Posts

O índice atingiu 92,3 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos -Arquivo/Agência Brasil

Confiança da indústria varia 0,1 ponto em prévia de agosto

O Índice de Confiança da Indústria apresentou relativa estabilidade, ao variar apenas 0,1 ponto na prévia de agosto e atingiu 92,3 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o índice retornou ao nível de maio, depois da queda ocorrida em junho.

A confiança dos empresários da indústria no momento atual, medida pelo Índice da Situação Atual, teve queda de 0,4 ponto e chegou a 89,6 pontos. Já o Índice de Expectativas, que mede a opinião do empresariado em relação ao futuro, avançou 0,7 ponto.

O resultado preliminar de setembro indica queda de 0,1 ponto percentual no Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (Nuci), para 74%. Para a prévia de setembro de 2017 foram consultadas 783 empresas entre os dias 4 e 19 deste mês. O resultado final da pesquisa será divulgado na próxima sexta-feira (29).

 

*Agência Brasil

Fiems

Intenção de Investimentos da Indústria cai 2,8 pontos no terceiro trimestre

O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 2,8 pontos no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior. O indicador, que mede o ímpeto de investimento das indústrias, caiu para 105,1 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos.

Entre o segundo e o terceiro trimestres de 2017, houve redução tanto da parcela de empresas que preveem investir mais (de 25,6% para 21,1%), quanto das que preveem investir menos (de 17,7% para 16%).

Segundo a pesquisa, o grau de incerteza aumentou nas empresas industriais. As empresas incertas quanto à execução do plano de investimentos cresceram de 21,3% no segundo trimestre deste ano para 27,3% no trimestre seguinte.

O percentual de empresas certas de seus planos de investimentos também cresceu, mas em ritmo mais moderado, já que subiu de 25% no segundo trimestre para 28,2% no terceiro trimestre.

Segundo a FGV, a queda de 2,8 pontos do Indicador de Intenção de Investimentos “retrata bem a dificuldade de acelerar investimentos em um ambiente de elevadas ociosidade e incerteza. O setor industrial coloca-se em compasso de espera por notícias que aumentem o grau de certeza quanto ao rumo da economia no horizonte de dois a três anos”, diz a nota da FGV.

*Agência Brasil

Agência Brasil

Indústria cresce 0,8% entre junho e julho deste ano

A produção industrial brasileira cresceu 0,8% na passagem de junho para julho deste ano. Esta é a quarta alta consecutiva do indicador nesse tipo de comparação. Na passagem de maio para junho, o aumento havia sido de 0,2%. Os dados, da Pesquisa Mensal Industrial – Produção Física (PIM-PF), foram divulgados hoje (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com julho de 2016, a indústria cresceu 2,5% e, no acumulado do ano, avançou 0,8%. No entanto, no acumulado de 12 meses, a produção da indústria acumula queda de 1,1%.

Na passagem de junho para julho, as quatro grandes categorias econômicas tiveram alta: bens de consumo duráveis (2,7%), bens de consumo semi e não duráveis (2%), bens de capital, isto é, máquinas e equipamentos (1,9%), e bens intermediários, isto é, insumos industrializados para o setor produtivo (0,9%).

Nesse mesmo tipo de comparação, foram observadas altas em 14 das 24 atividades industriais pesquisadas. O destaque ficou com os produtos alimentícios, que, com um crescimento de 2,2% na produção, tiveram o maior impacto na indústria nacional no período.

Em seguida, aparecem as atividades de produtos derivados de petróleo e biocombustíveis (1,9%) e equipamentos de informática e produtos eletrônicos (5,9%).

Entre as dez atividades em queda, os destaques ficaram com as indústrias extrativas (-1,5%), perfumaria e produtos de limpeza (-1,8%) e metalurgia (-2,1%).

*Agência Brasil

Índice de Confiança da Indústria cresceu 1,4 ponto em agosto, totalizando 92,2 pontos. Arquivo - Agência Brasil

Confiança da Indústria avança 1,4 ponto em agosto, diz FGV

O Índice de Confiança da Indústria avançou 1,4 ponto em agosto, totalizando 92,2 pontos, segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgado hoje (29) em São Paulo. Houve alta da confiança em 11 dos 19 segmentos industriais avaliados.

