Consumidor deve ficar em  alerta se a oferta for muito vantajosa. Foto Divulgação

No período do Natal, consumidores devem redobrar atenção nas compras pela Internet

Pesquisa de preços abaixo do mercado e dados sobre a empresa vendedora devem ser verificados antes de aquisições pelo e-commerce
O Natal é a época do ano que as pessoas mais trocam presentes. Para encontrar a lembrança ideal e com um preço atrativo, muitos consumidores recorrem à internet para fazerem suas compras. No mesmo período de 2014 o ticket médio gasto pelos brasileiros por meio do e-commerce foi de R$ 388, segundo a E-bit (empresa referência na divulgação de informações do e-commerce). As categorias de produtos mais procuradas foram: moda e acessórios, cosméticos, perfumes e saúde, eletrônicos, telefonia e celulares e informática. Para a compra on-line não dar dor de cabeça alguns cuidados são essenciais.
Segundo o diretor executivo da Rebellion Digital, Fernando Mansano, profissional com 15 anos de experiência em e-commerce e marketing digital, é fundamental que o comprador pesquise sobre a empresa antes da compra. “Deve-se verificar se é uma loja conhecida e se existe mesmo. Observar reclamações em sites de queixas e se foram resolvidas e também como está a avaliação do estabelecimento”, comenta.
Outro alerta é se a oferta for muito vantajosa. “O velho ditado ‘quando a esmola é demais, o santo desconfia’, deve ser colocado em prática durante uma aquisição pela internet, quando os preços estão muito abaixo do mercado. Sempre prefira formas de pagamento que garantem o dinheiro de volta caso o produto não chegue dentro do prazo”, explica Mansano.
“A demanda de entregas de mercadorias no final de ano aumenta muito. Com isso, o prazo pode ser maior, mas deve ser informado pelo fornecedor no ato da compra e deverá ser cumprido. Se houver atraso, o consumidor precisa primeiramente entrar em contato com a loja para saber sobre a situação do pedido e se não for solucionado o caso rapidamente, uma opção é procurar o órgão de defesa do consumidor. Em casos extremos, entrar na justiça pode ser a solução”, analisa Fernando Mansano.
* Fonte: Segs