COREMS http://www.corems.org.br/ Conselho Regional dos Representantes Comerciais de Mato Grosso do Sul COREMS - Todos os Direitos Reservados. pt-br http://www.corems.org.br/noticias/ver/1804/ [Notícia] IPC-C1 sobe 0,86% em janeiro e acumula alta de 5,43% em 12 meses Notícia http://www.corems.org.br/noticias/ver/1804/ <div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'><p><span style="font-size: small"><span style="line-height: 115%"><br /> O &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) do m&ecirc;s de janeiro apresentou varia&ccedil;&atilde;o de 0,86%. Com isso, o indicador apurado pela Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas acumula alta de 5,43%, nos &uacute;ltimos 12 meses.<br /> <br /> Em janeiro, o IPC-BR registrou varia&ccedil;&atilde;o de 0,81%. A taxa do indicador nos &uacute;ltimos 12 meses ficou em 5,88%, n&iacute;vel acima do registrado pelo IPC-C1.<br /> <br /> Quatro das sete classes de despesa componentes do &iacute;ndice apresentaram decr&eacute;scimo em suas taxas de varia&ccedil;&atilde;o: Alimenta&ccedil;&atilde;o (1,74% para 0,58%); Habita&ccedil;&atilde;o (0,42% para 0,38%); Vestu&aacute;rio (1,51% para -0,20%); e Sa&uacute;de e Cuidados Pessoais (0,79% para 0,24%). Contribu&iacute;ram para essas desacelera&ccedil;&otilde;es os itens: carnes bovinas (3,63% para -1,68%); tarifa de eletricidade residencial (0,56% para -0,41%); roupas (1,53% para -0,71%); e artigos de higiene e cuidado pessoal (1,29% para 0,39%), nesta ordem.<br /> <br /> Em contrapartida, os grupos Educa&ccedil;&atilde;o, Leitura e Recrea&ccedil;&atilde;o (0,77% para 3,54%), Transportes (0,00% para 3,25%) e Despesas Diversas (0,21% para 0,29%) apresentaram acr&eacute;scimo em suas taxas de varia&ccedil;&atilde;o. As principais influ&ecirc;ncias partiram dos itens: cursos formais (0,00% para 9,87%), tarifa de &ocirc;nibus urbano (0,00% para 3,60%) e alimento para animais dom&eacute;sticos (-1,28% para 2,59%).<br /> <br /> <br /> <i>Fonte: Valor Online</i></span></span></p> <div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-size: small">&nbsp;</span></div></div> comunicacao@corems.org.br (Cristina de Cássia Gomes) Tue, 07 Feb 2012 5:00:30 -0200 http://www.corems.org.br/noticias/ver/1803/ [Notícia] Pessoas físicas ficam com 8,3% das emissões de ações em 2011, diz Anbima Notícia http://www.corems.org.br/noticias/ver/1803/ <div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'><p><span style="font-size: small"><span style="line-height: 115%"><br /> As pessoas f&iacute;sicas foram respons&aacute;veis pela subscri&ccedil;&atilde;o de 8,3% do total de a&ccedil;&otilde;es ofertadas (tanto em IPOs quanto em Follow ons) no ano passado, de acordo com dados da Anbima (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).<br /> <br /> O IPO (Oferta P&uacute;blica Inicial) &eacute; caracterizado quando uma empresa abre seu capital na bolsa de valores, emitindo a&ccedil;&otilde;es pela primeira vez. J&aacute; o Follow on acontece quando uma empresa que j&aacute; possui capital aberto na bolsa realiza uma nova oferta p&uacute;blica de a&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Segundo a entidade, as empresas captaram R$ 18,982 bilh&otilde;es com este tipo de oferta em 2011, muito menos do que os R$ 150,285 bilh&otilde;es registrados no ano anterior. A crise internacional e o consequente impacto na bolsa brasileira foi o principal fator que afastou as companhias do mercado de renda vari&aacute;vel no ano passado.<br /> <br /> Estrangeiros e institucionaisOs investidores estrangeiros responderam pela maior parte (55,9%) dos pap&eacute;is subscritos nas ofertas de a&ccedil;&otilde;es no ano passado.