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Demanda de passageiros por voos internacionais cresceu 16,78% em agosto

A demanda de passageiros por voos internacionais cresceu 16,78% em agosto deste ano na comparação com o mesmo mês de 2016. Já a oferta cresceu 18,2% no mesmo comparativo.

No acumulado de janeiro a agosto, a demanda internacional cresceu 13,2%, e a oferta aumentou 10%, em comparação com igual período do ano passado. Os números foram divulgados ontem (21), pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e mostram que a procura por voos domésticos também registrou crescimento, embora em menor ritmo, com aumento de 5,51% no mesmo período. Foi a sexta alta do indicador após 19 meses em queda.

A oferta de assentos em voos domésticos também cresceu (3,5%).

No total, durante o mês de agosto, foram transportados por empresas brasileiras 732 mil passageiros em voos internacionais. Dentre as empresas nacionais, a Latam liderou o transporte internacional de passageiros em agosto, com 77,12% da participação no mercado. A Gol teve 10,78% e a Azul, 11,21%. A Avianca Brasil obteve 0,89% de participação.

Voos domésticos

Foram transportados 7,6 milhões de passageiros em rotas domésticos, com variação positiva de 2,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. A taxa de aproveitamento dos assentos das aeronaves em agosto foi de 80,2%, o que representou alta de 1,9% ante ao mesmo mês do ano anterior.

As empresas Gol e Latam permaneceram líderes na participação no mercado doméstico, com 34,9% e 33,9% da demanda. Na comparação com agosto de 2016, “a participação de mercado das duas empresas foi reduzida em 2% e 1,9%, respectivamente. A Azul alcançou participação de 17,4% no mês, enquanto a Avianca respondeu por 13,2% da demanda doméstica”, informou a Anac.

Os dados mostram que houve aumento de 31,2% na participação no mercado doméstico das empresas concorrentes das duas líderes em agosto. O número representa aumento de 4,6% na comparação com a participação apurada em agosto do ano passado. A Azul aparece em terceiro lugar na participação de mercado, com 17,4%. Já a a Avianca respondeu por 13,2% da demanda doméstica.

*Agência Brasil

Notícias MS

Confiança do consumidor cresce 1,4 ponto em setembro

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), da Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 1,4 ponto em setembro deste ano, depois de três quedas consecutivas provocadas pela crise política de maio. O indicador atingiu 82,3 pontos, o mesmo nível de junho, em uma escala de 0 a 200 pontos.

A alta foi provocada pela melhora da expectativa dos consumidores em relação ao futuro. O Índice de Expectativas avançou 2,2 pontos e chegou a 91,1 pontos, o mesmo patamar de abril. Já a satisfação dos consumidores com a situação atual ficou praticamente estável, ao variar apenas 0,2 ponto.

Segundo a coordenadora da pesquisa da FGV, Viviane Seda Bittencourt, o resultado parece estar relacionado a uma ligeira melhora na percepção sobre o mercado de trabalho e no gradual afastamento do risco de crise política. Apesar disso, o consumidor mantém perfil cauteloso.

 

*Agência Brasil

O índice atingiu 92,3 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos -Arquivo/Agência Brasil

Confiança da indústria varia 0,1 ponto em prévia de agosto

O Índice de Confiança da Indústria apresentou relativa estabilidade, ao variar apenas 0,1 ponto na prévia de agosto e atingiu 92,3 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o índice retornou ao nível de maio, depois da queda ocorrida em junho.

A confiança dos empresários da indústria no momento atual, medida pelo Índice da Situação Atual, teve queda de 0,4 ponto e chegou a 89,6 pontos. Já o Índice de Expectativas, que mede a opinião do empresariado em relação ao futuro, avançou 0,7 ponto.

O resultado preliminar de setembro indica queda de 0,1 ponto percentual no Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (Nuci), para 74%. Para a prévia de setembro de 2017 foram consultadas 783 empresas entre os dias 4 e 19 deste mês. O resultado final da pesquisa será divulgado na próxima sexta-feira (29).

