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Saques começam sexta-feira para os nascidos em janeiro e fevereiro.  Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Caixa funcionará no sábado para consultas sobre contas inativas do FGTS

Funcionários de mais de 1.800 agências da Caixa estarão de plantão neste sábado (11) para tirar dúvidas dos interessados em sacar os valores existentes em contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A consulta às agências que funcionarão pode ser feita na página da Caixa .

O anúncio da possibilidade do trabalhador movimentar as contas inativas foi feito em dezembro do ano passado. Pelas novas regras, pode efetuar o saque quem teve contratos de trabalho finalizados até 31 de dezembro de 2015 e tenha saldo na conta. O pagamento das 49,6 milhões de contas inativas seguirá um calendário específico que leva em conta o mês de aniversário do trabalhador. A expectativa do governo é que, ao resgatar o dinheiro parado, os trabalhadores injetem mais de R$ 30 bilhões na economia.

Os saques do FGTS inativo começam na sexta-feira (10), para trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro. Os nascidos em março, abril ou maio receberão a partir de 10 de abril. Em 12 de maio começa a liberação dos recursos de quem nasceu em junho, julho e agosto. Os aniversariantes de setembro, outubro e novembro poderão sacar os valores a que têm direito a partir de 16 de junho. Por fim, o dinheiro dos que nasceram em dezembro será liberado a partir de julho.

Diante da procura por informações, a Caixa decidiu abrir algumas agências aos sábados, uma vez por mês, até pelo menos julho, exclusivamente para tirar dúvidas. No primeiro sábado de funcionamento, foram atendidas 356 mil pessoas. Os próximos plantões estão agendados para 13 de maio, 17 de junho e 15 de julho.

Além do atendimento presencial, é possível obter esclarecimentos na página criada pela Caixa na internet ou por meio dos telefones 0800 726 2017 e 0800 726 0207. Entre 4 e 28 de fevereiro, 3,1 milhões de pessoas foram atendidas nas agências de todo o país. Além disso, 176,2 milhões de páginas foram acessadas e 6,4 milhões de atendimentos foram feitos pelo telefone.

Ainda hoje (8), às 15h, a Caixa também fará uma transmissão ao vivo via Facebook com especialistas que responderão às questões mais frequentes.

 

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*Fonte: Agência Brasil

Meta da parceria é inserir pelo meno 100 novas empresas no mercado de exportação. Arquivo/Tânia Rêgo/Agência Brasil

Parceria pretende inserir 500 empresas brasileiras no mercado de exportação

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) anunciaram hoje (8) uma parceria para apoiar a inserção de 500 empresas brasileiras no mercado internacional. O prazo de inscrição será aberto em julho para indústrias de todos os portes, setores e unidades da federação.

Elas farão parte do programa Rota Global, que oferece consultoria completa para empresas não exportadoras investirem no mercado internacional, com diagnóstico, desenho de estratégia e acompanhamento.

A meta é traçar o diagnóstico de 500 empresas, desenvolver planos de negócios para 200 delas e, ao final do projeto, em 2018, ter ao menos 100 novas empresas com operações concretas de exportação. O programa é desenvolvido pela CNI, em parceria com a União Industrial Argentina e o Parque Tecnológico de Extremadura, na Espanha.

O investimento de R$ 1,2 milhão da iniciativa vem do AL-Invest, um programa da Comissão Europeia para fomentar a produtividade e competitividade de micro, pequenas e médias empresas na América Latina, como forma de combater a pobreza e a desigualdade social.

Presença digital

Também foi anunciada a parceria entre o MDIC e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para ações de convergência entre o Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE) e a ConnectAmericas.com, uma plataforma virtual de negócios internacionais de empresas da América Latina e Caribe. Em dois anos de operação, mais de US$ 152 milhões em negócios foram fechados por meio da ferramenta.

A parceria MDIC-BID vai disponibilizar conteúdo didático sobre ingresso das empresas na atividade exportadora e estimular as empresas da ConnectAmericas.com a participarem do PNCE e vice-versa.