&nbsp;De acordo com a Anbima, a maioria dos investidores internacionais &eacute; dos Estados Unidos (65,7%). Os investidores de pa&iacute;ses da Uni&atilde;o Europeia aparecem a seguir, com 27,1% de participa&ccedil;&atilde;o nas ofertas de 2011.<br /> <br /> J&aacute; os investidores institucionais adquiriram 35,8% dos R$ 18,982 bilh&otilde;es captados pelas empresas no mercado de renda vari&aacute;vel em 2011.<br /> <br /> <i><br /> Fonte: Infomey</i></span></span></p></div> comunicacao@corems.org.br (Cristina de Cássia Gomes) Tue, 07 Feb 2012 4:51:31 -0200 http://www.corems.org.br/noticias/ver/1802/ [Notícia] Em 2011 produção industrial subiu em nove de 14 Estados, mostra IBGE Notícia http://www.corems.org.br/noticias/ver/1802/ <div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'><p><span style="font-size: small"><span style="line-height: 115%"><br /> A produ&ccedil;&atilde;o industrial subiu em nove dos 14 locais observados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) em 2011, informou a Pesquisa Industrial Mensal - Produ&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica Regional (PIM/PF Regional) de dezembro, divulgada nesta ter&ccedil;a-feira.<br /> <br /> O Estado do Paran&aacute; obteve o melhor desempenho entre 2010 e 2011, com alta de 7%, seguido por Esp&iacute;rito Santo, cujo crescimento no per&iacute;odo foi de 6,8%. Na mesma base de compara&ccedil;&atilde;o, a produ&ccedil;&atilde;o industrial em Goi&aacute;s avan&ccedil;ou 6,2%, ao passo que no Amazonas o setor cresceu 4%.<br /> <br /> No Rio de Janeiro, a produ&ccedil;&atilde;o industrial avan&ccedil;ou 0,3% no ano passado ante 2010, enquanto em S&atilde;o Paulo o setor cresceu 0,2%, abaixo da m&eacute;dia nacional, de 0,3%.<br /> <br /> O Estado do Cear&aacute; registrou a maior baixa, de 11,7%, na passagem de 2010 para 2011. Na mesma base comparativa, quedas representativas tamb&eacute;m ocorreram nas produ&ccedil;&otilde;es de Santa Catarina, com recuo de 5,1%, e regi&atilde;o Nordeste, onde o decr&eacute;scimo foi de 4,7%.<br /> <br /> <br /> <i>Fonte: Valor ONline</i></span></span></p></div> comunicacao@corems.org.br (Cristina de Cássia Gomes) Tue, 07 Feb 2012 4:45:51 -0200 http://www.corems.org.br/noticias/ver/1800/ [Notícia] Número de falências é o menor para janeiro desde 2005, diz Serasa Notícia http://www.corems.org.br/noticias/ver/1800/ <div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'><p><span style="font-size: small"><br /> A quantidade de fal&ecirc;ncias decretadas em janeiro deste ano foi a menor para o m&ecirc;s desde 2005, ano em que foi editada a nova Lei de Fal&ecirc;ncias, aponta nesta segunda-feira (6) a </span><span style="font-size: 14pt"><span style="font-size: small"><span style="color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none">Serasa Experian</span></span></span><span style="font-size: small">.<br /> <br /> Ao todo, houve 33 decretos em todo o pa&iacute;s no primeiro m&ecirc;s do ano, de acordo com o indicador Serasa Experian de fal&ecirc;ncias e recupera&ccedil;&otilde;es - 29 foram de micro e pequenas empresas, 3 de m&eacute;dias e 1 de grande.<br /> <br /> Em janeiro de 2011, o levantamento havia registrado 41 fal&ecirc;ncias decretadas.<br /> <br /> As fal&ecirc;ncias requeridas, por sua vez, somaram 124 registros em janeiro de 2012, voltando ao patamar verificado em igual m&ecirc;s de 2009. Dos requerimentos, 70 foram feitos por micro e pequenas empresas, 31 por m&eacute;dias e 23 por grandes.<br /> <br /> Em janeiro de 2011 houve 131 requerimentos de fal&ecirc;ncias, um a menos que os 132 obtidos no primeiro m&ecirc;s de 2010.