 

*Agência Brasil

A estimativa de setembro é mais alta do que a de agosto (6,3%) e interrompeu dez quedas consecutivas

Expectativa de inflação dos brasileiros sobe para 6,7%, diz FGV

Os brasileiros acreditam que, nos próximos 12 meses, a inflação ficará em 6,7%. A constatação é da pesquisa de setembro da Expectativa de Inflação do Consumidor, medida pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A estimativa de setembro é mais alta do que a de agosto (6,3%) e interrompeu dez quedas consecutivas.

Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), a alta pode ser interpretada como uma acomodação temporária do indicador na casa dos 6%. A FGV acredita que, nos próximos meses, o indicador voltará a cair devido ao recuo esperado para a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo os últimos dados do IPCA, referentes a agosto, a inflação oficial medida pelo IBGE acumula taxa de 2,46% em 12 meses.

 

*Agência Brasil

Carlos Viana de Carvalho disse que há melhora no poder de compra da população. “As pessoas sentem no bolso quando saem para fazer compras no supermercado”.      Beto Nociti/Banco Central

Diretor do BC diz que consumidor já sente sinais de melhoria na economia

O diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Carlos Viana de Carvalho, considera que a população já começa a ver sinais de melhora na economia brasileira. Ao apresentar hoje (21), em Brasília, o Relatório Trimestral de Inflação, ele destacou a melhora no poder de compra. “Algo que as pessoas sentem no bolso quando saem para fazer compras no supermercado; [elas] sentem que o salário está com poder de compra melhor”, disse.

Acrescentou que as notícias sobre o mercado de trabalho também são melhores. “O dia a dia vai mostrar essa melhoria da economia permeando a vida das pessoas”, opinou. Ele também citou que o crédito para pessoas físicas já dá sinais de melhora, com redução do spread(diferença entre taxa de captação de dinheiro e a cobrada dos clientes nos empréstimos).

No Relatório Trimestral de Inflação, o Banco Central revisou a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, de 0,5% para 0,7% este ano. A estimativa para 2018 é de um crescimento maior da economia: 2,2%.

Sobre a redução do ritmo de cortes na taxa básica de juros, a Selic, e encerramento gradual do ciclo já anunciado pelo BC, Viana disse que essa estratégia é condicional, ou seja, depende da “evolução da conjuntura econômica e dos fatores de risco”.

No balanço de riscos, o diretor destacou como mais relevantes os preços de alimentos e de componentes industriais muito abaixo do esperado e a “frustração” de reformas, como a da Previdência. “A gente segue comunicando a importância do fiscal, especialmente através da percepção de perspectivas para trajetória das contas públicas para prazos mais longos”, disse.

Descumprimento de meta

Carlos Viana de Carvalho disse ainda que, se a meta de inflação ficar abaixo do limite mínimo de 3%, o BC justificará o descumprimento “com serenidade”. Quando a meta de inflação não é cumprida, o BC tem fazer uma carta apontando os motivos para o descumprimento.

A projeção do BC para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), é de 3,2% este ano. Segundo o Relatório de Inflação, o risco de a inflação ficar abaixo do limite inferior da meta é de 36%. A meta tem centro de 4,5% e limite superior de 6%.

China

Sobre o rebaixamento da nota de classificação de risco (rating soberano) da China pela agência S&P de AA- para A+, Viana disse que é uma país “muito relevante” para a economia brasileira. “Como qualquer novo desenvolvimento econômico, precisa ir analisando ao longo tempo para ver como isso impacta o cenário”.

Contas externas

No relatório, o BC revisou a projeção para o déficit em transações correntes (as compras e as vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com o mundo) de US$ 24 bilhões para US$ 16 bilhões (0,8% do PIB) este ano. Para 2018, é prevista “elevação moderada” do déficit em conta corrente para 1,4% do PIB.