Os anúncios foram feitos hoje pelo ministro do MDIC, Marcos Pereira, durante reunião da Coordenação Nacional do PNCE. “As micro e pequenas empresas têm uma participação importante na geração de empregos e fomento da economia nacional. Mas não têm, pelo seu tamanho, uma condição de competitividade. Vamos poder fazer consultorias, apresentar essas empresas de forma mais abrangente no cenário internacional, treiná-las e com isso conseguir vender seus produtos que muitas vezes ficam focados no mercado doméstico”, disse Pereira.

O PNCE reúne iniciativas de instituições parceiras nacionais e estaduais, com o objetivo de aumentar a base exportadora, estimulando a inserção de empresas de pequeno porte no mercado externo. Em 2016, o plano contribuiu para que quase 5 mil empresas exportassem pela primeira vez. E para 2017, estão previstas mais de 200 ações de apoio às exportações no âmbito do PNCE.

*Fonte: Agência Brasil

Imagem Agência Brasil

Número de famílias endividadas e inadimplentes cresce de janeiro para fevereiro

O percentual de famílias endividadas e inadimplentes cresceu na passagem de janeiro para fevereiro deste ano, segundo Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

A proporção de famílias com dívidas passou de 55,6% em janeiro para 56,2% em fevereiro. Já o índice de inadimplentes, ou seja, de famílias com alguma dívida ou conta em atraso, cresceu de 22,7% em janeiro para 23% em fevereiro. Também houve aumento do percentual de famílias que não terão condições de pagar suas dívidas, de 9,3% para 9,8%.

Na comparação com fevereiro de 2016, no entanto, os percentuais de endividados e inadimplentes caiu, já que, naquele período, as famílias com dívidas representavam 60,8% do total e as inadimplentes, 23,3%. As famílias que não tinham condições de pagar suas dívidas, no entanto, eram menores, em fevereiro de 2016: 8,6%.

A maior parte das dívidas das famílias em fevereiro de 2017 era com cartão de crédito, 76,8%, seguido por carnês (14,5%), crédito pessoal (9,9%) e financiamento de carro (9,9%). O tempo médio de comprometimento com as dívidas chega a sete meses.

*Fonte: Agência Brasil

No melhor fevereiro da história, exportações de carros fabricados no Brasil somaram US$ 1,18 bilhão. Agência Brasil/EBC

Montadoras faturam mais 46,1% com exportação de veículos

As montadoras de veículos instaladas no Brasil ampliaram em 46,1% o valor das exportações em fevereiro sobre janeiro, alcançando US$ 1,18 bilhão. No encerramento do primeiro bimestre, houve elevação de 46,4%, somando US$ 1,99 bilhão.

Mas, nos últimos 12 meses, as vendas externas ainda se mantêm em baixa de 0,4%. Para o setor, este foi o melhor fevereiro na história. Os dados foram divulgados hoje (7) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

A produção cresceu 14,7% na comparação com janeiro e 28,1% nos dois primeiros meses deste ano com um total de 200,4 mil veículos. Em 12 meses, a produção acusa queda de 3,1%.

Vendidos 135,7 mil veículos

Em relação ao mercado interno, no entanto, houve retração de 7,8% em fevereiro na comparação com janeiro. Foram comercializados 135,7 mil veículos, número 7,6% menor que o de fevereiro de 2016. No bimestre, os licenciamentos caíram 6,4% e, nos últimos meses, 16,5%.

O presidente da Anfavea), Antonio Megale, disse que os “números não foram bons porque ficaram abaixo do esperado”.

Para ele, o mercado ainda está fraco e foi afetado em parte pelos feriados do carnaval e pela crise que atingiu o Rio de Janeiro e o Espírito Santo. O executivo considerou expressivas as exportações que obtiveram o melhor desempenho da história.

Retomada do crescimento no segundo semestre

O presidente da Anfavea manifestou a expectativa de uma retomada do crescimento das atividades no setor da indústria automobilística mais concentrada no segundo semestre, seguindo a mesma trajetória prevista para a recuperação da economia. Ele acredita que, já a partir deste mês, o desempenho comece a melhorar.

