançado um índice de 48,1 pontos no mês passado. Os indicadores da pesquisa Sondagem Industrial variam de zero a cem pontos. Resultados acima da linha divisória dos 50 pontos indicam melhora no cenário, enquanto abaixo indicam piora.

A CNI destacou que, de forma geral, os indicadores de maio são positivos. Apesar de o emprego continuar em queda, o índice subiu 1,1 ponto percentual em relação ao do mês passado. Já a produção industrial cresceu significativamente na comparação com maio de 2016, quando estava em 45,5 pontos, bem abaixo da linha divisória dos 50 pontos.

A CNI informou ainda que a utilização média da capacidade instalada da indústria ficou em 66% em maio, 3 pontos percentuais acima do que foi registrado em abril, o que sinaliza queda na ociosidade do parque industrial. Os estoques ficaram dentro do planejado pelos empresários. O índice de evolução de estoques ficou em 50,7 pontos e o índice de estoque efetivo em relação ao planejado, em 49,8 pontos.

Na avaliação da entidade, a reação no mês de maio pode ser devida à alta quantidade de feriados no mês de abril e não a uma efetiva recuperação do setor. “A reação veio depois de um mês atípico, com muitos feriados. É cedo para dizer que a recuperação de maio vai se sustentar nos próximos meses”, analisou Marcelo Azevedo, economista da CNI.

Também de acordo com a pesquisa, os empresários da indústria ainda mostram pouca disposição para investir. O indicador de intenção de investimento ficou em 46,5 pontos, acima dos 41,2 pontos registrados no ano passado, mas abaixo da linha divisória dos 50 pontos.

*Fonte: Da Agência Brasil

Imagem divulgada pela Fecomércio/MS

Brasil criou 34.253 novas vagas de emprego em maio

Em maio, o mercado brasileiro abriu 34.253 novos postos de trabalho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados hoje (20) pelo Ministério do Trabalho. É o segundo mês consecutivo, e a terceira vez no ano, em que o país registra mais vagas abertas do que fechadas. Em abril, o país já havia criado 59.856 mil vagas de emprego formal.

No acumulado do ano, o Caged contabiliza 48.543 postos de trabalho a mais, após dois anos de saldo negativo para o período. De janeiro a maio de 2016, o Caged havia registrado fechamento de 448.011 vagas e, no mesmo período de 2015, 243.948 vagas foram suprimidas.

“Podemos constatar que a economia volta a dar sinais de recuperação, e um dos sintomas fundamentais para comprovação da recuperação econômica é a geração de emprego”, afirmou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, ao comentar o resultado.

Os setores que contribuíram com a criação de vagas formais em maio foram agropecuária (46.049 novos postos), serviços (1.989 vagas), indústria da transformação (1.433 vagas) e administração pública (955 novos postos de trabalho).

Os setores que fecharam vagas formais foram comércio (-11.254 postos), construção civil (-4.021), indústria extrativa mineral (-510 postos de trabalho). “Mesmo aqueles setores que apresentaram saldo negativo, se você faz a comparação com 2016 e 2015, os números [indicando queda] são bem menores”,declarou Ronaldo Nogueira.

Regiões

A região que mais criou vagas formais em maio foi o Sudeste, com 38.691 postos. Nessa parte do país, destacaram-se Minas Gerais, com saldo positivo de 22.931 postos, e São Paulo, que criou 17.226 novas vagas.

Em segundo lugar, com maior crescimento de vagas entre as regiões, ficou o Centro-Oeste, com 6.809 novos postos formais, seguido do Nordeste, com 372 novas vagas.

Nas regiões Sul e Norte houve retração das vagas de trabalho, com fechamento respectivo de 10.595 e 1.024 postos.

Meirelles

Na rede social Twitter, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, escreveu que o resultado do Caged confirma as previsões da equipe econômica de retomada gradual do mercado de trabalho. “Na retomada do crescimento, a economia demanda algum tempo para atingir o nível de emprego que desejamos. O importante é que o rumo está certo”, postou.

 

*Fonte: Agência Brasil

Imagem: Fiems

Indústria de MS tem melhor janeiro dos últimos seis anos na geração de emprego

O setor industrial de Mato Grosso do Sul, que é composto pelas indústrias de transformação, de extrativismo mineral, de construção civil e de serviços de utilidade pública, teve em janeiro deste ano o melhor saldo positivo de geração de emprego para o mês nos últimos seis anos, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. Em janeiro, as indústrias apresentaram saldo de 811 postos de trabalho, resultado de 5.644 contratações e 4.833 demissões, enquanto nos últimos 12 meses foram 1.287 postos de trabalho, que é resultado de 62.313 contratações e 61.026 demissões.

Segundo o presidente da Fiems, Sérgio Longen, o saldo positivo na geração de emprego é resultado da busca por novos investimentos do setor industrial. “Na medida que se busca novas empresas para se instalar no Estado, gera-se novos postos de trabalho. Mesmo assim, nos últimos anos, tivemos uma queda na geração de empregos, mas, desde 2016, em razão desses novos investimentos da iniciativa privada, estamos começando a recuperar as perdas acumuladas e devemos encerrar 2017 com mais de 130 mil trabalhadores no setor”, analisou.