“A redução do déficit deste ano, em boa medida, é explicada por um desempenho melhor da balança comercial. Para o ano que vem, o cenário é consistente com a ideia de retomada da atividade economia. Nesse ambiente de retomada, é de se esperar que o superávit comercial se reduza um pouco”, disse Viana.

A projeção para os Investimentos Diretos no País (IDP), recursos que vão para o setor produtivo, foi mantida em US$ 75 bilhões (3,6% do PIB), em 2017. O BC destacou que esse valor é “mais do que suficiente para o financiamento integral do déficit previsto para transações correntes”. Para 2018, a projeção para o IDP é US$ 80 bilhões.

 

*Agência Brasil

Redução da inflação para 3,2% beneficiará consumidoresTânia Rêgo/Agência Brasil

BC reduz projeção de inflação este ano para 3,2%

O Banco Central (BC) espera uma inflação menor este ano. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi revisada de 3,8%, divulgada em junho, para 3,2%, no Relatório de Inflação divulgado hoje (21) pelo BC.

A projeção é de um dos cenários previstos pelo BC, chamado de “projeção central”, elaborada considerando as estimativas do mercado para a taxa de juros e o câmbio.

A expectativa do mercado para a taxa de câmbio é R$ 3,20 no fim de 2017, R$ 3,30 no final de 2018, R$ 3,40 em 2019 e R$ 3,45 em 2020.

A projeção para a Selic é 7% ao ano ao final de 2017 e de 2018. Para o fim de 2019, é de elevação para 8% ao ano, mantendo-se nesse patamar até o fim de 2020.

Segundo o BC, a revisão ocorreu por conta da queda dos preços dos alimentos. À medida que esse efeito saiu dos cálculos em 12 meses, a projeção para a inflação sobe. Para 2018, a projeção para a inflação é 4,3%, abaixo do centro da meta que deve ser perseguida pelo BC (4,5%). A projeção de junho era 4,5%. Para 2019, a estimativa é 4,2% e 2020, 4,1%.

Outros cenários

No caso do cenário com taxa Selic estimada pelo mercado financeiro e câmbio constante, a projeção para a inflação fica em 3,2% este ano, 4,1% em 2018 e 3,9% em 2019 e em 2020.

Já com taxa de câmbio e Selic constantes, a projeção para o IPCA é de 3,2% em 2017. Para 2018, a estimativa ficou em 3,8%. Nos anos seguintes, 2019 e 2020, em 3,7% e 3,8%, respectivamente.

No último cenário, com taxa de câmbio estimada pelo mercado e Selic constantes, a inflação fica em 3,2% este ano, 4,1%, em 2018, e em 4% em 2019 e 2020.

 

*Agência Brasil

O ministro do Turismo, Marx Beltrão, destaca  movimentação da cadeia econômica do setor. 
Fabio Rodrigues Pozzebom/Arquivo/Agência Brasil

Desembarques internacionais têm pequeno aumento no primeiro semestre

Com aumento de quase 2% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, os desembarques internacionais no Brasil superaram a marca de 5 milhões no no mesmo período de 2017. De janeiro a junho, foram registrados no Brasil 5,071 milhões de desembarques internacionais contra os 4,798 milhões realizados no mesmo período do ano passado, o que, segundo o Ministério do Turismo, indica recuperação econômica do país.

Os desembarques nacionais, porém, tiveram redução de 0,64% no primeiro semestre. Nesse período, houve 44,2 milhões de pousos nacionais contra 44,5 milhões do semestre correspondente de 2016. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (19) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

De acordo com o governo, os dados consideram voos regulares e não regulares e de passageiros residentes e não residentes no Brasil. “O maior número de desembarques [internacionais] revela que as pessoas estão viajando mais, seja a lazer, seja a negócios, movimentando a cadeia econômica do turismo”, disse o ministro do Turismo, Marx Beltrão.