<br /> <br /> Para os economistas da Serasa, a situa&ccedil;&atilde;o das empresas brasileiras est&aacute; melhorando gradualmente. &ldquo;Os juros mais baixos, a queda da infla&ccedil;&atilde;o, a perda de f&ocirc;lego da inadimpl&ecirc;ncia de empresas e consumidores e os est&iacute;mulos ao consumo j&aacute; determinam uma atividade econ&ocirc;mica em crescimento&rdquo;, avaliam, em nota. &ldquo;Assim, as empresas vendem mais, geram caixa e conseguem pagar suas d&iacute;vidas.&rdquo;<br /> <br /> Os economistas dizem, por outro lado, que a evolu&ccedil;&atilde;o das recupera&ccedil;&otilde;es judiciais requeridas mostra que ainda h&aacute; neg&oacute;cios com dificuldades, que s&atilde;o principalmente segmentos ou setores n&atilde;o ligados ao consumo, o que acontece com empresas de todos os portes.</span></p> <div><span style="font-size: small">Fonte: G1</span></div></div> comunicacao@corems.org.br (Cristina de Cássia Gomes) Mon, 06 Feb 2012 5:13:27 -0200 http://www.corems.org.br/noticias/ver/1799/ [Notícia] Governo publica normas para preenchimento da declaração do IRPF 2012 Notícia http://www.corems.org.br/noticias/ver/1799/ <div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'><p><span style="font-size: small"><br /> O Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o publicou nesta segunda-feira(6) a instru&ccedil;&atilde;o normativa que estabelece normas e procedimentos para o preenchimento da declara&ccedil;&atilde;o do Imposto de Renda Pessoa F&iacute;sica 2012. O programa gerador da declara&ccedil;&atilde;o dever&aacute; ser liberado na internet at&eacute; o dia 24, segundo informa&ccedil;&otilde;es da Receita Federal.<br /> <br /> Pela instru&ccedil;&atilde;o normativa, entre os obrigados a declarar est&atilde;o os contribuintes que receberam rendimentos tribut&aacute;veis cuja soma foi superior a R$ 23.499,15. Dever&aacute; declarar ainda quem recebeu rendimentos isentos, n&atilde;o tribut&aacute;veis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil.<br /> <br /> Deve preencher a declara&ccedil;&atilde;o quem obteve, em qualquer m&ecirc;s, ganho de capital na aliena&ccedil;&atilde;o de bens ou direitos, sujeito &agrave; incid&ecirc;ncia do imposto, ou realizou opera&ccedil;&otilde;es em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas ou obteve receita bruta com a atividade rural superior a R$ 117.495,75.<br /> <br /> Ainda em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; atividade rural, quem tem posse de bens ou propriedade, inclusive terra nua, com valor superior a R$ 300 mil at&eacute; 31 de dezembro, tamb&eacute;m est&aacute; obrigado a declarar.<br /> <br /> A declara&ccedil;&atilde;o ter&aacute; que ser apresentada entre 1&ordm; de mar&ccedil;o e 30 de abril pela internet ou entregue em disquetes nas ag&ecirc;ncias da Caixa Econ&ocirc;mica Federal ou do Banco do Brasil.<br /> <br /> <br /> <i>Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil</i></span></p></div> comunicacao@corems.org.br (Cristina de Cássia Gomes) Mon, 06 Feb 2012 5:10:08 -0200 http://www.corems.org.br/noticias/ver/1798/ [Notícia] Saques na poupança superam depósitos em R$ 2,8 milhões em janeiro Notícia http://www.corems.org.br/noticias/ver/1798/ <div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'><p><span style="font-size: small"><br /> Os brasileiros iniciaram o ano retirando dinheiro das cadernetas de poupan&ccedil;a. Segundo dados do BC (Banco Central) divulgados segunda-feira(6), os saques em caderneta de poupan&ccedil;a superaram os dep&oacute;sitos em R$ 2,838 milh&otilde;es, em janeiro.<br /> <br /> A poupan&ccedil;a n&atilde;o registrava capta&ccedil;&atilde;o l&iacute;quida negativa desde maio de 2011 (R$ 1,301 bilh&atilde;o). Esse foi o pior resultado para meses de janeiro desde 2009, quando foram registrados R$ 486,630 milh&otilde;es de capta&ccedil;&atilde;o l&iacute;quida negativa.