Já o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, informa que os maiores saldos registrados em janeiro de 2017 foram nos segmentos da indústria da construção (+370), de alimentos e bebidas (+100), de serviços industriais (+95), de calçados (+75) e de material elétrico (+65). No caso dos últimos 12 meses, os maiores saldos foram nos segmentos da indústria da construção (+1.935), de serviços industriais (+538), de alimentos e bebidas (+224), de indústria do material elétrico (+196), de indústria da borracha, couro e diversos (+96) e de calçados (+87).

Ele acrescenta que o conjunto das atividades industriais em Mato Grosso do Sul encerrou janeiro de 2017 com 126.989 trabalhadores empregados, indicando aumento de 0,6% em relação a dezembro de 2016. “A indústria encerrou o mês com o 3º maior contingente de trabalhadores formais do Estado. Atualmente, a atividade industrial responde por 19,7% de todo o emprego formal existente em Mato Grosso do Sul, ficando atrás dos setores de serviços, que emprega 192.203 trabalhadores e tem participação equivalente a 29,8%, e de administração pública, com 129.960 trabalhadores ou 20,1%”, informou.

Contingente

Ainda de acordo com o Radar da Fiems, Mato Grosso do Sul registrou, em janeiro deste ano, que 78 atividades industriais apresentaram saldo positivo de contratação, proporcionando a abertura de 1.529 vagas, sendo que entre as atividades industriais com saldo positivo de pelo menos 40 vagas se destacaram montagem de instalações industriais e de estruturas metálicas (+395), instalações elétricas (+196), coleta de resíduos não-perigosos (+87), abate de suínos, aves e outros pequenos animais (+70) e abate de reses, exceto suínos (+63). Por outro lado, 83 atividades industriais apresentaram saldo negativo, proporcionando o fechamento de 718 vagas, sendo que entre as atividades industriais com saldo negativo de pelo menos 40 vagas se destacaram construção de Edifícios (-249) e Fabricação de Açúcar em Bruto (-48).

Em relação aos municípios, constatou-se que em 32 deles as atividades industriais registraram saldo positivo de contratação em janeiro de 2017, proporcionando a abertura de 1.206 vagas. Entre as cidades com saldo positivo de pelo menos 30 vagas estão Três Lagoas (+325), Campo Grande (+189), Nova Andradina (+104), Santa Rita do Pardo (+84), Rio Brilhante (+71), Itaquiraí (+60), Dourados (+59), Aparecida do Taboado (+54), Bataiporã (+46) e Selvíria (+37). Por outro lado, em 31 municípios as atividades industriais registraram saldo negativo, proporcionando a fechamento de 395 vagas, com destaque para Vicentina (-54), Angélica (-45) e Maracaju (-34).

*Fonte: Fiems

Imagem Agência Brasil

Empresas em crise precisam de novas condições para crescer e gerar emprego

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) defende o aperfeiçoamento do Programa de Regularização Tributária (PRT), que parcela as dívidas das empresas com o Fisco. As bases do programa, que estão na Medida Provisória 766/2017, em tramitação no Congresso, representam um avanço diante das condições atuais, mas são insuficientes para garantir o pagamento efetivo dos impostos atrasados e melhorar a arrecadação do governo.

Por isso, a indústria apoia as emendas parlamentares que visam a melhoria das condições do programa. Pelo menos 150 das cerca de 370 emendas apresentadas por parlamentares ao texto do governo, que incluem o aumento do número de parcelas e a redução de multas, juros e encargos, têm esse objetivo e facilitam a adesão das empresas ao programa. Na avaliação da CNI, o grande número de emendas apresentado por parlamentares de mais de 17 partidos e 20 estados demonstra a preocupação suprapartidária com a crise vivida pelas empresas e o país.

A CNI destaca que condições mais favoráveis para o parcelamento das dívidas são necessárias porque a crise econômica, que já perdura por três anos, debilitou as finanças das empresas brasileiras. Em 2016, por exemplo, o faturamento da indústria de transformação teve uma queda de 12,1% frente a 2015. Foi o terceiro ano consecutivo de queda nas vendas do setor, como mostra a pesquisa Indicadores Industriais, da CNI.

Além disso, os juros altos e as dificuldades de acesso ao crédito pioraram a situação das empresas. “Com a recessão, muitas empresas estão endividadas e não conseguiram pagar os impostos devidos”, afirma o economista da CNI Mário Sérgio Carraro Telles. Ele explica que a inadimplência com o Fisco tem um custo elevado que vai além das multas e dos juros: a empresa fica com o cadastro negativo, não pode obter financiamento em bancos públicos e fica impedida de participar de licitações. “Por isso, a regularização das dívidas tributárias é fundamental para a recuperação financeira das empresas e a retomada da atividade econômica”, destaca Telles.

