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Dólar fecha abaixo de R$ 3,12 e alcança menor valor em três meses

Em um dia de calma no mercado financeiro, a moeda norte-americana teve forte queda e voltou a alcançar o menor valor em três meses. O dólar comercial encerrou esta terça-feira (7) vendido a R$ 3,117, com queda de R$ 0,009 (-0,28%). A cotação está no menor nível desde 25 de outubro (R$ 3,107).

O dólar abriu em alta, mas inverteu a tendência e passou a operar em baixa durante a tarde. A divisa acumula queda de 1,1% em fevereiro e de 4,1% em 2017.

No mercado interno, a atuação do Banco Central foi insuficiente para conter a queda do dólar. Este mês, a autoridade monetária está rolando (renovando) menos contratos de swap cambial tradicional, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro. Ao rolar menos esse tipo de contrato, o BC, em tese, diminui o ritmo de queda do dólar.

No mercado de ações, o dia foi de ganhos. Após uma forte queda ontem, o índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou esta terça com alta de 0,32%, aos 64.199 pontos. As ações da Petrobras, as mais negociadas, no entanto, tiveram desempenho oposto. Os papéis da estatal caíram 1,25% (papéis ordinários, com direito a voto em assembleia de acionistas) e 1,74% (papéis preferenciais, com prioridade na distribuição de dividendos).

*Fonte: Agência Brasil

Imagem EBC

Dólar fecha no menor valor em três meses após Banco Central dos EUA manter juros

Um dia depois de o Federal Reserve (Fed), Banco Central norte-americano, manter os juros da maior economia do planeta, o dólar voltou a cair e fechou no menor valor em três meses. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (2) vendido a R$ 3,122, com queda de R$ 0,028 (-0,89%). A moeda está na menor cotação desde 25 de outubro (R$ 3,107).

O dólar operou em queda durante toda a sessão. Na mínima do dia, por volta das 12h, chegou a ser vendido a R$ 3,11, antes de reduzir o ritmo de queda durante a tarde. A divisa acumula queda de 3,9% em 2017.

A cotação caiu mesmo com o Banco Central tendo reduzido a rolagem (renovação) dos contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro. Anteontem (31), o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, informou que não pretende renovar integralmente os contratos que vencem em fevereiro.

No mercado de ações, o dia foi de estabilidade. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou esta quinta-feira com queda de 0,4%, aos 64.578 pontos. As ações da Petrobras, as mais negociadas, caíram 1,36% (papéis ordinários, com direito a votação em assembleia de acionistas) e 0,87% (papéis preferenciais, com preferência na distribuição de dividendos).

Ontem (1º), o Federal Reserve manteve os juros básicos dos Estados Unidos entre 0,5% e 0,75% ao ano, adiando a expectativa de aumento das taxas após a posse do presidente Donald Trump. Na reunião de dezembro, o Fed tinha indicado que poderia elevar os juros até três vezes em 2017 dependendo da inflação e do aquecimento da economia norte-americana.

Taxas mais baixas nos países avançados estimulam a aplicação de recursos em países como o Brasil porque os investidores internacionais são atraídos pelos juros mais altos nos mercados emergentes. A entrada de capitais empurra para baixo a cotação do dólar.
* Fonte: Agência Brasil com informações da Ansa e da Prensa Latina

Imagem: Agência Brasil

Dólar cai pelo segundo dia e fecha no menor valor em quase dois meses

Em um dia de tranquilidade no mercado financeiro internacional, a moeda norte-americana voltou a cair e fechou no menor valor em quase dois meses. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (4) vendido a R$ 3,218, com queda de R$ 0,044 (-1,35%). A cotação está no menor nível desde 9 de novembro (R$ 3,209).

Essa foi a segunda queda seguida do dólar. Ontem (3), a divisa tinha caído 0,59%. Na sessão de hoje, a cotação operou em queda durante todo o horário de negociação, sem intervenções do Banco Central, que não compra nem vende dólares no mercado futuro desde 13 de dezembro.

O dia foi marcado pelo otimismo no mercado internacional após a divulgação de dados positivos na zona do euro e na China. A atividade empresarial nos países que adotam o euro como moeda encerrou 2016 no maior nível em cinco anos e meio. Ontem, foi divulgado que a produção industrial na China, a segunda maior economia do planeta, subiu mais rápido que o esperado em dezembro e encerrou no maior nível em seis anos.

No mercado de ações, o dia foi de ajuste de expectativas. Depois de subir 3,73% ontem e atingir o maior nível desde o fim de novembro, o índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, caiu 0,36%, para 61.589 pontos. As ações da Petrobras, as mais negociadas, caíram 1,19% (papéis ordinários, com direito a voto em assembleia de acionista). Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) fecharam estáveis.

* Fonte: Agência Brasil

Imagem: EBC

BC: entrada de dólares no país fica em US$ 3,811 bilhões em novembro

As entradas de dólares no país em novembro superaram as saídas pelo segundo mês consecutivo, de acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (7), em Brasília. Em novembro, o saldo positivo ficou em US$ 3,811 bilhões e, em outubro, em US$ 8,784 bilhões.

Em novembro, o fluxo comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) foi o maior responsável pelo saldo positivo, com entrada líquida de US$ 3,766 bilhões.

O segmento financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) registrou apenas US$ 45 milhões de resultado positivo.

Efeitos da Lei da Repatriação

Em outubro, o fluxo financeiro teve maior entrada de recursos (US$ 6,128 bilhões) por influência do programa de regularização de ativos, conhecido como Lei da Repatriação. Para regularizar os bens no exterior, foi necessário pagar multa e imposto no Brasil.

De janeiro a 2 de dezembro, o saldo é negativo: US$ 1,691 bilhão. Nesse período, o fluxo comercial ficou positivo em US$ 40,632 bilhões e o financeiro, negativo em US$ 42,323 bilhões.

 

*Fonte: Agência Brasil

dolar alta

Dólar opera em alta frente ao real

O dólar opera em alta sobre o real nesta segunda-feira (14), a poucos dias da aguardada reunião do Federal Reserve, banco central norte-americano, e da decisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a tramitação do pedido de abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

Às 10h20, a moeda norte-americana subia 1,27%, a R$ 3,923 para venda, após subir quase 2% em cada uma das duas últimas sessões. Veja a cotação do dólar hoje.

Acompanhe a cotação ao longo do dia:
Às 9h10, subia 0,08%, a R$ 3,8771.
Às 9h50, subia 0,59%, a R$ 3,897.
Às 10h10, subia 0,86%, a R$ 3,9071.

Na sexta-feira, o dólar avançou 1,93%, a R$ 3,8738 na venda. Na semana passada, a moeda dos EUA subiu 3,61%. No mês, há queda acumulada de 0,33%. No ano, a moeda já sobe 45,7%.

Pela manhã, o Banco Central dará sequência ao seu programa diário de interferência no câmbio, seguindo a rolagem dos swaps cambiais que vencem em janeiro, com oferta de até 11.260 contratos, que equivalem a venda futura de dólares.

Até agora, o BC já rolou o equivalente a US$ 4,926 bilhões, ou cerca de 46% do lote total, que corresponde a US$ 10,694 bilhões.

 

Fonte: G1