 

*Agência Brasil

Quem vai comprar um carro, uma casa, não carrega mala de dinheiro, diz o presidente do Coaf, Antônio Gustavo Rodrigues, que defende a proibição de pagamentos em dinheiro acima de R$ 30 mil. Divulgação/Polícia Federal

Pagamento em espécie é motivo de preocupação em todo o mundo, diz Coaf

O presidente do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Antônio Gustavo Rodrigues, disse hoje (19) que, apesar da evolução tecnológica e das novas ferramentas de segurança oferecidas pelos bancos, ainda há enorme preocupação com o uso do dinheiro em espécie, que não é rastreável.

Por isso, em palestra no 7º Congresso de Combate e Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo, Antônio Gustavo destacou que é preciso tomar medidas para restringir a circulação e proibir ou dificultar a adoção de pagamentos em dinheiro.

“Isso para qualquer pagamento. Se você vai comprar um carro, uma casa, não vai ficar carregando mala de dinheiro. Para qualquer tipo de pagamento, não é razoável que uma pessoa carregue grandes quantidades de moeda. Em princípio, eu diria que devia ser proibido pagar em dinheiro a partir de R$ 30 mil. Até mesmo menos do que isso já é muito dinheiro para ficar carregando. Devíamos seguir o exemplo de outros países e ter leis proibindo pagamentos acima desse valor em dinheiro”, afirmou Antônio Gustavo.

Ele ressaltou ainda que é preciso haver sinergia entre os órgãos reguladores e os regulados para que a troca de informações contínua permita o combate efetivo à lavagem de dinheiro. “Apesar de o Coaf [conselho ligado ao Ministério da Fazenda] não ser regulador, interage tanto com reguladores quanto com regulados, especialmente na área da lavagem de dinheiro, que requer muita troca de informações e entendimento para que processos identifiquem situações que permitam ao Coaf trabalhar e assim ajudar a polícia e o Ministério Público”.

Segundo Antônio Gustavo, como unidade de inteligência financeira, o Coaf trabalha recebendo informações de vários setores econômicos, principalmente os bancos e quanto mais essas instituições forem capazes de detectar situações suspeitas e informar o Coaf, melhores serão as informações para a polícia e o Ministério Público.

“Tivemos uma enorme evolução nos sistemas brasileiros, mas é preciso uma ótima relação entre o Banco Central e os bancos para que esse trabalho seja cada vez melhor, porque, do outro lado, tem sempre o bandido querendo esconder, burlar ou evitar a norma. Eles [bandidos] estão sempre inventando novas formas, e nós temos de estar sempre conversando para descobrir essas novas formas e tampar os buracos”, disse Antônio Gustavo.

Para o presidente do Coaf, os sistemas de segurança e de detecção de fraudes estão avançados, e cada vez que se descobre alguém “guardando dinheiro no apartamento”, quer dizer que essa pessoa não quis colocar o dinheiro no banco justamente por saber que poderia ser pego. “Depois que o criminoso está com o dinheiro, ele vai querer lavar esses valores; então, já vai cometer um segundo crime. Estamos trabalhando na segunda fase. Se esse sistema não estivesse funcionando, os criminosos que estão guardando dinheiro em espécie, estariam colocando no banco. Se eles não colocam, já é um sinal de que o sistema está funcionando”, acrescentou.

Antônio Gustavo ressaltou que o banco precisa conhecer bem seu cliente, já que bilhões de transações são feitas diariamente e nem sempre é possível perceber o crime em todas elas. Em algumas situações, porém; a transação chama a atenção: “Há momentos em que o custo de conhecer um empresário que movimenta R$ 100 mil vai ser o mesmo de conhecer o trabalhador informal que ganha R$ 1.000. Então, é preciso ter um esquema de análise de risco para saber onde alocar recurso. Isso não é surpresa, a própria receita trabalha assim”.