As principais propostas defendidas pela CNI para o aperfeiçoamento do Programa de Regularização Tributária são:

•Permitir o pagamento da dívida em 240 prestações mensais e sucessivas, calculadas a partir de um percentual sobre a receita bruta do mês anterior, ou sobre a receita bruta mensal média de 2016, o que for maior. Esse percentual deve ser variável, de acordo com o porte da empresa.  O PRT permite o pagamento em, no máximo, 120 prestações mensais, com parcelas menores, porém crescentes, nos três primeiros anos e o saldo remanescente dividido em percentuais iguais em 84 prestações mensais.

•Estipular redução de multa, juros e encargos legais. A proposta é adotar os percentuais de redução estabelecidos na Lei 11.941/2009 (Refis da Crise).  O PRT não prevê redução de multas, juros e encargos.

•Ampliar a possibilidade de uso dos créditos tributários no abatimento das dívidas que serão parceladas no PRT. O programa não permite, por exemplo, o uso de créditos de prejuízo fiscal na quitação das dívidas que estão no âmbito da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

•Retirar a exigência de apresentação de carta de fiança ou seguro garantia judicial para parcelamentos de débitos com valor superior a R$ 15 milhões no âmbito da PGFN. O custo elevado para obtenção dos dois instrumentos exigidos pode inviabilizar a adesão das empresas ao PRT.

•Permitir a inclusão no parcelamento do PRT de todas as dívidas com a União, inclusive aquelas administradas por órgãos da administração direta e indireta, fundações e autarquias, como Ibama e Anvisa.

*Fonte: Fiems

Imagem: Agência Brasil

CNI: produção e emprego caem em 2016, mas reagem em relação a 2015

A produção e o emprego na indústria brasileira encerraram 2016 em queda, mas a situação é mais favorável que a verificada em dezembro de 2015. A informação está na pesquisa Sondagem Industrial, divulgada hoje (20) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com a pesquisa, o indicador de produção alcançou 40,7 pontos no último mês do ano passado, ante 47 pontos em novembro. Embora esteja abaixo da linha divisória dos 50 pontos, o que indica queda na produção, o índice supera os 35,5 pontos registrados em dezembro de 2015.

Segundo a CNI, a queda na produção é usual em dezembro devido ao fim das encomendas para o Natal. De acordo com a entidade, o índice de dezembro de 2016 é o melhor em quatro anos.

Já o indicador que mostra a evolução do número de empregados ficou em 44,7 pontos no mês passado, enquanto em novembro estava em 45,8 pontos. Também abaixo dos 50 pontos, o índice melhorou em relação ao resultado de dezembro de 2015, quando o emprego estava em 41,5 pontos.

Para a entidade que representa a indústria, os dados da sondagem de dezembro mostram que “o cenário atual ainda é greve”. Na avaliação da CNI, contudo, “o pior pode ter passado”.

Estoques

Os estoques da indústria terminaram o ano abaixo do desejado, o que indica que pode haver aumento na produção para recompô-los. Segundo a CNI, trata-se de um dado positivo.

O indicador que mede o estoque efetivo em relação ao planejado ficou em 46,5 pontos em dezembro de 2016. Houve queda em relação a novembro, quando o índice era 48,3 pontos, e estabilidade em relação a dezembro de 2015, quando foram registrados 46,6 pontos.

*Fonte: Agência Brasil

Imagem: Agência Brasil

Produção e emprego caem e ociosidade na indústria continua alta

A produção e o emprego continuam caindo na indústria brasileira. Os índices de evolução da produção e de emprego ficaram em 45,8 pontos em outubro, informa a Sondagem Industrial divulgada nesta segunda-feira, 21 de novembro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os indicadores variam de zero a cem pontos. Quando estão abaixo de 50 pontos revelam queda da produção e do emprego.

“A produção industrial, que costuma crescer em outubro, manteve o mesmo ritmo de queda do mês anterior e segue muito baixa, provocando elevada ociosidade no setor”, diz a pesquisa. O índice de utilização da capacidade instalada caiu um ponto percentual em outubro na comparação com setembro e ficou em 65%.  A pesquisa mostra ainda que os estoques estão dentro do planejado pelos empresários. O indicador de estoque efetivo em relação ao planejado ficou em 50,6 pontos, próximo da linha divisória dos 50 pontos.

Diante desse quadro, os empresários estão menos otimistas com as perspectivas para os próximos seis meses. Os indicadores de expectativas de demanda, compra de matérias primas, exportações e número de empregados ficaram abaixo dos 50 pontos em novembro. Isso mostra que os empresários esperam a redução da demanda, das exportações, das compras de matérias-primas e dos empregos nos próximos seis meses.

Sem perspectivas de recuperação no curto prazo, os industriais estão pouco dispostos a fazer investimentos. O índice de intenção de investimentos ficou em 43,9 pontos em novembro. Embora registre um crescimento de 3,1 pontos em relação a outubro de 2015, o valor está 3,7 pontos inferior à média histórica que é de 47,6 pontos. O indicador varia de zero a cem pontos. Quanto menor o índice, menor é a disposição dos empresários para investir.

Esta edição da Sondagem Industrial foi feita ente 1º e 11 de novembro com 2.371 empresas. Dessas, 979 são pequenas, 862 são médias e 530 são de grande porte.

 

 

*Fonte: CNI