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Imagem Agência Brasil

Índice Nacional de Custo da Construção registra inflação de 1,36% em junho

O Índice Nacional de Custo da Construção–M (INCC-M) registrou taxa de inflação de 1,36%, em junho. A variação de preços ficou acima do 0,13% registrado em maio. O INCC-M acumula taxas de 2,61% no ano e de 5,12% em 12 meses. O dado foi divulgado hoje (27) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

A inflação foi puxada principalmente pelo custo da mão de obra, que ficou 2,48% mais cara em junho. Entre os profissionais que ficaram mais caros, o destaque são os técnicos (2,65%), seguidos pelos especializados (2,39%) e auxiliares (2,35%). Em 12 meses, a mão de obra acumula inflação de 8,13%.

O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços teve variação de preços de apenas 0,02%. Os materiais e equipamentos ficaram 0,08% mais baratos, enquanto os serviços ficaram 0,39% mais caros. Os materiais, equipamentos e serviços acumulam alta de 1,66% em 12 meses.

 

*Fonte: Agência Brasil

Imagem: Agência Brasil

Índice do custo da construção tem queda de -0,08% em abril

O Índice Nacional de Custo da Construção caiu -0,08% em abril, resultado abaixo do registrado em março ( 0,36%). Os dados foram divulgados hoje (26) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), em São Paulo. No acumulado de 12 meses, o índice subiu 5,34%.

Na pesquisa feita em todo o país, seis capitais apresentaram desaceleração em suas taxas: Brasília (de 0,07 para -0,15), Belo Horizonte (2,36 para -0,12), Recife (0,04 para 0,03), Rio de Janeiro (0,08 para -0,04), Porto Alegre (0,06 para zero) e São Paulo (0,18 para -0,16). Em contrapartida, Salvador (0,02 para 0,22) teve aceleração.

O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços acusou queda de -0,18% em abril. Em março, a taxa havia sido de 0,26%.

Houve queda nos materiais e equipamentos, cujo índice variou -0,21%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,24%. Dos quatro subgrupos componentes, três apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para estrutura, cuja taxa passou de -0,08% para -0,67%.

A parcela relativa a serviços passou de uma taxa de 0,32% em março para -0,07%, em abril. Neste grupo, houve desaceleração de taxas de serviços e licenciamentos, que passaram de 1,19% para 0,16%. O índice da mão de obra não teve variação. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,45%.

 

*Fonte: Agência Brasil

Imagem: Fiems

Indústria estadual tem saldo positivo de 2.657 postos formais de trabalho no ano

O setor industrial de Mato Grosso do Sul, que é composto pelas indústrias de transformação, de extrativismo mineral, de construção civil e de serviços de utilidade pública, já acumula saldo positivo de 2.657 postos formais de trabalho de janeiro a setembro deste ano, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. O coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, explica que o montante positivo é em razão de setembro ter aberto 394 vagas, possibilitando que o saldo das contratações nas atividades industriais do Estado ficasse positivo em sete dos nove meses com dados oficiais disponíveis.

Ainda de acordo com ele, nos últimos 12 meses 704 vagas foram encerradas, porém, o desempenho vem melhorando sistematicamente. “Por exemplo, na comparação com o início do ano, os últimos 12 meses terminados em janeiro indicavam o fechamento de 9.003 vagas, ou seja, o total de vagas encerradas na indústria estadual, no comparativo anualizado, diminuiu em 92%”, analisou, completando que no mês de setembro a indústria da construção teve saldo positivo de 323 vagas, a de alimentos e bebidas chegou a 88 vagas e a química a 37 vagas.

No ano, conforme Ezequiel Resende, os melhores desempenhos foram da indústria da construção, com saldo positivo de 2.729 vagas, de serviços industriais, com 478 vagas, de alimentos e bebidas, com 442 vagas, e indústria da borracha, couro e diversas, com saldo de 202 vagas. “Infelizmente, nos últimos 12 meses, o saldo ainda é negativo na indústria química (-1.360), têxtil e vestuário (-765), produtos minerais não metálicos (-375), indústria de calçados (-295), indústria mecânica (-258) e indústria do papel e gráfica (-239)”, detalhou.

O conjunto das atividades industriais em Mato Grosso do Sul encerrou setembro de 2016 com 127.892 trabalhadores empregados, indicando aumento de 0,42% em relação a agosto. “Com esse desempenho, a indústria segue com o 3º maior contingente de trabalhadores formais do Estado. Atualmente, a atividade industrial responde por 19,6% de todo o emprego formal existente em Mato Grosso do Sul, ficando atrás do setor de serviços, que emprega 195.287 trabalhadores e tem participação equivalente a 29,9%, e da administração pública, com 129.971 trabalhadores ou 19,9% do total”, informou o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems.

Desempenho

Em Mato Grosso do Sul, de janeiro a setembro de 2016, ao todo 98 atividades industriais apresentaram saldo positivo de contratação, proporcionando a abertura de 5.500 vagas. Entre as atividades industriais com saldo positivo de pelo menos 100 vagas destacam-se construção de edifícios (+926), construção de edifícios (+776), montagem de instalações industriais e de estruturas metálicas (+513), obras para geração e distribuição de energia elétrica e para telecomunicações (+426), obras de terraplenagem (+340), geração de energia elétrica (+245), fabricação de celulose e outras pastas para a fabricação de papel (+217), fabricação de brinquedos e jogos recreativos (+159), preservação do pescado e fabricação de produtos do pescado (+154), abate de suínos, aves e outros pequenos animais (+129), coleta de resíduos não-perigosos (+124), instalações elétricas (+121) e instalações elétricas (+101).

Por outro lado, no mesmo período, 111 atividades industriais apresentaram saldo negativo em Mato Grosso do Sul, proporcionando o fechamento de 2.843 vagas. Entre as atividades industriais com saldo negativo de pelo menos 100 vagas destacam-se fabricação de álcool (-292), fabricação de produtos de pastas celulósicas, papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado não especificados anteriormente (-253), fabricação de produtos de pastas celulósicas, papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado não especificados anteriormente (-190), construção de redes de transportes por dutos, exceto para água e esgoto (-139), confecção de roupas íntimas (-132), obras de engenharia civil não especificadas anteriormente (-130) e serviços especializados para construção não especificados anteriormente (-106).

Em relação aos municípios, constata-se que em 49 deles as atividades industriais registraram saldo positivo de contratação no período de janeiro a setembro, proporcionando a abertura de 4.114 vagas, sendo que entre as cidades com saldo positivo de pelo menos 100 vagas destacam-se Três Lagoas (+1.070), Aparecida do Taboado (+662), Água Clara (+427), Campo Grande (+305), Nova Andradina (+197), Maracaju (+147), Mundo Novo (+145), Angélica (+141) e Naviraí (+101). Por outro lado, no mesmo período, em 27 municípios as atividades industriais registraram saldo negativo, proporcionando a fechamento de 1.457 vagas e as cidades com saldo negativo de pelo menos 100 vagas destacam-se Eldorado (-197), Bataguassu (-190), Paranaíba (-165), Terenos (-157), Dourados (-146) e Ponta Porã (-115).

* Fonte: Fiems