O Índice da Situação Atual subiu 1,6 ponto para 90,0 pontos, o maior valor desde maio de 2014. Contribuiu para o resultado a melhor percepção sobre o nível dos estoques. A parcela de empresas que avaliam os estoques como excessivos caiu de 12,1% em julho para 10,8% em agosto, o menor percentual desde fevereiro de 2014.

Aumentou também o percentual de empresas que consideram o nível de estoques insuficiente: de 3,3% para 3,6% entre julho e agosto. Na avaliação da FGV, após piora consecutiva por quatro meses, as empresas continuam com estoques industriais indesejados em agosto.

O Índice de Expectativas aumentou 1,0 ponto e foi para 94,4 pontos. Contribuíram as melhores perspectivas para a produção nos três meses seguintes. O levantamento registrou alta na proporção de empresas prevendo produção maior de 29,1% para 34,2%. Aquelas que estimam produção menor passaram de 17,7% para 20,2% do total. Com o resultado, o indicador de produção prevista avançou 2,9 pontos, para 96,3 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada recuou 0,6 ponto percentual em agosto para 74,1%, nível próximo ao de junho e inferior à média no ano, de 74,5%.

 

*Agência Brasil

As horas trabalhadas na produção industrial recuaram 3,3%, o emprego teve queda de 3,9% e a massa real de salários encolheu 3,5%, segundo a CNI. Arquivo: Agência Brasil

Faturamento da indústria acumula queda de 5,9% no primeiro semestre, diz CNI

O faturamento industrial acumulado no primeiro semestre de 2017 é 5,9% menor que o registrado no mesmo período de 2016,  segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). As horas trabalhadas na produção recuaram 3,3%, o emprego teve queda de 3,9% e a massa real de salários encolheu 3,5%. Já o rendimento médio real do trabalhador subiu 0,5%, especialmente por causa da queda da inflação.

“Embora o prolongado período de queda da atividade e de piora do mercado de trabalho tenha ficado para trás, os indicadores industriais ainda não mostram recuperação”, informou a CNI, na pesquisa Indicadores Industriais, divulgada hoje (1º).

Os dados apontam que o segundo trimestre deste ano foi caraterizado pela oscilação da atividade e do emprego. Segundo a CNI, em abril, os dados foram majoritariamente negativos; maio havia revertido esse desempenho; e junho encerra o trimestre com queda do faturamento, horas trabalhadas, utilização da capacidade instalada e do emprego. Rendimento e massa salarial em termos reais, por outro lado, cresceram durante todo o trimestre, como resultado da queda da inflação.

“Essa oscilação faz com que a atividade industrial e o emprego mantenham-se em patamares inferiores ao já fraco ano de 2016”, diz a pesquisa.

Indicadores de junho

Segundo a CNI, o faturamento da indústria brasileira caiu 2,4% e as horas trabalhadas na produção tiveram uma queda de 1,3% em junho na comparação com maio, nas séries livres de influências sazonais.

De acordo com a pesquisa, o emprego na indústria diminuiu 0,2%. Por outro lado, a massa real de salários subiu 0,7% e o rendimento médio real do trabalhador aumentou 1,6% em junho frente a maio, na série de dados dessazonalizados.

A utilização da capacidade instalada em junho deste ano ficou em 77%, abaixo dos 77,3% registrados no mesmo mês de 2016, considerando os dados dessazonalizados. Com isso, a ociosidade da indústria subiu para 23%.

Também foi divulgada hoje a Pesquisa Industrial Mensal Produção Física Brasil (PIM-PF), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados indicam crescimento da produção industrial de 0,5% no primeiro semestre deste ano, comparado com o mesmo período do ano anterior. Já na comparação dos últimos 12 meses, foi registrada queda de 1,9% em junho.

 

*Agência Brasil

Índice de Confiança da Indústria teve queda de 2,8 pontos em junho, atingindo 89,5 pontos.       Agência Brasil

Pesquisa constata queda na confiança da indústria, diz FGV

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) apresentou queda de 2,8 pontos em junho, atingindo 89,5 pontos, o menor nível desde fevereiro (87,8 pontos), depois de ter sido registrada a maior marca desde 2014, em maio último (92,3%). Treze de um total de 19 segmentos industriais reduziram a confiança.