<br /> <br /> Em janeiro do ano passado, os dep&oacute;sitos superaram os saques (capta&ccedil;&atilde;o l&iacute;quida positiva) em R$ 275,071 milh&otilde;es.<br /> <br /> E em 2010, foram R$ 2,619 bilh&otilde;es. No m&ecirc;s passado, os dep&oacute;sitos chegaram a R$ 99,255 bilh&otilde;es e as retiradas a R$ 99,258 bilh&otilde;es. Os rendimentos creditados somaram R$ 2,392 bilh&otilde;es e o saldo ficou em R$ 422,399 bilh&otilde;es.<br /> <br /> O relat&oacute;rio do BC se baseia em dados do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupan&ccedil;a e Empr&eacute;stimo) - que destina 65% dos recursos para financiamento imobili&aacute;rio - e da poupan&ccedil;a rural.<br /> <br /> No caso do SBPE, houve mais saques que dep&oacute;sitos em R$ 407,316 milh&otilde;es, em janeiro. J&aacute; a poupan&ccedil;a rural registrou capta&ccedil;&atilde;o l&iacute;quida positiva de R$ 404,478 milh&otilde;es.<br /> <br /> Os valores depositados em poupan&ccedil;a s&atilde;o remunerados pela TR (taxa referencial), acrescida de juros de 0,5% ao m&ecirc;s. O dinheiro depositado por menos de um m&ecirc;s n&atilde;o recebe remunera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> <i>Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil</i></span></p></div> comunicacao@corems.org.br (Cristina de Cássia Gomes) Mon, 06 Feb 2012 5:05:59 -0200 http://www.corems.org.br/noticias/ver/1796/ [Notícia] Quase 90% das linhas móveis da América Latina são pré-pagas Notícia http://www.corems.org.br/noticias/ver/1796/ <div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'><p><span style="font-size: small"><br /> Na Am&eacute;rica Latina, 82% das linhas m&oacute;veis s&atilde;o pr&eacute;-pagos. O servi&ccedil;o tem sido o maior fator que influencia o aumento do n&uacute;mero de linhas m&oacute;veis na regi&atilde;o. No Brasil, 80% das linhas m&oacute;veis tamb&eacute;m s&atilde;o dessa modalidade.<br /> <br /> De acordo com a pesquisa Observat&oacute;rio Latino-Americano de Mobilidade 2011, realizado pela GSMA Mobile Observatory, as linhas pr&eacute;-pagas foram criadas para atrair usu&aacute;rios de baixa renda e com pouco acesso ao cr&eacute;dito.<br /> <br /> <b>Avan&ccedil;o dos pr&eacute;-pagos</b><br /> Segundo o relat&oacute;rio, desde sua cria&ccedil;&atilde;o, a aquisi&ccedil;&atilde;o de novas linhas pr&eacute;-pagas foram crescendo. Entre os motivos que impulsionaram o aumento de linhas na Am&eacute;rica Latina, est&atilde;o a flexibilidade em oferecer um servi&ccedil;o de telefonia aos consumidores que queriam pagar apenas quanto tivessem condi&ccedil;&otilde;es, sem a necessidade de assinar um contrato de longo prazo com pagamentos mensais regulares.<br /> <br /> Outro motivo que ajudou na expans&atilde;o de linhas pr&eacute;-pagas foram os custos menores dos servi&ccedil;os m&oacute;veis, em compara&ccedil;&atilde;o com os das linhas p&oacute;s-pagas.<br /> <br /> Um dos grandes atrativos dos contratos pr&eacute;-pagos &eacute; que eles n&atilde;o requerem verifica&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;dito e cobran&ccedil;a via boleto, que, segundo o relat&oacute;rio, seria um desafio nos pa&iacute;ses onde nem todas as pessoas t&ecirc;m acesso a servi&ccedil;os banc&aacute;rios.