Para o fechamento do ano, Megale manteve a projeção de um crescimento de 4% nas vendas ao mercado interno, mas disse que essa previsão foi feita levando em consideração a possibilidade de um aumento dos investimentos em infraestrutura. Ele considera que deveria ocorrer mais rapidez nos processos de concessões, pois defende que a retomada virá não pelo consumo, mas por conta dos investimentos.

Megale observou que os altos índices de desemprego ainda são um entrave para a recuperação do setor no mercado interno, pois muitos clientes acabam adiando a compra.

Com o baixo nível de vendas internas, o setor automobilístico também enfrenta uma ociosidade de 52% na mão de obra. Em fevereiro, a taxa de emprego ficou positiva em 0,3%, representando uma estabilidade sobre janeiro com 121,5 mil trabalhadores. Já comparado a fevereiro do ano passado, há uma queda de 6,8%.

Exportações em alta

Enquanto não ocorre a recuperação esperada no mercado doméstico, as montadoras devem continuar vendendo mais para fora do país. Em fevereiro, o Brasil exportou 74,7% mais do que em janeiro em volume físico equivalente a 66,2 mil unidades. Sobre o mesmo período do ano passado, isso representou um acréscimo de 82,2% e no bimestre de 73,1%.

Caminhões

Em fevereiro, as vendas de caminhões caíram 11,4% ante janeiro; 32,2% na comparação com fevereiro de 2015 e 32,8% no bimestre. Para a Anfavea, outro segmento que pode estimular o consumo é o de maquinas e implementos agrícolas. Com a projeção de um bom desenvolvimento do setor agrícola, em fevereiro as vendas neste setor aumentaram 16,2% sobre janeiro; 33,5% sobre fevereiro do ano passado e 49,9% no bimestre.

 

*Fonte: Agência Brasil

Imagem: Fiems

Passo a passo da exportação será abordado em capacitação da Fiems

O CIN (Centro Internacional de Negócios) da Fiems promove, no próximo dia 16 de março, na sala de treinamento do IEL de Campo Grande, localizado na Avenida Afonso Pena, 1.031, no Bairro Amambaí, a primeira capacitação de 2017: “Exportação Passo a Passo”. O evento tem o objetivo de sensibilizar empresários e profissionais sobre a importância da estratégia na decisão de início dos processos de exportação.

Segundo a gerente do CIN da Fiems, Fernanda Barbeta, a ação vai propiciar uma visão ampla e estruturada do processo de internacionalização. “Os empresários que pretendem iniciar operações no mercado externo precisam estar atentos a uma série de fatores. A capacitação trabalhará as estratégias de atuação no mercado externo, além de procedimentos para evitar erros comuns”, frisou.

A capacitação, que será oferecida com apoio do Sebrae Nacional, terá carga horária de 8 horas e será comandada pelo especialista em Gestão Estratégica e Competitividade Internacional e mestre em Relações Internacionais, Sherban Leonardo Cretoiu. Os interessados podem se inscrever pelo link http://mundosphinx.com.br/app/cni_v2/index.php?acesso=cap_export-passo-passo.

Serviço – Mais informações podem ser obtidas no telefone (67) 3389-9251 ou e-mail cin@fiems.com.br

*Fonte: Fiems

Imagem: Fiems

Faturamento da indústria cresce 0,7% e emprego cai 0,5%

O faturamento da indústria cresceu 0,7% e o rendimento médio do trabalhador aumentou 0,6% em janeiro de 2017 na comparação com dezembro do ano passado, na série livre de influências sazonais. No mesmo período e na mesma base de comparação,  o nível de utilização da capacidades instalada teve alta de 0,5% e alcançou 77,2%, informa a pesquisa Indicadores Industriais, divulgada nesta terça-feira, 7 de março, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Os demais indicadores foram negativos. As horas trabalhadas na produção caíram 0,9%, o emprego recuou 0,5% e a massa real de salários teve queda de 1,5% em janeiro frente a dezembro, na série livre de influências sazonais. “O início de 2017 para a indústria de transformação foi marcado pela manutenção das dificuldades observadas em 2016″, observa a pesquisa.