O indicador tem relação com a pesquisa Sondagem da Indústria de Transformação do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre) com a participação de 1.147 empresas em consultas, no período de 1 a 23 deste mês. As informações foram divulgadas hoje, em São Paulo, pela FGV.

A coordenadora da pesquisa, Tabi Thuler Santos, afirmou, em nota, que esse recuo se deve ao “aumento da incerteza após a deflagração da nova crise política, em maio”. Ela observou ainda que as consultas indicaram “a interrupção do processo de ajuste dos estoques industriais e a favorável contribuição do mercado externo para o desempenho do setor nos últimos meses”.

Índice de Expectativas

O estudo mostra ainda diminuição na confiança tanto em relação ao presente quanto no curto prazo. O Índice de Expectativas (IE) teve baixa de 3,6 pontos, atingindo 92,1 pontos e o Índice da Situação Atual (ISA) apresentou redução de 2 pontos ao alcançar 87 pontos.

A proporção de empresas que planeja ampliar o quadro de empregados caiu de 13,9% para 9,3% e o universo de empresas que pretendem cortar vagas aumentou de 16,1% para 20,9%. O ceticismo empresarial também pode ser notado pela avaliação sobre o nível de estoques. Na sondagem, 12,7% indicaram que o volume está excessivo ante 12,2% que tinham essa mesma visão, em maio último.

Também ocorreu baixa de 05, ponto percentual no Nível de Utilização da Capacidade Instalada, que passou para 74,2%, o menor desde dezembro do ano passado.

 

*Fonte: Agência Brasil

EBC

Prévia do Índice de Confiança da Indústria indica aumento de 1,2 ponto

A prévia do Índice de Confiança da Indústria (ICI) subiu 1,2 ponto em maio deste ano, comparativamente aos números do final de abril, na série livre de influências sazonais, indo a 92,4 pontos. Os dados fazem parte da Sondagem da Indústria de Transformação de maio divulgado hoje (22), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV).

Se as previsões forem confirmadas na versão definitiva do indicador pela FGV, este será o maior Índice de Confiança da Indústria desde os 97 pontos obtidos em abril de 2014 – portanto dos últimos três anos.

Segundo os economistas do Ibre/FGV, “a continuidade no avanço da confiança resultaria tanto de melhores avaliações sobre a situação atual quanto de melhores perspectivas para os meses seguintes”.

A prévia da sondagem de maio indica que, se confirmadas as previsões, o Índice da Situação Atual (ISA) subiria no fechamento da sondagem 1,3 ponto, indo a 89,6 pontos; enquanto o Índice de Expectativas (IE) subiria 0,8 ponto, para 95,2 pontos.

Após subir 0,3 ponto percentual em abril, o resultado prévio indica que o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (NUCI) teria recuado 0,2 ponto percentual em maio, para 74,5%.

Segundo a FGV, na prévia de maio foram consultadas 781 empresas entre os dias 2 e 17 deste do mês, com o resultado final da pesquisa será divulgado na próxima segunda-feira, dia 29.

 

*Fonte: Agência Brasil

Imagem Fiems

Produção industrial cai em oito dos 14 locais pesquisados pelo IBGE

Em março, a produção industrial registrou queda em oito dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na comparação com fevereiro, conforme pesquisa divulgada nesta terça-feira (09/05). De acordo com o IBGE, a queda mais acentuada foi registrada em Santa Catarina (-4%), interrompendo quatro meses consecutivos de taxas positivas no estado, que chegou a registrar expansão de 7%.

As outras taxas negativas foram registradas no Ceará (-3,1%), Paraná (-2,9%), Minas Gerais (-2,8%), Pará (-2,7%), São Paulo (-1,7%), Rio Grande do Sul (-1,2%) e Espírito Santo (-0,7%). Já a taxa de Pernambuco ficou em 0%, repetindo o patamar registrado em fevereiro.