<br /> <br /> <br /> <i>Fonte: InfoMoney</i></span></p></div> comunicacao@corems.org.br (Cristina de Cássia Gomes) Fri, 03 Feb 2012 5:59:29 -0200 http://www.corems.org.br/noticias/ver/1795/ [Notícia] Captação de empresas do País já passa de US$ 12 bi Notícia http://www.corems.org.br/noticias/ver/1795/ <div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'><p><span style="font-size: small"><br /> A demanda de investidores estrangeiros por pap&eacute;is emitidos pelas empresas brasileiras disparou. Do in&iacute;cio do ano at&eacute; agora, as emiss&otilde;es no exterior j&aacute; somam mais de US$ 12 bilh&otilde;es, com demanda que ultrapassa os US$ 55 bilh&otilde;es - o que significa que h&aacute; mais de US$ 40 bilh&otilde;es que ainda n&atilde;o foram alocados. No ano passado inteiro, as capta&ccedil;&otilde;es de empresas brasileiras no exterior somaram US$ 38,6 bilh&otilde;es.<br /> <br /> Investidores europeus e americanos s&atilde;o os que mais t&ecirc;m procurado os pap&eacute;is de empresas brasileiras, mas agentes da &Aacute;sia e da Am&eacute;rica do Sul tamb&eacute;m est&atilde;o comprando pap&eacute;is.<br /> <br /> Segundo especialistas dos bancos de investimento e das companhias que captaram recursos, uma das raz&otilde;es para tamanho interesse &eacute; que os juros nos Estados Unidos e em alguns pa&iacute;ses da Europa est&atilde;o muito baixos, com taxas reais negativas. Isso for&ccedil;a a busca por ativos mais rent&aacute;veis. Al&eacute;m disso, as companhias do Pa&iacute;s t&ecirc;m bons fundamentos e est&atilde;o crescendo.<br /> <br /> Outro motivo &eacute; que o mercado de emiss&otilde;es de b&ocirc;nus ficou praticamente parado no segundo semestre de 2011, com o agravamento da crise da Europa. Com isso, os investidores estavam com recursos dispon&iacute;veis e sem bons ativos para comprar.<br /> <br /> O diretor financeiro da petroqu&iacute;mica Braskem, Alexandre Perazzo, avalia que a decis&atilde;o do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) de manter a taxa de juros nos Estados Unidos em at&eacute; 2% ao ano at&eacute; 2014 abriu oportunidade para captar l&aacute; fora. &quot;Notamos que o mercado est&aacute; precisando de pap&eacute;is corporativos&quot;, diz. A empresa decidiu reabrir uma emiss&atilde;o anterior e captou US$ 250 milh&otilde;es. A demanda total surpreendeu e chegou a US$ 2,3 bilh&otilde;es. O executivo destaca que houve procura at&eacute; de investidores da Am&eacute;rica do Sul.<br /> <br /> <b>Petrobras</b><br /> A maior procura dos estrangeiros foi nos pap&eacute;is emitidos na quarta-feira pela Petrobras. A demanda chegou a US$ 27 bilh&otilde;es, um recorde para uma empresa da Am&eacute;rica Latina.<br /> <br /> Mas outras companhias tamb&eacute;m tiveram forte procura. O Banco do Brasil, que emitiu US$ 1 bilh&atilde;o, tinha reserva de US$ 6 bilh&otilde;es. No Ita&uacute;, que lan&ccedil;ou US$ 500 milh&otilde;es, o apetite chegou a US$ 4 bilh&otilde;es.<br /> <br /> &quot;O mercado externo reabriu para o Brasil, especialmente para bons nomes&quot;, destaca Renato Ejnisman, diretor do banco Bradesco BBI. No come&ccedil;o de janeiro, o Bradesco percebeu que haveria espa&ccedil;o para captar l&aacute; fora e, ante o forte interesse, resolveu aumentar sua emiss&atilde;o, de US$ 500 milh&otilde;es para US$ 750 milh&otilde;es. A procura chegou a US$ 2 bilh&otilde;es. Com isso, a taxa paga aos investidores ficou no piso do proposto, em 4,5% ao ano.<br /> <br /> Com a forte procura por pap&eacute;is de empresas de primeira linha, com classifica&ccedil;&atilde;o de risco de grau de investimento, companhias sem essa nota perceberam que havia espa&ccedil;o para emiss&otilde;es. S&atilde;o as chamadas &quot;high yield&quot;, que oferecem retorno maior para os investidores.<br /> <br /> A empresa de alimentos JBS foi a primeira sem grau de investimento a ir a mercado, e fechou no final de janeiro uma capta&ccedil;&atilde;o de US$ 700 milh&otilde;es. A ideia inicial era lan&ccedil;ar US$ 400 milh&otilde;es, mas, com demanda de US$ 3,7 bilh&otilde;es, a emiss&atilde;o foi aumentada. Para o JBS, isso foi &quot;um claro sinal de confian&ccedil;a de mercado&quot;.