Na avaliação da CNI, os dados indicam que ainda não há sinais claros de recuperação da atividade industrial.  Na comparação com janeiro de 2016 todos os indicadores continuam negativos. O faturamento real teve queda da 6,9%, as horas trabalhadas na produção caíram 2,1%, o emprego recuou 4,7%, a massa real de salários diminuiu 5,4% e o rendimento médio real do trabalhador encolheu 0,6%.

*Fonte: CNI

Imagem: Fiems

Industriais de MS apontam carga tributária como responsável por perda de competitividade

Na 3ª rodada dos “Encontros Setoriais da Indústria – Compromisso com o Desenvolvimento”, realizada pelo Simemae/MS, Sindiplast/MS e Sindmad/MS, na noite de segunda-feira (06/03), no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande (MS), os empresários dos três segmentos demonstraram a discrepância da carga tributária sobre a entrada de matéria-prima em Mato Grosso do Sul quando comparado com outros Estados.

Em razão deste quadro, as indústrias sul-mato-grossenses perderiam ainda mais competitividade, se levada em conta a possibilidade de revisão dos incentivos fiscais, levantada pelo governador Reinaldo Azambuja, lembrou o presidente do Sindiplast/MS, Zigomar Burille, durante apresentação para os presentes.

“Nos últimos quatro anos nosso segmento está decadente, com fechamento de empresas e demissões. E a taxação da matéria-prima que entra no nosso Estado é muito mais alta do que no Paraná e Goiás, por exemplo. O que hoje garante a competividade das nossas indústrias são os incentivos fiscais. Se isso acabar, a indústria de transformação do Estado não conseguirá transformar nada. Então, o governo precisa mudar as regras do jogo, só que de forma a ajudar o setor produtivo, e não dificultar. Porque o empresário quer investir, progredir, mas, para isso, precisa ter condições”, falou Zigomar Burille.

Somente a forma de cobrança do ICMS garantido no Estado causa uma distorção competitiva de 16% entre os preços finais do mesmo produto na comparação entre Mato Grosso do Sul e Paraná, demonstrou o dirigente sindical. “A matéria-prima para a indústria plástica comprada a R$ 5 mil a tonelada em São Paulo, por exemplo, o produto final vai custar R$ 8,6 mil no Paraná, enquanto em Mato Grosso do Sul vai sair por R$ 10 mil”, citou o presidente do Sindiplast/MS.

Indústria moveleira

Por causa deste e de outros obstáculos, 23 empresas dos segmentos plástico, metalúrgico e moveleiro sul-mato-grossenses fecharam as portas nos últimos quatro anos (eram 133 em 2013; hoje, são 110), e 1.450 postos de trabalho foram fechados. Para o presidente do Sindmad/MS, Juarez Falcão, as dificuldades são ainda maiores quando se trata do segmento moveleiro.

“Está difícil para todos, mas, para nós, é ainda pior. A falta de investimentos na construção civil atinge em cheio o segmento moveleiro, porque se ninguém constrói, ninguém compra os móveis. Por aqui já temos uma série de dificuldade em relação aos impostos sobre a matéria-prima, logística e, se ainda vier um problema de má gestão por parte do Governo do Estado, que quer nos penalizar com ainda mais impostos, seremos muito prejudicados”, alertou o empresário.

O vice-presidente do Simemae/MS, Nilvo Della Senta, também demonstrou preocupação com a possibilidade de haver corte de incentivos para as indústrias. “Mais uma vez, lotamos este auditório de trabalhadores e empresários, o que mostra que não se trata do temor de um segmento, é temor da sociedade como um todo, que fecha portas de empresas, gera demissões, e mexe com pais de família”, lembrou.

Representando a Assembleia Legislativa, o deputado estadual Paulo Correa (PR) voltou a reforçar ser terminantemente contra a possibilidade de revisão dos incentivos fiscais concedidos pelo Governo do Estado. “Não se deve romper contrato”, resumiu. “Meu pai me ensinou isso, que não é preciso prometer nada, mas, se prometer, tem que cumprir. É como se diz no Nordeste: ‘Ajoelhou, tem que rezar’”, emendou o parlamentar, que é presidente da Comissão de Indústria e Comércio do Legislativo.