O melhor desempenho da indústria foi registrado no Amazonas, com crescimento de 5,7% na produção. O resultado eliminou o recuo de 2,5% observado no mês anterior. As demais taxas positivas para março foram assinaladas na Bahia (2%), Rio de Janeiro (0,7%), Goiás (0,5%) e Região Nordeste (0,1%).

Considerando todas as regiões, a produção da indústria brasileira caiu 1,8% em março em comparação com fevereiro. No entanto, frente a março de 2016, a atividade fabril teve expansão de 1,1%, após cair 0,8% em fevereiro e avançar 1,4% em janeiro. Foi o pior resultado mensal desde agosto de 2016, quando o setor registrou queda de 3,3%, e o março mais fraco desde o início da série histórica, em 2002, da pesquisa feita pelo IBGE.

Comparação

Na comparação com março do ano passado, o setor industrial registrou expansão em oito dos 15 locais pesquisados pelo IBGE. O instituto destacou que em 2017 o mês teve um dia útil a mais que em 2016.

Nesta base de comparação, Goiás e Rio Grande do Sul registraram os maiores avanços – respectivamente 8% e 7,4%. Segundo o IBGE, o crescimento no estado do Centro Oeste foi puxado pelo setor de produtos alimentícios (carnes de bovinos frescas ou refrigeradas, leite esterilizado/UHT/Longa Vida e em pó, tortas, bagaços, farelos e outros resíduos da extração do óleo de soja e óleo de soja refinado e em bruto). Já no estado sulista a alta foi garantida pelos setores de bebidas (vinhos de uvas) e máquinas e equipamentos (tratores agrícolas e máquinas para colheita).

Rio de Janeiro (6,1%), Santa Catarina (5,9%), Paraná (4,9%), Espírito Santo (2,4%) e Minas Gerais (2,4%) também registraram taxas positivas mais elevadas do que a média da indústria (1,1%), enquanto São Paulo (0,9%) completou o conjunto de locais com expansão na produção nesse mês.

Já o Amazonas apontou o recuo mais acentuado em março de 2017 (-7,3%). O resultado foi pressionado, principalmente, pelo comportamento negativo vindo dos setores de bebidas (preparações em pó para elaboração de bebidas) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel, naftas para petroquímica e gasolina automotiva).

Os demais resultados negativos foram observados na Bahia (-4,3%), Ceará (-3,8%), Pará (-2,6%), Região Nordeste (-2,5%), Pernambuco (-0,8%) e Mato Grosso (-0,3%).

Recuo em 12 meses

Já o desempenho industrial considerando a taxa acumulado nos últimos 12 meses mostra que ficou mantido o recuo em 14 dos 15 locais pesquisados. Porém, 13 deles apontaram maior dinamismo frente aos índices de fevereiro.

Segundo o IBGE, os principais ganhos de ritmo entre fevereiro e março de 2017 foram registrados por Pernambuco (de -3,4% para -1,4%), Espírito Santo (de -14,9% para -13,0%), Rio Grande do Sul (de -3,5% para -1,9%), Rio de Janeiro (de -2,1% para -0,7%), Goiás (de -3,4% para -2,1%), São Paulo (de -3,5% para -2,3%) e Santa Catarina (de -1,3% para -0,1%), enquanto Pará (de 7,6% para 6,9%) e Mato Grosso (de -2,7% para -3,3%) mostraram as perdas entre os dois períodos.

*Fonte: Fiems

Imagem Fiems

Produção da indústria sobe 1,1% em março ante 2016, mas cai 1,8% em relação a fevereiro

A produção da indústria brasileira caiu 1,8% em março em comparação com fevereiro. No entanto, frente a março de 2016, a atividade fabril teve expansão de 1,1%, após cair 0,8% em fevereiro e avançar 1,4% em janeiro. Os números foram divulgados nesta quarta-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nos três primeiros meses, o setor industrial acumula alta de 0,6%. No trimestre, é a primeira alta desde 2014. No entanto, no acumulado dos últimos 12 meses, houve recuo de 3,8% em março, prosseguindo, segundo o IBGE, com a redução no ritmo de queda iniciada em junho de 2016 (-9,7%).