<br /> <br /> <b>Opera&ccedil;&otilde;es</b><br /> V&aacute;rias empresas brasileiras est&atilde;o atualmente no mercado externo buscando recursos. Segundo fontes, a Votorantim Cimentos conseguiu captar ontem US$ 500 milh&otilde;es. O grupo de a&ccedil;&uacute;car e &aacute;lcool Virgolino de Oliveira anunciou uma capta&ccedil;&atilde;o de US$ 300 milh&otilde;es. O frigor&iacute;fico Minerva planeja lan&ccedil;ar US$ 300 milh&otilde;es. O Grupo Farias, produtor de a&ccedil;&uacute;car e etanol, est&aacute; com uma emiss&atilde;o que tamb&eacute;m pode chegar a US$ 300 milh&otilde;es. Para especialistas, h&aacute; espa&ccedil;o at&eacute; para opera&ccedil;&otilde;es de menor porte, como a da Cimentos Tupi, que busca US$ 50 milh&otilde;es.<br /> <br /> <br /> <i>Fonte: Agencia Estado </i></span></p> <div><span style="font-size: small">&nbsp;</span></div></div> comunicacao@corems.org.br (Cristina de Cássia Gomes) Fri, 03 Feb 2012 5:54:30 -0200 http://www.corems.org.br/noticias/ver/1794/ [Notícia] Operações de crédito consignado crescem 1,53% em 2011 Notícia http://www.corems.org.br/noticias/ver/1794/ <div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'><p><span style="font-size: small"><br /> O n&uacute;mero de opera&ccedil;&otilde;es de empr&eacute;stimo consignado cresceu 1,53% no ano passado, na compara&ccedil;&atilde;o com igual per&iacute;odo de 2010, atingindo 10.267.233 contratos, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (2) pela Previd&ecirc;ncia Social.<br /> <br /> Em valores, as opera&ccedil;&otilde;es no ano que se encerrou totalizaram R$ 28,4 bilh&otilde;es, um crescimento de 5,97%, na mesma base comparativa.<br /> <br /> Em dezembro, o valor alcan&ccedil;ou R$ 2,29 bilh&otilde;es, um queda de 2,75% em rela&ccedil;&atilde;o a dezembro de 2010. A quantidade de opera&ccedil;&otilde;es foi de 711.467 contratos, com 9,83% de decr&eacute;scimo.<br /> <br /> <b>Empr&eacute;stimo pessoal</b><br /> De acordo com dados da Previd&ecirc;ncia Social, no caso do empr&eacute;stimo pessoal, foram contratados R$ 28,37 bilh&otilde;es em 2011, valor 6,17% superior ao verificado no ano anterior. No total, foram realizadas 10.204.259 opera&ccedil;&otilde;es no ano passado, o que representa um aumento de 2,34% em rela&ccedil;&atilde;o a 2010.<br /> <br /> Considerando o m&ecirc;s de dezembro do ano passado, a soma total dos valores dos contratos de empr&eacute;stimo pessoal ficou 2,69% menor do que no &uacute;ltimo m&ecirc;s de 2010. Na quantidade de opera&ccedil;&otilde;es, no mesmo per&iacute;odo, houve queda de 9,68%.<br /> <br /> O valor m&eacute;dio das opera&ccedil;&otilde;es dos que recebem entre um e tr&ecirc;s m&iacute;nimos foi de R$ 3.346,26 J&aacute; os com renda acima de tr&ecirc;s m&iacute;nimos contrataram empr&eacute;stimo pessoal com valor m&eacute;dio de R$ 6.025,28. Por fim, aqueles com renda inferior a um sal&aacute;rio m&iacute;nimo contrataram, em m&eacute;dia, R$ 2.341,39 no &uacute;ltimo m&ecirc;s de 2011.<br /> <br /> <b>Cart&atilde;o de cr&eacute;dito</b><br /> O n&uacute;mero de opera&ccedil;&otilde;es de cart&atilde;o de cr&eacute;dito foi de 62.974 no ano passado, somando R$ 39,7 milh&otilde;es - montante 55,07% inferior ao verificado no mesmo per&iacute;odo do ano anterior.<br /> <br /> Considerando apenas dezembro de 2011, foram registradas quedas de 32,59% no n&uacute;mero de opera&ccedil;&otilde;es e de 42,65% no valor contratado, na compara&ccedil;&atilde;o com igual m&ecirc;s do ano retrasado.