De acordo com o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo Portugal, que promove o congresso, o setor bancário é muito ativo no fornecimento de dados relevantes para as autoridades responsáveis pelo combate à lavagem de dinheiro. Conforme dados da Febraban, em 2016, o volume de comunicações de operações suspeitas ao Coaf ultrapassou 56 mil. Este ano, somente até agosto, foram comunicadas quase 40 mil operações. O setor bancário continua como o principal remetente de comunicações ao Coaf, sendo que 17% dessas comunicações transformaram-se em abertura de investigação no ano passado.

“Temos aperfeiçoado, ano a ano, as maneiras de enfrentar o desafio considerável de analisar os possíveis desvios de comportamento e identificar possíveis irregularidades. Os bancos empregam recursos tecnológicos de altíssima qualidade, adotando rígidas regras de controle e contratando profissionais cada vez mais qualificados e atentos”, destacou Portugal.

Segundo Portugal, o trabalho feito pelos bancos é exclusivamente de informação e auxílio às autoridades, às quais cabe investigar e punir criminosos. “Temos ressaltado que somente as autoridades públicas têm o poder, os instrumentos e a responsabilidade de aprofundar as investigações, de proibir e de apontar e punir os culpados. O setor privado não tem nem a responsabilidade, nem os instrumentos para tal e é, na maioria das vezes, também vítima desses crimes”, afirmou. Os bancos não têm poderes legais para impedir que clientes façam saques de valores expressivos das contas, e somente uma lei federal pode proibir isso, acrescentou.

Agência Brasil

Setor de serviços recua 0,8% de junho para julho

O volume de serviços no país caiu 0,8% na passagem de junho para julho deste ano. Segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada hoje (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve uma queda de 3,2% no setor, na comparação com julho do ano passado. Houve também recuos de 4% no acumulado do ano e de 4,6% no acumulado de 12 meses.

Em relação à receita nominal, houve queda de 0,1% na comparação com junho deste ano. No entanto, foram registradas altas de 1,9% na comparação com julho do ano passado, 1,7% no acumulado do ano e 0,7% no acumulado de 12 meses.

Na passagem de junho para julho, cinco dos seis segmentos dos serviços apresentaram queda no volume: outros serviços (-2,8%), atividades turísticas (-2,1%), serviços profissionais, administrativos e complementares (-2%), serviços de transportes, auxiliares de transportes e correios (-0,9%) e serviços de informação e comunicação (-0,8%).

O único setor que registrou alta foi o de serviços prestados às famílias, que cresceu 0,9%, puxado pelos serviços com alojamento e alimentação, com alta de 1,4%.

*Agência Brasil

Fiems

Intenção de Investimentos da Indústria cai 2,8 pontos no terceiro trimestre

O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 2,8 pontos no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior. O indicador, que mede o ímpeto de investimento das indústrias, caiu para 105,1 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos.

Entre o segundo e o terceiro trimestres de 2017, houve redução tanto da parcela de empresas que preveem investir mais (de 25,6% para 21,1%), quanto das que preveem investir menos (de 17,7% para 16%).

Segundo a pesquisa, o grau de incerteza aumentou nas empresas industriais. As empresas incertas quanto à execução do plano de investimentos cresceram de 21,3% no segundo trimestre deste ano para 27,3% no trimestre seguinte.

O percentual de empresas certas de seus planos de investimentos também cresceu, mas em ritmo mais moderado, já que subiu de 25% no segundo trimestre para 28,2% no terceiro trimestre.

Segundo a FGV, a queda de 2,8 pontos do Indicador de Intenção de Investimentos “retrata bem a dificuldade de acelerar investimentos em um ambiente de elevadas ociosidade e incerteza. O setor industrial coloca-se em compasso de espera por notícias que aumentem o grau de certeza quanto ao rumo da economia no horizonte de dois a três anos”, diz a nota da FGV.

*Agência Brasil