 

Segmentos da indústria

 

Em relação a fevereiro, houve recuo da atividade industrial em todas as quatro grandes categorias econômicas e 15 dos 24 ramos pesquisados. As principais influências negativas foram registradas por veículos automotores, reboques e carrocerias (-7,5%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-23,8%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-3,3%).

Entre as grandes categorias econômicas, a de bens de consumo duráveis recuou 8,5%, eliminando o avanço de 8% registrado em fevereiro. Foi o recuo mais intenso desde junho de 2015 (-13,2%). O de bens intermediários caiu 2,5%, interrompendo quatro meses consecutivos de expansão na produção, período em que acumulou ganho de 3,4%.

O de bens de capital também caiu 2,5%, após avançar 5,9% em fevereiro. E o de bens de consumo semi e não-duráveis registrou retração de 1,8%, assinalando o segundo mês seguido de redução na produção e acumulando em dois meses perda de 3,2%. Na comparação com março de 2016, houve resultados positivos em três das quatro grandes categorias econômicas e 16 dos 26 ramos pesquisados. Entre os ramos, veículos automotores, reboques e carrocerias (10,9%) e indústrias extrativas (7,0%) exerceram as maiores influências positivas.

A categoria de bens de consumo duráveis cresceu 8,5%, e a de bens de capital, 4,5%, assinalando os avanços mais acentuados. O segmento de bens intermediários avançou 0,5%. Por outro lado, o setor produtor de bens de consumo semi e não-duráveis teve redução de 0,5%. O segmento de bens de consumo duráveis teve o 5º resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação, mas menos intenso do que o registrado no mês anterior (20,1%), impulsionado pelos avanços na fabricação de automóveis (13,2%) e de eletrodomésticos da “linha marrom”.

 

*Fonte: Fiems

Imagem Fiems

Fiems passa a disponibilizar cadastro industrial de mais de 8,9 mil empresas

Com atualização mensal, o Radar Industrial da Fiems passa a disponibilizar, por e-mail, o Cadastro Industrial, um guia que lista milhares de empresas em Mato Grosso do Sul e pode ser uma rica ferramenta de busca para novos negócios. Além disso, o Cadastro contribuirá para promover a integração entre as indústrias do Estado, seus fornecedores e possíveis clientes.

Por meio desse guia, os interessados terão acesso a informações como CNPJ, razão social, município onde está instalada a indústria, porte, segmento industrial, CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) principal e secundário, endereço com CEP, telefone, contato e e-mail. Ao todo, o Cadastro Industrial da Fiems traz informações de 8.974 estabelecimentos, sendo 1.242 de pequeno, médio e grande porte.

“Todos os 1.242 estabelecimentos de pequeno porte em diante foram checados e 968 tiveram seus dados cadastrais revalidados”, detalhou o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, acrescentando que os 7.732 estabelecimentos industrias de porte micro não passaram pela verificação cadastral em decorrência da priorização feita para os estabelecimentos de pequeno, médio e grande porte, pois integram o conjunto mais representativo da atividade industrial do Estado.

Os segmentos industriais contemplados no Cadastro são: indústria da construção, indústria de alimentos e bebidas, indústria metalmecânica, indústria de produtos minerais não metálicos, indústria têxtil, do vestuário e artefatos de tecido, indústria da borracha, couros e indústrias diversas, indústria química, do etanol, produtos farmacêuticos e veterinários, serviços industriais de utilidade pública, indústria da madeira e do imobiliário, indústria extrativa, indústria do papel, papelão, editorial e gráfica e indústria do material elétrico e de comunicações.

Ezequiel Resende informa que os interessados no guia têm de pagar R$ 200,00 na forma de boleto com vencimento para sete dias. No caso de Pessoa Jurídica, os documentos necessários para cadastro de cliente são Cartão CNPJ, enquanto para Pessoa Física são necessários cópia do CPF e RG. “Para solicitar o cadastro ligue para (67) 3389-9136 ou 3389-9146, sendo que, após a confirmação do pagamento, o arquivo do Cadastro Industrial, no formato de Excel, é enviado por e-mail”, reforçou.

Serviço – Para solicitar o Cadastro Industrial da Fiems basta ligar para os telefones (67) 3389-9136 ou 3389-9146

*Fonte: Fiems