<br /> <br /> <b>S&atilde;o Paulo &eacute; l&iacute;der</b><br /> Ainda de acordo com os dados da Previd&ecirc;ncia, o estado de S&atilde;o Paulo &eacute; l&iacute;der tanto no n&uacute;mero de opera&ccedil;&otilde;es de consignado quanto no valor movimentado. De acordo com a Previd&ecirc;ncia, em 2011, S&atilde;o Paulo concentrou R$ 8,156 milh&otilde;es dos recursos e 2.564.916 contratos.<br /> <br /> Por regi&atilde;o, o Sudeste respondeu por 4.839.933 contratos, no valor de R$ 14,322 bilh&otilde;es. Na regi&atilde;o Nordeste, foram realizadas 2.737.600 opera&ccedil;&otilde;es, que somaram R$ 6,757 milh&otilde;es. Em 2011, a regi&atilde;o Sul foi respons&aacute;vel por pouco mais de 1.735.555 contratos, cujo valor somou R$ 4,747 bilh&otilde;es.<br /> <br /> No Centro-Oeste, as opera&ccedil;&otilde;es somaram R$ 1,308 bilh&atilde;o, em 465.234 opera&ccedil;&otilde;es, enquanto que o Nordeste foi respons&aacute;vel por 282.413 contratos, que somaram R$ 715,246 milh&otilde;es.<br /> <br /> <br /> <i>Fonte: InfoMoney</i></span></p></div> comunicacao@corems.org.br (Cristina de Cássia Gomes) Thu, 02 Feb 2012 6:25:18 -0200 http://www.corems.org.br/noticias/ver/1793/ [Notícia] Vendas de veículos caem 23% em janeiro, diz Fenabrave Notícia http://www.corems.org.br/noticias/ver/1793/ <div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'><p><span style="font-size: small"><br /> Os emplacamentos de ve&iacute;culos novos no mercado brasileiro somaram 268.270 unidades em janeiro, alta de 9,56% ante igual intervalo de 2011, segundo informou nesta quarta-feira a Federa&ccedil;&atilde;o Nacional da Distribui&ccedil;&atilde;o de Ve&iacute;culos Automotores (Fenabrave). Em rela&ccedil;&atilde;o a dezembro de 2011 houve um recuo de 23,00%%. Os dados incluem autom&oacute;veis, comerciais leves, caminh&otilde;es e &ocirc;nibus.</span><br /> <br /> <span style="font-size: small">Considerando apenas autom&oacute;veis e comerciais leves, foram vendidos em janeiro 252.697 unidades, montante que representa um crescimento de 9,81% em rela&ccedil;&atilde;o a janeiro do ano passado e uma queda de 23,24% na compara&ccedil;&atilde;o com dezembro. Os n&uacute;meros haviam sido antecipados pela reportagem da Ag&ecirc;ncia Estado, por meio de informa&ccedil;&otilde;es obtidas com uma fonte do setor.</span><br /> <br /> <span style="font-size: small">Considerando o desempenho de todos os segmentos analisados pela Fenabrave, que inclui tamb&eacute;m motos e implementos rodovi&aacute;rios, o setor automotivo vendeu 424.746 unidades em janeiro, um acr&eacute;scimo de 8,85% ante o mesmo per&iacute;odo do ano passado. Em rela&ccedil;&atilde;o a dezembro, houve queda de 23,97%. Foram vendidas 142.222 motocicletas no m&ecirc;s passado, eleva&ccedil;&atilde;o de 6,91% ante janeiro de 2011 e queda de 26,50% na compara&ccedil;&atilde;o com dezembro.</span><br /> <br /> <span style="font-size: small">O com&eacute;rcio de implementos rodovi&aacute;rios somou 3.574 unidades no per&iacute;odo, que equivalem a uma expans&atilde;o de 0,79% ante janeiro de 2011 e queda de 28,96% ante dezembro. As vendas de m&aacute;quinas agr&iacute;colas somaram 3.941 unidades no m&ecirc;s passado, volume 27,13% superior a janeiro de 2011 e 12,34% maior do que em dezembro.</span><br /> <br /> <b><span style="font-size: small">General Motors</span><br /> </b><span style="font-size: small">A General Motors liderou as vendas de autom&oacute;veis e comerciais leves em janeiro, com 23,62% do total. A Fiat aparece na segunda posi&ccedil;&atilde;o, com 21,61%, seguida pela Volkswagen, com 21,48%. A Ford, com 8,68% das vendas, e a Renault, com 6,94%, aparecem na sequ&ecirc;ncia.</span><br /> <br /> <br /> <i><span style="font-size: small">Fonte: Ag&ecirc;ncia Estado</span></i></p></div> comunicacao@corems.org.br (Cristina de Cássia Gomes) Thu, 02 Feb 2012 6:19:18 -0200