Após a apresentação dos sindicatos, a rodada do “Encontro Setorial da Indústria” foi encerrada com a palestra “Crise e Ameaça para a Indústria”, do professor doutor em geografia Tito Carlos Machado de Oliveira.

Próximas rodadas

O evento faz parte de uma série de encontros realizados pelos principais sindicatos das indústrias do Estado com o objetivo de debater as melhores estratégias e alternativas para enfrentar as ameaças ao setor no Estado em meio à crise econômica. Durante os eventos, veio à tona a questão da possibilidade de revisão dos incentivos fiscais concedidos para as indústrias, e a criação do Fundo Estadual de Estabilidade Fiscal, que obrigaria as indústrias beneficiadas a contribuírem com 10% do que deixam de pagar de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

No primeiro deles, o debate já rendeu uma alternativa à esta proposta, que foi apresentada pelo presidente da Fiems, Sérgio Longen: os industriais teriam a opção de aderir ao Fundo Estadual de Estabilidade Fiscal e, em troca, teriam renovados, por mais cinco anos, os incentivos já concedidos.

Ao todo, serão realizadas cinco rodadas dos “Encontros Setoriais da Indústria – Compromisso com o Desenvolvimento”, sempre no período noturno, a partir das 19h30, no Edifício Casa da Indústria. A próxima rodada está marcada para o dia 13 de março, e a quinta no dia 20. Os eventos são organizados pelo Sindivest/MS, Sindigraf/MS, Sindical/MS, Sinduscon/MS, Sindicer/MS, Siams, Simemae/MS, Sindepan/MS, Sindmad/MS, Sicadems, Silems, Sindiplast/MS, Sindiecol e Biosul. Para participar basta comparecer ao local na hora e na data marcada.

*Fonte: Fiems

Foto Assessoria de Imprensa

SIRECOM-MS retoma negociação com empresa ‘Sem Parar’

Em segunda e recente reunião realizada com a representante da empresa “Sem Parar”, o SIRECOM-MS conseguiu fechar parceria beneficiando não só o próprio sindicato e a categoria, como a sociedade campo-grandense de maneira geral.

Depois da avaliação do contrato de prestação de serviços que será feita por sua assessoria jurídica, o sindicato com a assinatura do convênio passará a ser um credenciado, exercendo a função de ponto de venda da empresa, que oferece cobertura completa em 99% dos pedágios pelo Brasil. “O SIRECOM-MS será o primeiro sindicato do País a firmar parceria conosco”, informou Larissa Corrêa Otero, que no ato representou o Sem Parar.

Presidente José Alcides com a representante da empresa "Sem Parar". Foto Assessoria de Imprensa

Presidente José Alcides com a representante da empresa “Sem Parar”. Foto Assessoria de Imprensa

A iniciativa inédita vai facilitar a vida dos interessados em adquirir o Sem Parar, visto que atualmente não existe nenhum ponto de venda no perímetro urbano de  Campo Grande. O lugar mais próximo é o Anel Viário (BR 163), no posto Caravágio. Larissa observou que muitos clientes reclamam muito da distância. “Mesmo que nossas reivindicações não tenham sido atendidas em sua totalidade, a parceria com a empresa Sem Parar será muito positiva, a começar pela maior visibilidade do sindicato, que passará a ser divulgado pelos próprios canais de comunicação da empresa. É um serviço que vamos prestar a Campo Grande, promovendo desta forma maior interação com a sociedade”, destacou Alcides.

A equipe do SIRECOM-MS passará por um treinamento, sendo capacitada para prestar um trabalho de excelência aos usuários. Segundo Larissa, a previsão é de que os serviços passem a ser oferecidos no sindicato dentro de 30 dias, depois de cumprido todos os trâmites legais para a assinatura do convênio.

Na avaliação do presidente Alcides, é importante que a categoria acompanhe todas as ações do sindicato, mesmo em fase de negociações. Ele destacou que “a divulgação de nosso trabalho vem atender a transparência de nossas ações. Portanto, mesmo que não consigamos êxito no fechamento de alguma parceria, fazemos questão de os representantes comerciais ficarem a par de tudo que acontece no sindicato”.

 

*Assessoria de Imprensa